Casamento gay provoca CISMA em 2ª maior igreja evangélica dos EUA

A Igreja Metodista Unida nos Estados Unidos, está passando por um processo de divisão que tem como centro o casamento gay. Vamos entender o caso.

Não é de hoje que se tentam “normalizar” o casamento gay ou, o “casamento homoafetivo”, Primeiro, os ativistas em prol do referido casamento, judicializam todos os aspectos da vida social. Basta-lhes um NÃO que logo saem gritando que se trata de homofobia. Quando aquele que lhes nega algo é cristão, então se torna caso de calamidade pública.

Não há como esquecer o caso do confeiteiro Jack Phillips nem da tabeliã Kim Davis isso para ficarmos em apenas esses dois exemplos. Ou seja, enquanto é facultado ao gayzismo valer-se da liberdade de expressão para debochar da fé cristã, a mesma liberdade de expressão não é concedida aos cristãos quando estes se negam a fazer algo que sua fé desaprova.

Além desse estado politicamente correto de censura prévia contra tudo que fira o ego da militância gay, aqui no Brasil rasgou-se a Constituição e por meio da resolução 175. Por meio dessa resolução aprovada em 2013, na prática, o ESTADO reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Analisando mais de perto, a espinha dorsal de tudo isso nada mais é do que uma brutal guerra cultural contra o cristianismo. Nesse sentido, os devotos do ódio a fé cristã, trabalham com esmero em minar as bases culturais, jurídicas e sem causar espanto algum, teológicas da fé.

É nessa toada que “nascem” inúmeras “igrejas inclusivas“, (como se o cristianismo e os cristãos fossem intolerantes). Por outro lado, outras tantas, historicamente estabelecidas, começam a ceder e aceitar o casamento homossexual, pior, chegam ao ponto de promover casais homossexuais a postos de liderança. Foi o que aconteceu há exatos três anos em uma histórica igreja Batista dos EUA.  

Que fique claro, os evangelhos explicitam de forma inequívoca o estado pecaminoso do homem, ao mesmo tempo em que se dá a igreja, o poder de conferir às diferentes pessoas uma cidadania comum, cujo objetivo é levar o homem à buscar a santidade. Dito isto, as denominações cristãs que “flexibilizam” o conceito de pecado e santidade, nada mais fazem do que cruzar o rubicão e rumar para uma catastrófica eutanásia espiritual. Ou seja, ao levantar uma bandeira branca na guerra cultural, se dão por vencidos na batalha espiritual. Enfraquecer a igreja é exatamente o que desejam os progressistas.

É dentro desse contexto que a Igreja Metodista Unida, a segunda maior denominação evangélica dos EUA, está em processo de divisão – CISMA. A provável separação da igreja, ocorre por conta da existência de duas alas: Uma, favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo; a outra, contrária a prática. Do resultado dessa divisão, surgiriam duas denominações a “metodista tradicional” contrária ao casamento gay e a ordenação de clérigos gays e lésbicas e a “metodista liberal” que seguiria a linha “inclusiva“.

Para se ter uma ideia, apenas nos EUA a Igreja Metodista Unida tem quase 7 milhões de membros, entre eles, está o ex-presidente George W. Bush. Desses 7 milhões, estima-se que apenas 2,5 milhões seguiriam com a igreja metodista tradicional.

Mais uma vez, temos aí a ação da mentalidade moderna que busca por meio da persuasão (guerra cultural) enfraquecer as bases cristãs na sociedade. O escopo de uma cisão, nos moldes do que tende a ocorrer com a Igreja Metodista Unida, traz como resultados práticos, via de regra, o desaparecimento de inúmeras congregações locais, além do fato de que muitas famílias e jovens, deixam de frequentar a igreja, perdendo assim, sua referência espiritual.

Por Jakson Miranda

O VOLTEMOS À DIREITA PRECISA DO SEU APOIO. Clique AQUI e ajude-nos!

2 thoughts on “Casamento gay provoca CISMA em 2ª maior igreja evangélica dos EUA

  1. A tal da liberalidade. Primeiro “pastoras”, e aquela historia de que não é bem isso que a Bíblia quis dizer….e o tal de contextualizar. Só sei que Ele voltará!

  2. Perfeito, Jakson!
    Os progressistas querem enfraquecer a igreja. Fazem-se de vítimas e acusam a igreja de preconceituosa. Os que cedem a esses argumentos, não percebem que essa aparente tolerância é atentar contra os valores cristãos. Na minha humilde opinião, já prejudicaram muito nossa fé Católica, ao infiltrararem o conceito de teologia da libertação, que “desmitifica” os dogmas e o sobrenatural como “não foi bem assim”, “era o entendimento da época”, etc.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *