É inegável que estamos sofrendo censura

a censura existente nas redes sociais

Não bastasse a censura existente nas redes sociais, também ministros do STF nos tiram a liberdade de expressão

Faz tempo que plataformas progressistas como o Facebook, Google e YouTube estão eliminando descaradamente tudo aquilo que é contrário à ditadura politicamente correta. Isso chama-se censura.

Essa ideologia totalitária — um desdobramento do progressismo cultural, que prega a pluralidade de ideias e pensamentos, mas não suporta nem tolera convicções divergentes —, sob a acusação de disseminação de discurso de ódio, está eliminando sumariamente tudo aquilo que é contrário ou incompatível com a esquerda política.

Evidentemente, não é só o conservadorismo que está na mira dos progressistas. Tudo aquilo que está à direita do centro está sendo sistematicamente eliminado. O liberalismo clássico, o libertarianismo, a direita alternativa e tudo aquilo que a esquerda considera “inadequado” — de acordo com a sua ideologia despótica e autoritária —, está sendo arbitrariamente sob censura nas plataformas digitais. Não é de hoje que o Facebook vem eliminando conteúdo conservador; com o passar dos anos, no entanto, páginas de direita tem desaparecido da rede social com uma frequência simplesmente assombrosa.

As principais plataformas digitais seguem de forma ostensivamente rígida a cartilha do politicamente correto. Há muito tempo o YouTube age exatamente da mesma maneira que o Facebook, quando o assunto é censurar conteúdo conservador. Há alguns anos, Dennis Prager — renomado ícone do conservadorismo americano — processou o YouTube porque a plataforma estava deliberadamente boicotando os videos do seu canal, PragerU, um dos mais populares e distintos canais conservadores dos Estados Unidos. Posteriormente, Dennis Prager processou também o Google por motivo similar.

A situação, no entanto, piorou muito com o passar dos anos. Recentemente, mais de mil canais foram deletados do YouTube — todo o tipo de canais, indo da direita alternativa ao libertarianismo. O famoso filósofo anarco-capitalista Stefan Molyneux, um apoiador entusiástico de Donald Trump, teve seu canal, um dos mais renomados do anarco-capitalismo mundial, com centenas de videos, milhares de inscritos e milhões de visualizações, sumariamente deletado. Evidentemente, ele mudou de plataforma, foi para o DailyMotion. Para todos nós, a opção mais viável parece ser justamente essa, buscar redes sociais alternativas que priorizam a liberdade de expressão e o diálogo franco e aberto, uma coisa que redes sociais politicamente corretas e assumidamente progressistas como o Facebook, Twitter e YouTube jamais irão fazer.

Há mais de dois anos, o Facebook deletou quase duas centenas de páginas de direita de uma só vez, e quase uma centena de perfis vinculados a tais páginas foram igualmente eliminados; o pretexto, claro, foi o “combate” a disseminação de supostas Fake News. Rapidamente, a notícia teve bombástica repercussão na mídia, em decorrência da veloz, mas imprecisa e demagógica atuação da imprensa vermelha, que — por ser igualmente progressista — estava celebrando o acontecimento com entusiasmo. Evidentemente, há um grande movimento para silenciar a direita política, o conservadorismo tradicional e tudo aquilo que destoe da agenda totalitária do politicamente correto.

Obviamente, os progressistas — apesar de não estarem no poder, ao menos, não formalmente — continuarão lutando avidamente pela hegemonia cultural e pelo monopólio da informação. Ou melhor, da doutrinação. Como sabemos, a esquerda não possui nenhum tipo de informação salutar ou relevante, muito menos conhecimento. Eles praticam manipulação descarada para fins de doutrinação política.

Todo esse movimento, no entanto, das grandes corporações progressistas para silenciar e conter a ascensão do conservadorismo começou há vários anos atrás, e foi ficando cada vez mais dilacerante com o passar do tempo. Para citar alguns exemplos, por volta de 2017, a página Conservadorismo do Brasil — que possuía então aproximadamente 160.000 seguidores — foi sumariamente excluída sem explicação alguma. Populares páginas anarco-capitalistas, que combatem a esquerda com mordacidade e veemência, também foram excluídas da rede social. Os anos passaram, no entanto, e gradualmente o problema foi ficando cada vez pior. O Facebook certamente pretende se desvincular de todo e qualquer conteúdo conservador, e fará o que for necessário para se tornar uma rede social de conteúdo exclusivamente progressista. A solução, por enquanto, parece ser migrar para outras redes sociais, como Parler, Telegram, Minds e Gab.

