Auxilio emergencial: Bolsonaro encurrala políticos

ao anunciar que as próximas duas parcelas do auxilio emergencial terão valor inferior, o presidente Bolsonaro encurralou os políticos e sugeriu o corte de salários dos parlamentares. 

O presidente da República Jair Bolsonaro, ao falar sobre o auxilio emergencial, encurralou os políticos que desejam fazer farra com dinheiro público. São políticos que não se preocupam com as consequências e pretendem agir de forma irresponsável, como se o Estado fizesse milagre.

Bolsonaro confirma mais duas parcelas do auxilio emergencial

O governo de Jair Bolsonaro tem trabalhado duro para mitigar os efeitos econômicos provocados pela pandemia do coronavírus. E isso não significa, diferente do que muitos imaginam, que o presidente pense apenas em cifras e menospreze a vida das pessoas. Não! Assim, ao se preocupar que o governo e a economia de um modo geral tenham boa saúde financeira, o presidente está preocupado com os mais vulneráveis.

É nesse sentido que o governo Bolsonaro garantiu a prorrogação do auxilio emergencial, com mais duas parcelas. Porém, em valor reduzido.

Cada parcela é um pouco mais de R$ 40 bilhões. Isso não tem possibilidade. A nossa dívida continua crescendo dessa maneira. Então, a ideia da equipe econômica, e minha também, é de mais duas parcelas, talvez de R$ 300”.

Obviamente que sob esta perspectiva, muitos políticos, sempre ávidos por oferecer soluções fáceis para problemas complexos, cobrariam do governo que o pagamento do auxilio emergencial mantivesse os 600 reais pagos até então. Ou seja, por ser obrigado a reduzir o valor, Bolsonaro seria apresentado, mais uma vez, como o malvadão insensível.

Vamos cortar salário dos políticos?

Todavia, ciente desta armadilha, ao anunciar que as próximas duas parcelas do auxilio emergencial terão valor inferior, o presidente Bolsonaro encurralou os políticos e sugeriu o corte de salários dos parlamentares.

“Eu sei que tem parlamentar que quer mais duas (parcelas) de R$ 600. Tudo bem. Se tivermos um programa para diminuir os salários dos parlamentares, a metade, por exemplo, aí tudo bem. Eu pago até R$ 1 mil. Mas de onde vem o recurso? Não podemos nos endividar”. Xeque mate!

Portanto, muito dificilmente Seu Rodrigo Maia, Alcolumbre ou qualquer outro parlamentar metido a espertalhão, irá criticar o governo por manter o auxilio emergencial, porém, com valor reduzido.

Por Jakson Miranda

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