Beto O’Rourke, o candidato a ditador dos EUA

Beto O'Rourke, o candidato a ditador dos EUA

Beto O’Rourke conquistou multidões de simpatizantes favoráveis as suas ideias que, basicamente, irradiavam um controle totalitário da sociedade americana

As eleições presidenciais americanas — que vão acontecer no mês de novembro — serão disputadas entre o democrata Joe Biden e o republicano Donald Trump, que é o atual presidente dos Estados Unidos. Os americanos, ao que tudo indica, se livraram da ameaça autoritária e ditatorial representada por Beto O’Rourke, o nefasto candidato a ditador do partido democrata, que, para a felicidade dos americanos, não conseguiu adquirir relevância e acabou desistindo de disputar a corrida presidencial. Felizmente, faz quase um ano que ele se mostrou totalmente irrelevante para o povo americano.

Em novembro, o mundo vai testemunhar mais uma vez republicanos e democratas naquela eterna queda de braço, para ver quem vai dominar — ao menos pelos próximos quatro anos — a nação mais influente e poderosa do mundo.

Ao lado dos democratas, no entanto, no final do ano passado uma figura terrivelmente assombrosa ganhou relevância; felizmente, foi uma relevância momentânea e efêmera, porém perigosa. Ainda assim, como foi possível constatar — por um breve período de tempo —, Beto O’Rourke conquistou multidões de simpatizantes favoráveis as suas ideias que, basicamente, irradiavam um controle totalitário da sociedade americana.

Como todo socialista, a plataforma política de Beto O’Rourke atacava com feroz mordacidade as liberdades individuais e os direitos naturais dos cidadãos americanos, no que pareceu ser um deplorável e insidioso projeto de poder político. Beto foi um dos membros da United States House of Representatives, que, juntamente com o senado, compõe o congresso americano. O’Rourke pretendia disputar as primárias presidenciais como o representante do partido democrata. Afortunadamente, ele não conseguiu atingir esse objetivo. O tempo rapidamente mostrou como ele era irrelevante a nível nacional para os cidadãos americanos.

Como todo progressista, no entanto, Beto O’Rourke se revelou um socialista totalitário, que, caso fosse eleito, promoveria os maiores ataques contra as liberdades individuais jamais vistos em território americano. Desarmamentista intransigente, um dos seus objetivos era proibir o armamento civil; por alguma razão insana, o político do Partido Democrata  acreditava — como expressou com suas próprias palavras — que os cidadãos americanos entregariam voluntariamente as suas armas para o governo, quando ele solicitasse.

Suas palavras sobre o confisco de armas que proferiu em um debate político transmitido pela televisão tornaram-se icônicos e ressoaram por todo o país: “Hell, yes, we’re going to take your AR-15, your AK-47.” (Diabos, sim, nós vamos pegar o seu AR-15, a sua AK-47); o que constituiria por si só uma flagrante violação da constituição americana, que garante aos cidadãos o direito legítimo de possuírem e portarem armas.

O direito da sociedade civil de portar armas é o que efetivamente garante a sua liberdade. Foi por isso que os chamados Pais Fundadores dos Estados Unidos fizeram questão de enfatizar a legitimidade desse direito. Caso um governo totalitário tomasse o poder, cidadãos armados poderiam se agrupar em milícias, se insurgir contra a tirania e então escorraçar os ditadores. Não é sem motivo que — antes de instaurar um regime totalitário —, aspirantes a ditadores desarmem a população.

Temos aqui perto um exemplo muito categórico nessa questão, a Venezuela. Hoje, os cidadãos venezuelanos estão totalmente desarmados, portanto vivem vulneráveis e indefesos. Nessa condição, eles não tem recursos para lutar contra a ditadura bolivariana de Nicolás Maduro. Também não tem maneiras de se proteger contra a violência urbana; e — sendo a Venezuela o segundo país mais violento do mundo —, é lastimável que os cidadãos não possuam condições de se defender de criminosos, e tenham que viver diariamente com o medo constante de serem assaltados, sequestrados ou assassinados.

