A intolerância política no Brasil vem da esquerda

A intolerância política no Brasil vem da esquerda

Militantes são treinados para serem ferozes e implacáveis com quem pensa de forma diferente. É isso que a esquerda sabe fazer e é isso que causa intolerância política no Brasil

Um dos grandes problemas com o qual nos deparamos ao enfrentar a esquerda política no Brasil e no mundo, vem do imensurável grau de doutrinação de que sofrem seus adeptos e isso acaba gerando e fomentando intolerância.

Logo, as pessoas que se identificam com a esquerda e militam nessa ideologia, não são apenas pessoas completamente indiferentes à realidade, como vivem imersos em um colorido e resplandecente mundo de fantasias, do qual é praticamente impossível despertar.

Doutrinados em um grau absurdo e irreversível pela sua ideologia de estimação, eles não apenas foram ensinados a odiar profundamente todos aqueles que pensam de forma diferente, como acreditam insistentemente que estão certos em absolutamente tudo. Como proprietários da “verdade absoluta”, eles não acham necessário dialogar ou escutar pessoas com posicionamentos diferentes. São criaturas beligerantes, irracionais e intolerantes por natureza.

Ou seja, o que vai acima, são inequívocas características de intolerância política que até pouco tempo no Brasil, era ignorado pela mídia e pelo STF.

Militantes acreditam que é muito mais fácil qualificar as pessoas das quais eles não gostam como sendo fascistas, burgueses e neoliberais e gritar, berrar, espernear e continuar acreditando na fantasia de que eles possuem o pleno e absoluto monopólio da verdade; assim sendo, todas as demais pessoas com crenças, convicções ou pensamentos divergentes estarão automaticamente erradas.

Foi esse pensamento virulento, despótico e totalitário que adoeceu e capturou plenamente uma expressiva parcela da população, corrompendo jovens, estudantes, professores, artistas, jornalistas e profissionais da comunicação, dentre muitos outros setores da sociedade brasileira, transformando pessoas comuns em militantes doutrinados e fanáticos.

Primeiramente, precisamos entender que o nível de doutrinação a que estas pessoas foram submetidas realmente está além de qualquer grau de normalidade.

A lavagem cerebral é tão completa que essas pessoas enxergam seus líderes políticos como sendo divindades onipotentes e absolutas, e sua doutrina de estimação é utilizada como o padrão de referência para se atingir a “verdade absoluta”.

O resultado que temos são grupos de fanáticos idólatras e arrivistas, que estão plenamente dispostos a praticar um colérico e absurdo nível de violência e agressividade irracional contra pessoas pacíficas, pelo simples fato delas possuírem convicções e posicionamentos diferentes.

Um exemplo claro desse fanatismo cruel e beligerante ocorreu em abril de 2018, quando o petista Manoel Eduardo Marinho tentou matar o empresário Carlos Alberto Bettoni em frente ao Instituto Lula, por este estar protestando pacificamente em uma manifestação antipetista.

O empresário foi então agredido, caiu e bateu a cabeça no para-choque de um veículo. Posteriormente, teve de ser internado em decorrência do traumatismo craniano que sofreu.

Apesar de Marinho ter sido preso, juntamente com o seu filho, que o teria ajudado a perpetrar a infame, maligna e injustificável agressão, no final do ano, ambos foram soltos por uma liminar do STJ. Ao conceder tal liberdade, a justiça brasileira acaba incentivando mais casos de intolerância política

Infelizmente, esse tipo de comportamento é o padrão da militância. Militantes são por natureza fanáticos, irracionais e totalitários, não toleram qualquer tipo de divergência quando o assunto é a sua ideologia onipotente. Isso se torna compreensível quando entendemos a profundidade da lavagem cerebral que essas pessoas sofreram, o que nos faz entender também porque elas se tornaram completamente incapazes de pensarem e raciocinarem por si próprias; elas foram adestradas para se tornarem cordeirinhos dóceis e subservientes, portanto permitem passivamente que seus líderes pensem por elas. Enfim, militantes são completamente incapazes de perceber como são manipulados como idiotas úteis por psicopatas desesperados pelo poder.

