É necessário por um fim a ditadura do coronavírus

É necessário por um fim a ditadura do coronavírus

Subitamente, muitas pessoas renunciaram à razão e passaram a aceitar a ditadura política do coronavírus

Infelizmente, uma expressiva parcela da população aceitou com extrema passividade e submissão a ditadura do coronavírus, apesar de vários cientistas no mundo inteiro — como Anders Tegnell e Michael Levitt — afirmarem que medidas totalmente arbitrárias como lockdown e quarentena não apenas são injustificáveis, como totalmente destituídas de base científica.

Agora, depois de vários meses de cárcere privado, é possível constatar como essas medidas foram, além de absurdas, totalmente nefastas e contraproducentes, para não falar completamente destrutivas e maledicentes. A economia mundial, que já se encontrava à beira do colapso, foi totalmente devastada. No Brasil, mais de 700 mil empresas faliram e milhões de pessoas perderam seus empregos. O índice de suicídios também aumentou de forma alarmante, em até 40%. Leia nosso artigo A conta do “fica em casa” chegou!

Na verdade, sob qualquer ângulo que analisemos esta situação, medidas totalmente arbitrárias e desumanas como o lockdown e a quarentena — que aqui no Brasil foram compulsoriamente instituídas pelos governos municipais e estaduais — foram demasiadamente prejudiciais. Sem dúvida nenhuma, mataram muito mais pessoas do que se propuseram a salvar. A nível mundial, aproximadamente cem milhões de pessoas foram atiradas para a pobreza e a miséria absolutas, com um aumento dramático no número de pessoas que passou a morrer de fome diariamente. A ditadura global do coronavírus foi, na prática, um crime contra a humanidade. 

Infelizmente, muitas pessoas também passaram a aceitar com extrema passividade a injustificável supressão de liberdades individuais, como o direito inviolável das pessoas de ir e vir e trabalhar. Repentinamente, atividades comuns e corriqueiras que faziam parte de nossas vidas passaram a ser criminalizadas, e os cidadãos foram estimulados a denunciar para as autoridades comércios, bares e estabelecimentos que estivessem em atividade. Uma intempestiva e implacável campanha de doutrinação, lavagem cerebral e histeria midiática entrou em ação, levando as pessoas a abandonarem completamente a razão e a sensatez; a histeria, o medo, a fobia e a irracionalidade passaram a governar a vida dos cidadãos brasileiros, que aceitaram com total submissão e complacência a narrativa oficial da pandemia. 

Lamentavelmente, muitas pessoas foram incapazes de entender que o mundo foi submetido ao maior experimento de engenharia social da história, que tinha como um de seus propósitos verificar in loco qual porcentagem da população se submetia às exigências irracionais dos governos sem contestar ou questionar. Subitamente, muitas pessoas renunciaram à razão e passaram a aceitar a ditadura política do coronavírus, com o pretexto de que elas eram necessárias, como medidas sanitárias. As autoridades públicas, no entanto, não podem decepar ou eliminar as liberdades individuais sob quaisquer justificativas, não importam as prerrogativas usadas para justificá-las. Antes o contrário, governos deveriam protegê-las, mas frequentemente estão dispostos a erradicá-las quando isso atende aos seus interesses políticos e econômicos. 

Felizmente, em muitos países as pessoas começaram a se rebelar contra as restrições maléficas, irracionais e arbitrárias impostas pela ditadura do coronavírus. Na Alemanha, recentemente diversas passeatas ocorreram em Berlim. Um dos primeiros países a tomar a dianteira contra todas as criminosas restrições dessa ditadura foram os americanos. Há vários meses, no final do mês de abril — no estado de Michigan —, vários indivíduos armados entraram no congresso estadual para protestar contra as arbitrárias medidas draconianas promulgadas pelas autoridades públicas para supostamente conter a disseminação do vírus. 

Agora, mais do que nunca, é fundamental nos rebelarmos — pacificamente, porém se necessário de forma beligerante — contra a irracional e maléfica ditadura do coronavírus, rejeitando enfática e categoricamente o “novo normal” que o sistema está arbitrariamente tentando impor as pessoas. Como se todo esse deplorável festival de abominações absurdas fossem insuficientes, é provável que diversas organizações tentem fazer com que a vacinação seja compulsória, como defendem inúmeras autoridades políticas e sanitárias aqui no Brasil. O que é uma flagrante irracionalidade, visto que a vacina nem sequer foi devidamente testada, o que nos dá todos os motivos para desconfiarmos de sua eficácia.

Para piorar essa situação, a AstraZeneca — uma das empresas responsáveis pela confecção da vacina — já recebeu imunidade das autoridades públicas de diversos países, caso seu produto apresente efeitos colaterais, o que fatalmente acontecerá. Vacinas levam anos para serem devidamente confeccionadas, testadas e aprovadas. No caso da vacina contra o coronavírus, não haverá tempo hábil para testar os efeitos colaterais de médio e de longo prazo. Por essa razão, é preocupante que tantas pessoas confiem de forma irracional em uma vacina que está ativamente desrespeitando um número relevante de protocolos científicos, como vários médicos, que estão sendo ativamente censurados e silenciados, já afirmaram. 

Esse cenário de vacinação compulsória mostra ativamente que as autoridades políticas mundiais pretendem aplicar arbitrariamente uma vacina experimental em toda a população. Por essa razão, a hidroxicloroquina foi tão demonizada, apesar de ser comprovadamente uma medicação eficaz (posteriormente, a própria China passou a recomendá-la).

Como a doutora Carrie Madej explicou, a demonização de medicamentos e tratamentos alternativos é fundamental para o sistema implementar uma campanha compulsória de vacinação. Afinal, se tratamentos alternativos estiverem disponíveis, não existirão razões que justifiquem uma campanha de vacinação obrigatória. O sistema pretende passar a impressão de que a vacina é a única solução contra o coronavírus.

Infelizmente, estamos vivendo por etapas os vários ciclos do nefasto projeto de poder globalista de um governo mundial que se encaminha para o chamado grande reinício, que será discutido no ano que vem, em Davos, no próximo Fórum Econômico Mundial. A verdade é que o momento para se rebelar contra o sistema é agora. Quem não o fizer, será conduzido passivamente como uma ovelha para o abate. Se insurgir contra a perniciosa escravidão que querem impor sobre nós é fundamental.

O sistema pretende passar a impressão de que todas as pessoas que lutam ativamente para manter as suas liberdades são extremistas e egoístas. Milhões de pessoas estão sendo condicionadas a pensarem dessa maneira. Agora, precisamos nos insurgir. A batalha contra os globalistas não pode ficar para depois.  

Por Wagner Hertzog

 

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