Sindicatos mínguam e perdem 1,5 milhão de filiados

O Brasil é um dos recordistas mundiais quando o assunto é sindicato. são mais de 16 mil sindicatos. Existem sindicatos para tudo! Desde o metalúrgico até o motoboy.

Lógico que existem entidades sindicais sérias, que procuram o melhor para o trabalhador: melhores salários, segurança no trabalho, assistência médica, etc, etc. Todavia, o que se nota, é um número expressivo dessas organizações que nada mais são do que braços de partidos políticos, ou seja, usa o trabalhador apenas como massa de manobra para favorecer determinado político.

A CUT é o exemplo mais evidente disso. Em seu entorno existem centenas de representações sindicais e todas elas, capitaneadas pelo Central Única dos Trabalhadores, agem em favor do PT.

Ocorre que o trabalhador começa a notar esse nefasto aspecto político partidário. Segundo dados, em 2018 houve UMA REDUÇÃO de 11,9% de sindicalizados em relação a 2017. É o patamar mais baixo desde 2012!

No ano de 2018, apenas 11,518 milhões de trabalhadores eram associados a sindicato. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Características adicionais do mercado de trabalho, apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado representa uma redução de 11,9% no contingente de sindicalizados em relação a 2017. A sindicalização alcançou 12,5% dos 92,333 milhões de ocupados em 2018, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012. As Regiões Norte (10,1%) e Centro-Oeste (10,3%) apresentaram as proporções mais baixas de trabalhadores sindicalizados, enquanto as mais elevadas foram as das Regiões Sul (13,9%) e Nordeste (14,1%).

Enfim, que essa redução ocorra naquelas sindicatos que nada mais querem do que arrecadar dinheiro e fazer arruaça para eleger político. Que estes continuem minguando e deem espaço aos poucos que são sérios, que agem de forma transparente e que se preocupam efetivamente com o bem estar do trabalhador.

Por Jakson Miranda

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