Classe política SEM A MENOR empatia pelo povo

nem a velha, nem a nova classe política, deu a sugestão de abraçar a cota de sacrifício e reduzir seus gordos salários e robustos benefícios.  

A pandemia que atingiu o mundo em 2020 serviu para derrubar a máscara de muita gente, de anônimos a famosos. No caso da nossa famosíssima classe política, o covid-19 possibilitou termos um vislumbre de quem realmente está preocupado com o Brasil e quem visa apenas o poder.

A nova classe política mostrou a que veio

Quando fomos as urnas em 2018, nosso desejo era de mudanças. Queríamos extirpar do poder os velhos usurpadores de recursos públicos e de sonhos.  Para isso, elegemos a “nova classe política“: Joice Hasselmann, Kim Kataguiri, Alexandre Frota, delegado Waldir, professora Dayane Pimentel, Janaína Paschoal, Arthur “mamãe falei”, Wilson Witzel, João Doria e tantos outros.

Passado pouco mais de um ano de mandato, a classe que ora detém o poder político no Brasil, em nada está deixando a desejar às velhas raposas, ao contrário, esta, se tornou tutor daquela.

Apenas para ficarmos em dois exemplos, em recente pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Kim Kataguiri, cogitou se unir à esquerda. Já o governo do senhor Wilson Witzel, é cercado por casos de corrupção na Saúde.

A verdade não demorou em vir à tona!

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Definição de empatia

Certamente todos que estão lendo este texto sabem o que é empatia, todavia, acreditamos que nosso artigo será melhor compreendido se deixarmos aqui uma sucinta definição do termo.

Em linhas gerais, podemos conceituar a empatia como a capacidade que uma pessoa tem de se colocar no lugar do outro, tendo por objetivo, agir ou pensar da mesma forma que o próximo agiria ou pensaria em determinada situação.

Ou seja, como que a grande maioria da população pobre está agindo e pensando em meio a tantas imposições advindas com a pandemia?

Nossa classe política e a falta de empatia com o povo

Poucos são os eleitores que pretendem reeleger os deputados, senadores e governadores da atual magistratura. Isso porque falta aos atuais representantes, empatia pelo povo. Assim como a velha, a nova classe política, uma vez no poder, se distanciou do povão.

Ainda hoje, o presidente Jair Bolsonaro foi preciso em seu diagnóstico.

“Imaginem uma pessoa do nível dessas autoridades estaduais na Presidência da República. O que teria acontecido com o Brasil já. Vocês vão ter que sentir um pouco mais na pele quem são essas pessoas para, juntos, a gente mudar o Brasil. Mudar à luz da Constituição, da lei, da ordem”. 

Isso acontece porque tais autoridades não sentem o que o povo sente. Não conhecem as necessidades da população!

Finalizando

No inicio de sua fala na reunião com os governadores, o presidente Jair Bolsonaro fez questão de mencionar as dificuldades que o trabalhador enfrenta nesse momento, com perca de emprego ou redução dos salários.

A referida reunião teve como objetivo construir um consenso para que fosse vetado aumento salarial de servidores públicos até o final de 2021. Nesse ponto, o presidente da República recorreu a cota de sacrifício que os servidores públicos devem aceitar.

Já Davi Alcolumbre falou em defesa do povo e fez referência à Rodrigo Maia, como presidente da “casa do povo”. Em seu discurso, Alcolumbre falou que o governo federal estende a mão amiga para socorrer estados e municípios em meio a crise.

Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre fazem parte da velha classe política. E até o momento, nem a velha, nem a nova classe política, deu a sugestão de abraçar sua cota de sacrifício e reduzir seus gordos salários e robustos benefícios.  

Não fazem isso porque nossa classe política, encastelada, não possui a menor empatia pelo povo.

Por Jakson Miranda

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