Governo federal extingue 27,5 mil cargos obsoletos

Na última sexta, 20/12. O governo federal publicou no Diário Oficial da União a extinção de mais de 27 mil cargos efetivos que foram considerados obsoletos.

Não se surpreendam, amigos! Entre os cargos, estão o de discotecário, seringueiro e mateiro.

Para o Ministério da Economia, os cargos extintos não condizem mais com a realidade da atual força de trabalho federal. Que bela noticia!

A extinção desses 27,5 mil cargos, no entanto, não irá afetar os profissionais que ocupam os respectivos cargos. No entanto, esses casos restringem-se a pouco mais de 13 mil. Ou seja, outros 14 mil cargos já não estavam ocupados.

É alvissareira a medida do governo federal em extinguir cargos obsoletos ou desnecessários. Assim, evitam-se cabides de emprego ou mesmo concursos públicos mandrakes e eleitoreiros. A medida aponta ainda para uma máquina pública mais enxuta e evita com isso, desperdício de recursos.

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O Decreto de n° 10.185 que extingue esses 27,5 mil cargos não é o primeiro do atual governo. Em abril deste ano, foi publicado o  Decreto n° 8.754, promovendo a extinção de outros 13 mil cargos. Ainda antes desse Decreto de abril, o governo Bolsonaro já havia extinguido 21 mil cargos comissionados. Apenas com o fim desses cargos comissionados, a expectativa do governo era gerar uma economia de R$ 190 milhões ao ano.

Além dessas ações pontuais, está previsto para 2020 a reforma administrativa. Trata-se de uma importante reforma que irá mexer com muita gente que não quer sair dos braços do Estado mãe.

Com essas medidas, ganha o Brasil, ou seja, ganha o pagador de impostos que vê finalmente a máquina pública caminhando no sentido de reduzir e mesmo extinguir as mamatas no governo federal e os milhares de cabides de emprego.

Por Jakson Miranda

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