Caso Rhuan Maycon – respondendo um(a) SIMPATIZANTE LGBTQ

Não tenho dúvidas de que um dos acontecimentos mais tristes de 2019 foi o caso Rhuan Maycon. Vamos recordar a tragédia, mas, com pesar no coração. Faremos apenas por dever do oficio.

No dia 24/06, aqui no blog, publicamos o post MENINO RHUAN: POR QUE CASO FOI POUCO DIVULGADO PELA IMPRENSA? Nele, escrevi o seguinte:

O macabro crime é digno de filme de terror. Diante desse cenário, questionamos a repercussão que o fato (não) teve na grande mídia.  Não assistimos nos principais jornais reportagens especiais, opinião de especialistas ou matérias investigativas. Isso nos leva a deduzir, sem exageros, que essa mídia resolveu abafar o caso.  Por quê?  Porque se trata de um fato da realidade que não atende à pauta ideológica a qual eles aderiram.

A imprensa não quer ter que confrontar ou correr qualquer risco de parecer discriminatória contra esse grupo. Então, entre o grupo LGBT e a vida do menino Rhuan, os principais veículos de comunicação do país, escolheram o grupo. No último domingo houve passeata dos apoiadores e seguidores LGBT e, assim como a imprensa, não há registro de que tenham se manifestado sobre o crime.

Como fica claro no que vai acima, questionamos à época, a pouca repercussão que o caso Rhuan Maycon teve na grande mídia. De fato, ao não abordar o crime em profundidade, evitou-se assim, mencionar que as assassinas da criança são declaradamente adeptas da ideologia de gênero. Ao ser interrogada e questionada sobre os motivos que a levaram a decepar o órgão genital da criança, a mãe foi taxativa em afirmar que o menino Rhuan queria ser uma garota.

Pois bem, por esses dias, recebemos o seguinte comentário em nosso blog:

É triste o desespero pra culpar a comunidade LGBT por crimes igual esse. A luta sempre foi por amor e respeito. Mas pra tentar justificar a intolerancia e “combater”, associam a imagem com coisas terríveis que não tem nada a ver com o movimento. Fico triste em precisar explicar mas não somos psicopatas, não somos assassinos, não somos pedófilos. E pedimos, por favor, assim como um padre pedófilo (que é sempre encoberto) não representa o cristianismo, psicopatas assim também não nos representa. (Edu).

Vamos responder por partes.

É triste o desespero pra culpar a comunidade LGBT por crimes igual esse”. Primeiro, reiteramos que triste foi o que aconteceu com a criança.

Segundo, desespero é querer dissociar uma “comunidade” ideológica daquilo que ela mesma prega: A “Teoria” Queer (ultima letrinha do LGBTQ) defende que não existe gênero biológico. As consequências desse tipo de pregação já aparecem no dia a dia. O caso Rhuan Maycon é apenas uma das faces cruéis dessas consequências. Devemos enfatizar, para fins pedagógicos, que o ocorrido aqui no Brasil não é o único caso (Aqui e Aqui). Mas tais casos são apenas meras coincidências.

Igualmente danoso e não menos cruéis são as centenas de crianças forçadas por seus responsáveis (pais transgêneros) a seguirem a cartilha LGBTQ. Os defensores da “comunidade” LGBT falam muito em direitos humanos e aqui somos obrigados a perguntar onde estão os direitos humanos dessas crianças?

Terceiro ponto, A luta sempre foi por amor e respeito. Mas pra tentar justificar a intolerancia e “combater”, associam a imagem com coisas terríveis que não tem nada a ver com o movimento”. É esclarecedor que na mesma linha em que fala de amor e respeito, Edu nos chama de intolerantes. Ou seja, não somos merecedores de amor e respeito. Trata-se de um jogo manjado! Basta que alguém critique ou discorde da ideologia LGBTQ que logo passa a ser taxado de intolerante.

Quarto e último ponto. “Fico triste em precisar explicar mas não somos psicopatas, não somos assassinos, não somos pedófilos. E pedimos, por favor, assim como um padre pedófilo (que é sempre encoberto) não representa o cristianismo, psicopatas assim também não nos representa”. Calma, Edu. Não fique triste. Obviamente que nós não generalizamos. Faça o mesmo! Fale por você e não pela “comunidade”.

Vou além! Seja o que você quiser ser: heterossexual, homossexual, bissexual, lésbica… Mas que tal você seguir o exemplo de tantos outros que já entenderam que a “comunidade” LGBTQ significa uma IDEOLOGIA e usa a vida sexual de milhões de pessoas para propagarem pautas que nada agregam na busca de uma sociedade harmoniosa? Que tal você sair dessa bolha? Siga em frente, seja feliz e que Deus lhe abençoe!

Por Jakson Miranda

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