A Queda parte 2: Dilma em um desespero apocalíptico

Entre tantas excelentes musicas compostas pelo cantor Lobão, nenhuma outra vem bem a calhar no momento político do Brasil e com a situação da presidente Dilma do que a música “A Queda”. Primeira música do álbum Nostalgia da Modernidade, lançado em 1995 e quem diria que duas décadas depois a canção poderia ser vista como uma profecia? E não é? “…Na velocidade terrível da queda…” é de uma premonição ímpar.

E o que dizer então desta pérola: “Nas bochechas a câimbra de uma alegria incompleta, nada como um sorriso burro e paranoico para não perceber a velocidade terrível da queda”. Olhemos no rosto de qualquer petista e mesmo em seus disfarces mais bem trabalhados, conseguimos encontrar claramente esse sorriso burro e paranoico a que se refere Lobão.

Sim, meus amigos, o governo petista atravessa um período apocalíptico. Irá sobreviver à queda? Ou melhor, irá conseguir se levantar? É difícil saber. O bom senso nos diz que não, mas a peculiar fama de pizzas assadas nos deixa ressabiados.

Saiu na revista “Isto É que a Policia Federal começará a investigar a campanha da presidente. Na reportagem completa, AQUI, você entenderá que as coisas só tendem a piorar para um governo já moribundo. Vejamos alguns trechos:

Para um integrante da força-tarefa da Lava-Jato, a descoberta de que o dinheiro sujo entrou na campanha petista e saiu de lá no mesmo dia para pagar fornecedores suspeitos pode complicar a situação de Dilma. “Não há mais dúvidas de que os recursos desviados da Petrobras percorreram um caminho sinuoso que passa pelas empreiteiras e deságua nas contas dos fornecedores”, diz o procurador. Segunda empresa que mais recebeu recursos da campanha de Dilma, atrás apenas da Polis Propaganda, a Focal está em nome de um motorista e da filha de Carlos Cortegoso, o verdadeiro proprietário. Em 2005, a empresa foi apontada pelo publicitário Marcos Valério como destinatária de recursos do mensalão.

Outra transação feita por Edinho, no mesmo dia das transferências para VTPB e Focal, envolveu a realização de oito pagamentos num total de R$ 1,83 milhão à “Rede Seg Gráfica e Editora Eireli”, uma empresa individual que funciona numa pequena sala de um sobrado vazio, no bairro Veleiros, zona sul de São Paulo. Essa suposta gráfica, que como a VTPB não possui maquinário, recebeu ao todo mais de R$ 6,15 milhões, valor superior ao limite legal permitido para esse tipo de pessoa jurídica. Ela está em nome de Vivaldo Silva, beneficiário de verba da cota parlamentar do deputado Vicente Cândido (PT/SP), parlamentar muito ligado a Edinho Silva.

Voltamos

Quero finalizar esse texto com uma mensagem simples a alguns idiotas da imprensa e a alguns maus caracteres do petismo: Não se trata de uma luta por que a oposição perdeu as eleições. Não se trata de golpe, porque o golpe já foi dado… Por vocês! Seja enganado o eleitor, seja valendo-se de expedientes nada nobres e nem um pouco republicanos. Dada todas as provas, golpe é os senhores manterem-se no poder. Contra isso não há outra estratégia que, diferentemente das que vocês usam, tem o respaldo da Constituição: Afastamento da presidente, renuncia ou ainda, impeachment. O mais apropriado, no entanto, não virá: A extinção do PT. Se a justiça não cuida desta última, cuidaremos nós nas eleições.

 

Por Jakson Miranda

 

 

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