A esquerda despreza a Independência do Brasil

A esquerda despreza a Independência do Brasil

O que os professores de esquerda dizem sobre a Independência do Brasil?

Nossas universidades e escolas estão a décadas dominadas pela esquerda e isso logicamente, é refletido nos conteúdos ensinados, como por exemplo, a Independência do Brasil.

Da universidade à escola de ensino fundamental ou médio, o ensino de História, no Brasil e no mundo tem sido alvo de certo revisionismo. Via de regra, alguns fatos e personagens são ignorados em detrimento de determinados grupos. É a chamada História dos vencidos.

Assim, no ensino da História do Brasil e mais especificamente, ao ensinar a Independência do Brasil, nomes como os de José Bonifácio e da princesa Maria Leopoldina, se não são ignorados, são colocados em um plano secundário. Isso ocorre para que seja possível ao aluno aprender e refletir se a Independência do Brasil provocou mudanças na estrutura econômica do país.

Ou ainda, questionar se a Independência do Brasil beneficiou igualmente a todos. Ou seja, a emancipação do Brasil em relação a Portugal é colocada sob a falaciosa perspectiva da participação popular, ou, “luta de classes“.

Quando destacamos a independência como fruto da ação determinada de uma pessoa que é, no caso o imperador, abafam-se os interesses dos poderosos e também a ideia de que essas elites e Dom Pedro tomaram todo cuidado para que a população não participasse disso.”

Ao enfatizar em sala de aula, abordagens como a que vai acima, o aluno acaba não aprendendo o importante papel que teve a princesa Leopoldina em todo o processo que culminou na Independência.

Leopoldina foi importante e brilhante no processo de Independência do Brasil. Fosse ao assumir o papel da regência enquanto o príncipe apaziguava os ânimos dos brasileiros, fosse na negociação para a separação de Portugal“.

Certamente é algo que as feministas do século XXI não aprenderam e muito menos querem ensinar.

Conclusão

De fato, não é raro em salas de aula, além de não estudar a importante atuação política da princesa, apresentá-la como mulher traída e conformada com a traição. Nesse sentido, a viagem de D. Pedro a São Paulo é reduzida a um simples caso amoroso com a marquesa de Santos.

Por fim, nossos jovens e crianças são apresentados à obra de Pedro Américo, O grito do Ipiranga, quadro que simboliza a Independência do Brasil. No entanto, imbuído por uma visão revisionista, o professor de esquerda usa o quadro para fazer chacotas e mais uma vez, denegrir D. Pedro I, seu papel e sua importância para nossa história.

Em suma, como regra geral, nas salas de aula Brasil afora, a esquerda tem ensinado nossas crianças e jovens a desprezar o Dia da Independência e tudo que cerca esse momento. Ou seja, a esquerda não ama o Brasil, não ama nossa história, odeia e despreza a ideia de patriotismo.

Por Jakson Miranda

 

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