Evidentemente, a censura não é uma surpresa para os conservadores. O Facebook é uma instituição progressista, e como tal, abomina tudo aquilo que possua caráter conservador ou que dissemine valores conservadores — a saber, governo limitado, responsabilidade fiscal, família tradicional, cristianismo, empreendedorismo, livre mercado, não-intervencionismo. A companhia age da mesma forma — com um pouco mais de discrição, evidentemente — nos Estados Unidos; em 2018, no entanto, o executivo-chefe da rede social, Mark Zuckerberg, teve que comparecer a uma audiência no congresso para dar explicações sobre a maledicente conduta parcial da companhia e a censura explícita aos conservadores.

Infelizmente, o progressismo se difundiu de forma muito exacerbada pelo mundo — especialmente pela sociedade americana —, de maneira que praticamente todas as grandes companhias e todos os principais conglomerados que existem no país estão completamente infectados pela doença progressista. Há quase dois anos, James Damore foi demitido do Google simplesmente por questionar a suposta desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho.

Em decorrência das exclusões em massa de páginas de direita que ocorreram cerca de dois anos atrás, o Ministério Público Federal de Goiás exigiu explicações da rede social, à respeito da supressão indevida e arbitrária de páginas e perfis. O que se descobriu até o momento é que o TSE — de forma muito sinuosa e obscura —, estava diretamente envolvido, mas até que ponto e por quais razões, nunca foi elucidado. Pouco tempo depois, o assunto misteriosamente morreu, e ninguém mais falou sobre isso.

Infelizmente, isso não vai mudar. A solução por enquanto é migrar para redes sociais que efetivamente respeitam a liberdade de expressão. Podemos ter absoluta certeza que corporações como Facebook, Google e YouTube continuarão a suprimir páginas, perfis e canais com conteúdo conservador. Tudo aquilo que está vinculado à direita política será sumariamente eliminado pelos ditadores progressistas. Apesar de ter recebido uma reprimenda dos governos brasileiro e americano, o comitê executivo do Facebook não foi intimidado. Continuou deletando arbitrariamente páginas e perfis conservadores da rede social. Agora, no entanto, o Facebook aprendeu a lição. Nunca mais deletaram centenas de páginas e perfis de uma única vez, passaram a fazer isso aos poucos. Gradualmente, eles persistirão em eliminar da rede social tudo aquilo que não é progressista, dando sua contribuição na luta pela conquista da hegemonia cultural.

Posteriormente, o próprio Mark Zuckerberg passou a exigir regulação dos governos para as mídias sociais. Em um editorial que escreveu para o The Washington Post em março de 2019, o executivo-chefe do Facebook solicitou regulação para discurso de ódio, integridade de eleições contra a  influências dos internautas, políticas de privacidade orgânicas e portabilidade de dados. Não se deixe enganar por essas palavras bonitinhas. O que Marck Zuckerberg realmente quer é que os governos tenham fácil acesso aos dados de todos os usuários de redes sociais, e que todos aqueles que ousarem se opor ao discurso progressista sejam condenados por promover “discurso de ódio”.

A cada dia que passa, as liberdades das quais usufruímos, e que não nos foram dadas pelo estado, elas são um direito natural, estão sendo paulatinamente dilaceradas e comprimidas. A PL 26/30, por exemplo — sob o hilariante pretexto de combater as Fake News — na verdade pretende institucionalizar a censura nas redes sociais e bloquear frontalmente a expansão e a atuação virtual da direita política no Brasil. Aqui, lutamos contra o estado e as grandes corporações, que atuam conjuntamente para nos silenciar. Quando não houver mais liberdade de expressão, e tudo o que a direita falar, declarar ou publicar for classificado como Fake News ou discurso de ódio, a esquerda vence. Esse é o objetivo real da censura nas redes sociais. Obstruir a disseminação de conhecimento descentralizado e promover a concentração da informação em alguns poucos órgãos onipotentes, que pretendem retomar o monopólio da narrativa político-partidária. Que evidentemente, é progressista.

Não obstante,  podemos e devemos resistir à tirania progressista. Por enquanto, a solução parece ser migrarmos para outras plataformas. Passou da hora dos usuários substituírem o Facebook, e popularizar outras redes sociais — de caráter mais alternativo, onde há verdadeiro respeito pela liberdade de expressão — como o Parler, Telegram, Minds e Gab, que não censuram ninguém. O Facebook se tornou uma grande corporação progressista, e muito em breve não haverá nenhum espaço para nós, conservadores, na rede social de Mark Zuckerberg.

Por Wagner Hertzog

 

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