A implacável e monolítica ditadura do judiciário

Não podemos mais negar o fato de que vivemos em uma ditadura do judiciário

Não podemos mais negar o fato de que vivemos em uma juristocracia ou, ditadura do judiciário

O STF é uma organização tirânica, despótica e totalitária, que existe unicamente para preservar e proteger os seus próprios interesses, logo, tem sido a instância que sintetiza a ditadura do judiciário.

Há muito tempo eles praticam a censura, de forma totalmente discricionária e arbitrária, visto não toleram críticas e comportam-se abertamente como os ditadores que realmente são.

Recentemente, o ditador Alexandre de Moraes mandou suspender as contas da rede social Twitter de diversos apoiadores do governo Bolsonaro, como Roberto Jefferson, Sara Giromini e Luciano Hang, da Havan, entre outros, acusando-os de disseminarem Fake News.

Aparentemente, teremos que nos habituar com o STF praticando abertamente a censura contra quem fala a verdade. Isso está se tornando um hábito corriqueiro e fica cada vez mais frequente. Em abril do ano passado, o STF censurou a Crusoé pelo fato da revista ter publicado uma matéria investigativa que comprometia o presidente do Supremo, Dias Tofolli. Há cerca de três meses, o STF mandou bloquear o WhatsApp e as redes sociais de sete indivíduos, simplesmente por que estes teriam criticado o Supremo e suas “sacrossantas” majestades. Até onde irá esta censura estatal imposta pelo Supremo? E quem foi que deu ao Supremo poderes plenipotenciários sobre os cidadãos brasileiros?

O STF não tolera críticas; tudo o que é publicado contra eles é considerado Fake News ou “discurso de ódio”. Os ministros são deuses soberanos e absolutos que estão acima de críticas. Como se não bastasse, os ministros passaram a proteger os corruptos do congresso com igual mordacidade e veemência. Os mafiosos do judiciário mostram diariamente que são pessoas cínicas, depravadas, autoritárias e despóticas. Do palácio onde exercem suas autoridades positivistas, estão interessados unicamente na manutenção e na expansão do seu poder. Agem o tempo todo como crianças deslumbradas que podem usar os poderes que tem para saciar seu sórdido e nefasto autoritarismo.

Ministros do STF e suas conveniências

Os ministros alegam — evidentemente— que estão atuando para “proteger” a democracia. Se realmente vivêssemos em um regime democrático, eles não poderiam ser tão intolerantes com relação à críticas. Quem não tolera críticas e tenta silenciar opositores à força na base da imposição judicial é um ditador. Não existe outra descrição para isso.

Além do mais, os ministros não se incomodam com críticas ao Poder Executivo — especialmente se for dirigida a ala liderada pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, se eles ou os seus associados do congresso são criticados, eles afirmam que isso constitui um “ataque” à democracia. O que ocorre aqui é um perfeito exemplo de cínica contradição. O duplo padrão tão comum no cenário da hipócrita política tupinambá.

A verdade é que a “democracia” de fachada que temos é muito conveniente para essa gente; é um sistema que favorece os grupos que estão no poder. É graças a democracia que a elite política e os marajás do funcionalismo enriquecem de forma ostensiva e abundante.

Não podemos esquecer que no final de 2018, os marajás do Supremo deram um generoso aumento salarial para eles próprios. De trinta e quatro mil reais por mês, eles passaram a ganhar trinta e nove mil. Isso para não contar os inúmeros benefícios e privilégios adicionais dos quais usufruem. A toda hora, essa gente faz licitações para comprar lagostas, espumantes, vinhos finos e outros artigos de luxo, do qual a aristocracia governamental corriqueiramente usufrui. Aliás, é para isso que pagamos impostos exorbitantes.

Para sustentar todos os imensuráveis privilégios da elite estatal. Você come pão e toma água, mas os marajás do STF comem lagostas caríssimas e tomam finos espumantes importados de países europeus.

Concluindo 

A verdade é que o Supremo Tribunal Federal é uma organização discricionária de matriz ditatorial e totalitária. Não existe outra definição para o STF. O STF não existe para proteger a democracia. Seus integrantes pensam apenas em seus próprios interesses — que normalmente envolvem a manutenção de vastos privilégios, conforto, abundância material e muita suntuosidade — e em silenciar através do terrorismo estatal os seus críticos e opositores. A ditadura do judiciário é uma espécie de poder paralelo, que pode fazer o que quiser, quando quiser. E ninguém ousa enfrentá-la ou atacá-la de frente.

Como os burocratas que são, os integrantes do Supremo permanecem completamente indiferentes à população. Não existe democracia ali, tampouco poder popular, representatividade ou trabalho pelos interesses nacionais. O STF é simplesmente uma organização criminosa, com poder estatal pleno e absoluto. O que importa para os seus integrantes, no final das contas, é o poder e os privilégios que a autoridade estatal traz consigo. Enfim, seus membros não passam de psicopatas que brincam de Deus o tempo inteiro, e decidem quem pode se expressar e quem não pode. Quem ousar criticá-los, claro, deve estar preparado para as consequências. Como diria o saudoso Rui Barbosa: “A pior ditadura é a ditadura do judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer.”

Por: Wagner Hertzog

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