Discurso de ódio quase matou Bolsonaro

O discurso de ódio chegou ao seu ápice no dia seis de setembro de 2018 que entrará para a história das eleições brasileiras. Neste dia, o candidato a presidente, Jair Bolsonaro, foi vítima de uma tentativa de assassinato. Até o momento, não é possível sabermos com exatidão quais serão os desdobramentos do caso.

Polêmico por natureza é certo que tão logo esteja reestabelecido, Jair Bolsonaro manterá sua postura de antes: sem “papas na língua”. Entretanto, em sua primeira fala após o atentado, Bolsonaro lembrou que nunca fez mal a ninguém.

A pergunta que pode ser feita caso não se conheça o candidato a presidente Jair Bolsonaro é: como que alguém que nunca fez mal a ninguém tem contra si a premeditação de um crime?

Nos últimos anos, Jair Bolsonaro destacou-se no cenário nacional como uma das vozes mais críticas ao petismo e a ideologia de gênero, para ficarmos nesses dois exemplos. Daí a se posicionar como líder da direita brasileira foi um pulo!

Na liderança das pesquisas de intenção de votos para ocupar a cadeira presidencial, o candidato do PSL é efetivamente o único que vocaliza os anseios de parcela da sociedade brasileira que se identifica com o pensamento conservador e que anseia por efetivas mudanças nos rumos do país.

Esse é o ponto: suas propostas têm incomodado muita gente. Não resta dúvida de que a imprensa, alimentada pela classe política, viu em Bolsonaro uma séria ameaça às suas agendas.

Estamos falando de um grupo que desde a redemocratização pairava soberano e incólume na tomada de decisões do país. Nesse sentido, é importante registrar que 1989 foi menos uma volta da democracia e mais uma tomada de poder pela esquerda. Seus efeitos, a cada ano, tornam-se cada vez mais nítidos.

Assim, Bolsonaro, ao representar uma ameaça à manutenção da visão de mundo econômica, política e social que pelos últimos 20 anos têm dado a tônica no país, passou a ser alvo de todo tipo de acusação, fake news e estereótipos.

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Em outras palavras, não foi Bolsonaro quem alimentou o discurso de ódio. Ao contrário, quem o fez foram determinados setores da imprensa e até o dia do atentado, determinados políticos. Um e outro, disseminando inverdades com frases tiradas fora de contexto. Ou seja, diuturnamente propagaram e tentaram plasmar a ideia de que Jair Bolsonaro é alguém merecedor de ser odiado. Em síntese, o discurso de ódio da imprensa e o uso desse discurso por seus adversários, quase matou Bolsonaro.

E o mais estarrecedor! Mesmo após o atentado, eles não se dão por satisfeitos e continuam a fomentar de forma vil e canalha o mesmo discurso bárbaro e asqueroso. O rascunho de jornalista Noblat, funcionário de Veja, notabilizou-se nesse quesito. Não sem resposta. Vejam:

 

Diante do exposto, não devemos aderir ao falso chamamento em favor do fim da polarização. Longe disso. A polarização deve ser ainda mais fortalecida. Não, obviamente, nos termos que se querem colocar, “nós contra eles”. Mas, dentro dos nossos próprios parâmetros: “nós somos diferentes deles”.

Assim, enquanto usam da violência e do discurso de ódio intolerante, agimos de forma pacifica.

Enquanto aplaudem e seguem quem afronta a justiça, seguimos as leis.

Enquanto se valem da democracia para sufocar, usamo-la efetivamente para defender mais liberdades.

É esse o Brasil que queremos e pelo qual lutamos.

O discurso de ódio quase matou Bolsonaro, porém e felizmente, serviu para mostrar ao Brasil e ao mundo quem é a favor das liberdades e quem, realmente, opta por eliminar aqueles que não aderem ao discurso único.

Por Jakson Miranda

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