A conta do “fica em casa” chegou!

A conta do fica em casa chegou

A militância progressista — fez a campanha do “fica em casa” e incorporaram a histeria e a paranoia que as elites globalistas pretendiam institucionalizar

Durante a pandemia de coronavírus, como foi possível constatar, muitas pessoas — especialmente a militância progressista — fez a campanha do “fica em casa“, para que as pessoas não saíssem de suas residências durante a pandemia, para supostamente evitar novas contaminações.

Essas pessoas apoiaram ativamente medidas totalmente arbitrárias e contraproducentes, como o lockdown e a quarentena. Elas realmente incorporaram a histeria e a paranoia que as elites globalistas pretendiam institucionalizar no mundo inteiro, para fomentar o pânico e o caos. o que acabou arregimentando formidável capital político para instituições globalistas, como a OMS.

Bolsonaro, heroicamente, se opôs a toda essa insanidade maléfica desde o início. Não se pode desligar a economia do mundo por quatro meses, e achar que uma medida tão drástica não trará consequências nefastas logo em seguida. Infelizmente, a maior parte do país entrou em quarentena, porque o STF tirou os poderes do presidente, e os transferiu aos prefeitos e governadores, que — em sua maioria —, apoiaram as tirânicas e nefastas medidas arbitrárias e escravagistas de paralisação da economia.

Sabemos que o lockdown e a quarentena — longe de conter a disseminação do vírus —, contribuiu para a total destruição da economia. Centenas de milhares de empresas faliram, e milhões de brasileiros ficaram desempregados. O índice de suicídios aumentou em 40%. Centenas de milhares de pessoas passaram a morrer de fome diariamente, além daqueles que já eram acometidas pela sua condição de miséria. A nível mundial, cem milhões de pessoas foram atiradas para a pobreza absoluta. Portanto, não há dúvida nenhuma de que, sob qualquer ângulo analisado, o lockdown e a quarentena causaram um nível dramático de destruição, como poucas vezes se viu na história da humanidade.

Além de ser ativamente demonizado pela mídia e pela esquerda política por recusar-se a paralisar a atividade econômica e endossar a hidroxicloroquina como o medicamento correto para o tratamento, o tempo mostrou que Bolsonaro estava certo em ambas as questões. Desde o princípio a quarentena foi um erro, e posteriormente até mesmo as autoridades chinesas passaram a recomendar a hidroxicloroquina como o medicamento adequado para tratar a Covid-19.

Como consequência da quarentena, agora o preço dos alimentos está subindo; e a esquerda, é claro, está reclamando. Isso é uma consequência direta da paralisação. Alimentos, evidentemente, não se produzem sozinhos. Como toda a cadeia produtiva foi drasticamente rompida — sendo comprometida por conta do lockdown e da quarentena —, isso significa que menos alimentos foram produzidos. Consequentemente, oferta e demanda entraram em desequilíbrio. A demanda por alimentos continua grande, porém a oferta é inferior.

Esse é o resultado natural de se deixar as pessoas em casa. Alimentos não se produzem sozinhos. É necessário que as pessoas estejam nas lavouras, nas fábricas, nos abatedouros, nos frigoríficos. Caso contrário, a produção será naturalmente reduzida, e então o que teremos será um cenário de escassez, que por sua vez irá culminar em inflação.

Agora, não há muito a fazer para remediar a situação. Passamos pelo lockdown e pela quarentena, e agora teremos que lidar com as consequências inevitáveis dessas medidas nefastas, que jamais deveriam ter sido adotadas. O nível de destruição que elas causaram nem sequer começou a ser mesurado. Foi uma destruição em diversos sentidos: econômico, humano, logístico, empresarial e também governamental. O legado da ditadura do coronavírus no mundo inteiro foi o de uma hecatombe econômica e humanitária sem precedentes, possivelmente a mais catastrófica calamidade dos tempos atuais.

A conta da paralisação, do lockdown e da quarentena chegou. Agora não adianta chorar. Só poderão reclamar aqueles que desde o princípio foram contra todas essas nefastas e predatórias arbitrariedades nocivas e destrutivas.

A turminha do “fica em casa” — que julga ser possível dissociar vida de economia, não vê vínculos entre produtividade e oferta de alimentos, não entende que impressão de dinheiro não corresponde à genuína criação de riquezas e é incapaz de entender que a inflação acontece justamente quando alguma anomalia na cadeia de produção aflige o mercado — precisa estudar mais antes de reclamar e defender medidas economicamente disfuncionais e irracionais. Agora a conta de toda essa histeria em massa chegou, e passar por ela não será nada fácil.

Por Wagner Hertzog

 

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