Outra das medidas terrivelmente arbitrárias de O’Rourke mostrava o seu pretensioso e nefasto desejo de controlar todas as religiões. O prospectivo presidenciável pretendia obrigar todas as religiões a reconhecer e a realizar uniões matrimoniais homossexuais, no que deve ser entendido como um ataque frontal ao cristianismo. Ora, quem conhece as Escrituras Sagradas sabe perfeitamente que o homossexualismo — assim como o adultério e a fornicação — constitui uma depravação sexual, sendo sua prática, portanto, totalmente incompatível com a fé cristã. Inúmeras passagens na Bíblia condenam o homossexualismo reiteradamente. Para citar apenas uma, Levítico 18:22 descreve isso muito bem: “Não tenha relações sexuais com um homem, assim como se costuma ter com uma mulher. É um ato detestável.”

Por essa razão, desde o princípio de sua perniciosa e maléfica campanha política, ficou muito evidente que — debaixo de um manto de “justiça social” e uma retórica de suposta benevolência e altruísmo — Beto O’Rourke nunca passou de mais um progressista depravado e autoritário, que desejava arduamente impor sua nefasta e tirânica agenda sobre todo o povo americano, escravizando-o de formas tão brutais quanto arbitrárias.

Além de desejar desarmar os cidadãos — deixando-os completamente vulneráveis ao crime, à violência urbana e ao totalitarismo de estado —, Beto O’Rourke pretendia obrigar cristãos e pessoas de todas as religiões a violarem as suas próprias consciências, para atender a uma agenda política insólita, deplorável e degradante, cujo objetivo era soterrar em definitivo as liberdades individuais nos Estados Unidos e aumentar o controle do estado sobre a sociedade americana.

Que os cidadãos americanos usem de toda a sua sagacidade e astúcia para boicotar a carreira política de Beto O’Rourke em definitivo. Como todo socialista, suas aspirações totalitárias — que foram manifestamente explícitas desde o princípio de sua campanha presidencial — representaram um perigo real para a liberdade. Felizmente, ele foi incapaz de ganhar relevância a nível nacional por um prolongado período de tempo; teve seus quinze minutos de fama, que aparentemente se apagaram.

Que Beto O’Rourke continue a ser cada vez mais insignificante e irrelevante para a sociedade e a política americana, de maneira geral. Como uma situação dessa natureza mostra, até mesmo os americanos precisam estar constantemente atentos, pois sempre haverão progressistas tirânicos e intransigentes dispostos a acabar com os seus direitos e as suas liberdades individuais.

Que os cidadãos americanos jamais permitam serem desarmados. Que façam o que fizeram na Virgínia, no início do ano, quando o governador do estado, Ralph Northam, tentou implementar leis para desarmar os cidadãos. Os virginianos protestaram com coragem e veemência pelos seus direitos. Não se deixaram intimidar. Formaram até mesmo milícias — algo constitucional — para resistir. De maneira geral, os habitantes do estado não se dispuseram a serem subjugados; em questão de pouco tempo, cidadãos de outros estados juntaram-se às manifestações na Virgínia, que foram todas pacíficas, mostrando que uma expressiva parcela dos cidadãos americanos jamais permitirá que ditadores políticos tentem desarmá-los e escravizá-los.

Indivíduos como Beto O’Rourke representam um enorme perigo para a manutenção da liberdade, que é um direito humano básico e inalienável. Felizmente, sua relevância política — ao menos a nível federal —, foi efêmera e rapidamente se desintegrou. No entanto, isso não significa necessariamente que o perigo desapareceu por completo. Aspirações tirânicas sempre serão constantes no ambiente político. Beto O’Rourke pode ressurgir mais tarde, ou alguém com perfil similar pode adquirir relevância. A boa notícia é que uma expressiva parcela da sociedade americana, além de estar armada, está sempre alerta. Os americanos sabem perfeitamente que a liberdade anda de mãos dadas com a coragem e com a destreza, e, acima de tudo, com uma sociedade fortemente armada e vigilante.

Por: Wagner Hertzog

 

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