Comandante do Exército brasileiro de olho no STF

Ministério da defesa não se calou diante de uma fala tão absurda dita pelo ministro do STF

Conforme já informamos aqui no voltemos à direita, o ministro do STF Gilmar Mendes, se encontrou com o comandante do Exército brasileiro, general Edson Leal Pujol. E, pelo que se noticia, o magistrado acabou ouvindo o que não queria.

Em primeiro lugar, devemos registrar uma das nossas impressões que externamos na postagem Ministro do STF se encontra com comandante do Exército. Ali, já no final do texto, deixamos a seguinte observação:

As Forças Armadas estão sendo alvos de influências políticas contrárias ao governo Bolsonaro, no entanto, diante das câmeras, espertamente afirmam que o presidente da República é quem quer usar as Forças Armadas.

Não obstante e felizmente, pelo que se sabe, o comandante do Exército brasileiro deixou claro que as Forças Armadas estão com o presidente da República.

Pujol se alinhou à interpretação da caserna de que o Judiciário tem extrapolado em suas funções. Mesmo entre os militares considerados mais “institucionais” e avessos ao mundo político, como o comandante do Exército, não foram bem assimiladas decisões de Moraes como a que vetou o nome de Alexandre Ramagem para a diretoria-geral da Polícia Federal. A ordem judicial que mais impressionou os fardados, no entanto, foi a decisão do STF que impediu o presidente de decidir sobre políticas relacionadas ao novo coronavírus.

Enfim, alguém precisava dizer a Gilmar Mendes e sua turma que eles não são “unanimidade“. Ou seja, é bom baixarem o “tom“.

Por fim, não compartilhamos integralmente, das teses daqueles que defendem uso do artigo 142 da Constituição. Mas por um simples motivo: acreditamos que basta o povo demonstrar o que quer e tudo será encaminhado conforme esse desejo.

Todavia, é importante termos o comandante do Exército brasileiro deixando claro que existe sim uma certa absurdidade nas decisões do Supremo.

Por Jakson Miranda

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