Partidos políticos, na prática, são seitas seculares autoritárias de caráter escatológico que dominam a mente dos seus integrantes e alteram todos os seus condicionamentos mentais, de maneira a obter uma obediência cega e incondicional do coletivo. O que todo partido quer — sobretudo os de envergadura homogênea e totalitária como o PT —, são massas de zumbis adestrados, uma espécie de tropa auxiliar disposta a tudo para ajudar a cúpula partidária a conquistar o poder político absoluto.

Isso explica porque os militantes são treinados para serem ferozes, coléricos e implacáveis com quem pensa de forma diferente.

Quem não adota a cartilha da esquerda ou da ditadura politicamente correta deve ser considerado um inimigo pelo simples fato de questionar, raciocinar e pensar por si próprio e se torna alvo de intolerância política, algo comum nas universidades públicas do Brasil.

O que os líderes de seitas políticas revolucionárias e populistas querem, no entanto, é o poder absoluto. Se pessoas livres, por sua vez, não aceitam tais líderes como seus senhores soberanos, para a esquerda elas se tornam inimigos a serem derrubados. Afinal, representam a resistência contra o despotismo fisiológico de movimentos e partidos que almejam o poder acima de tudo. A militância, no entanto — em decorrência da sistemática lavagem cerebral a que é ostensivamente submetida — nunca é capaz de despertar para a realidade e perceber que todos ali são usados como idiotas úteis de um projeto de poder.

Infelizmente, pessoas com capacidade de raciocínio pequena, inteligência escassa, conhecimento zero e nenhum discernimento sempre serão presas fáceis para a esquerda, que sabe seduzir as massas frustradas e ressentidas com um discurso que fala exatamente aquilo que elas querem ouvir. Que elas não são diretamente responsáveis por suas vidas, mas políticos puros e sacrossantos darão a elas tudo aquilo que elas desejarem, em troca do voto. O discurso paternalista da esquerda promove sentimentos negativos, como fúria, inveja e ressentimento. Os projetos de poder revolucionários, por sua vez, estimulam o comportamento histérico e irracional da militância, que por sua vez se transformam em extrema, maléfica e selvagem intolerância.

A incapacidade de ver além deste panorama nefasto, e entender o que realmente acontece nos bastidores do jogo político, escancara a ingenuidade patológica do militante. A falta de discernimento da população — que serviria para compreender as incompatibilidades entre a teoria e a prática das utopias de esquerda —, se transforma em uma base sólida que cristaliza a plataforma política de numerosos carreiristas demagogos, sádicos e oportunistas, que se aproveitam da ingenuidade da população para alcançar o poder político. Infelizmente, não podemos esperar que esse panorama mude; ao menos, não da noite para o dia.

Como esquerdistas são criaturas irracionais, jamais usam a lógica para analisar qualquer situação. Sendo também economicamente irracionais, a militância acredita que o estado pode modificar a sociedade e o mercado por decreto e moldá-lo de acordo com sua ideologia. Infelizmente, a militância histérica e irracional continua como continuará disposta a obedecer cegamente aos seus líderes demagógicos, populistas e oportunistas, que por sua vez só se interessam pelo poder. A esquerda é forte porque atrai as massas ignorantes, histéricas, beligerantes e irracionais, sempre desesperadas para serem servidas por algum líder político “caridoso”, que possui um discurso genérico cativante. cheio de palavras dóceis, disposto a prometer o impossível. Como atrai pessoas naturalmente beligerantes, o discurso autoritário abastece a intolerância.

E assim, o problema se perpetua em um cenário político desgastante — saturado de militantes histéricos e irracionais —, sempre dispostos a louvar e venerar os seus deuses políticos, tanto quanto se dispõe a obedecê-los cegamente, sem jamais contestar ou questionar.

Enquanto as pessoas não forem ensinadas a usar a razão e as suas faculdades de raciocínio, ao invés de se submeterem cegamente a líderes populistas, o problema da irracionalidade política, que alimenta a truculência, a bestialidade e a intolerância, continuará sendo uma moléstia crônica em nosso país.

Por: Wagner Hertzog

 

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