Está em tramitação no Senado Federal, com base nas propostas do Escola sem Partido, o projeto de Lei do senador Magno Malta (PR – ES), conhecido como PLS 193/2016.

Trata-se de propostas que tem por objetivo, evitar ou diminuir a doutrinação político-ideológico que crianças e jovens sofrem diariamente em sala de aula. Tanto no ensino básico, quanto no superior.

Como era de se esperar, os profissionais da área se manifestaram contra a proposta. Oras o simples posicionamento contrário a que se tenha uma Escola sem Partido, já demonstra que a educação está partidarizada e ideologizada.

A questão que deve ficar clara é que o docente em sala de aula não fica proibido em abordar esta ou aquela questão. Este ou aquele problema. Esta ou aquela ideologia.

O que se pede é que todas as questões dessa natureza sejam apresentadas ao alunado de forma equânime.

Pode-se e deve se falar do marxismo, mas que o professor apresente os pontos positivos e negativos desse pensamento. Que a mesma proporção de prós e contras sejam dadas ao se falar do capitalismo, do livre-mercado e do conservadorismo.

Não é isso o que acontece!

Pegue qualquer livro didático de história e geografia, de qualquer ano de ensino, e você, caro leitor, saberá do que estamos falando.

De forma mais sutil ou mais escancarada, dependendo da editora, os temas invariavelmente pendem para uma interpretação descaradamente favorável ao discurso esquerdista.

A titulo de ilustração, peço que assistam a esse vídeo do filosofo Luiz Felipe Pondé

Pondé aborda a questão com vistas ao Ensino Superior. O que acontece nas faculdades, é logo reproduzido nos demais níveis de ensino. Causa e efeito.

Portanto, não se trata de casos específicos, ou ainda, de exceções. Estamos falando de um verdadeiro programa de doutrinação, sim! Chancelado pelo MEC e apoiado por praticamente todos os programas de ensino, estaduais, municipais, públicos e particulares. Em todos os níveis de ensino.

O filosofo Luiz Felipe Pondé, no vídeo acima, credita aos veículos de comunicação essa abertura ao discurso da direita. Não nego esse dado.

Porém, quanto a proposta do senador Magno Malta, qual veiculo de comunicação apresenta reportagem em defesa desse tipo de medida saneadora?

Em editorial de hoje, o jornal O Globo aborda a questão. Mas a aborda a seu modo muito peculiar.

Diz trecho do editorial:

De um lado, pratica-se a ideia de que a educação é mero pretexto para o professor doutrinar o aluno. Apresentando-lhe a sua compreensão ideológica de “esquerda” como verdade inquestionável. Nesse nicho, relativizam-se valores como a democracia e o respeito ao contraditório, substituindo-os, no relacionamento com os alunos, por clichês que nada acrescentam ao desenvolvimento cultural de quem tem a curiosidade do saber.

O reverso não escapa à indigência ideológica e educacional. Defende-se, até por meio de um projeto de lei no Congresso, uma prática nas salas de aula que, sob o disfarce de combater a doutrinação de “esquerda”, conduz à semelhante obtusidade intelectual, com sinal invertido. Tenta-se, por exemplo, proibir o professor de abordar determinados temas e autores, e mesmo tolher a explicação de ideologias, negando-se ao estudante o acesso a conhecimentos gerais — logo, ao princípio democrático de lhe assegurar o direito de formar a própria opinião. Da disciplina de História, no sentido amplo, não há como extirpar referências a Marx, a Adam Smith, ao comunismo e ao capitalismo, ao autoritarismo em todas suas matizes, à democracia e a liberdades republicanas. 

Voltamos

No trecho em destaque, salta aos olhos a expressão “pratica-se a ideia de que a educação é mero pretexto para o professor doutrinar o aluno, apresentando-lhe a sua compreensão ideológica de “esquerda” como verdade inquestionável”.

Nenhuma novidade até aqui.

É muito típico da nossa imprensa, muito ligada a esquerda, apoiar, fingir ou negar que o que se pratica na cultura e educação brasileira é sim a imposição de “verdades inquestionáveis” da esquerda.

Quando o projeto se vê ameaçado, correm todos a publicar editoriais como esses que O Globo publica.

O projeto de Lei apresentado pelo senador Magno Malta vem em boa hora. Nossa educação patina em todas as avaliações a que são submetidos nossos alunos.

Assim, junto com as ideias do Escola sem Partido, está na hora de discutirmos os benefícios que as ideias de Paulo Freire trouxeram ao ensino. Ops… Tá ai um exemplo de que precisamos sim, limpar a sujeira que impera em escolas e faculdades.

Quem foi Paulo Freire? Quais as ideias que o patrono da educação brasileira defendia? Uma vez respondidas essas duas questões, nos dirão se estamos lidando com um ensino doutrinário ou não.

O senado abriu consulta pública sobre a questão. Se você não quer que seu filho sofra doutrinação em sala de aula, clique AQUI e vote A FAVOR.

Não pare por aí. Vamos pressionar personalidades publicas, lideranças nacionais e políticos a se manifestarem publicamente em favor do projeto.

Por Jakson Miranda

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6 thoughts on “Escola sem Partido: Apoie essa ideia!

  1. Sou totalmente contra a doutrinação nas escolas! Penso que professor tem que ensinar as disciplinas (onde muitos são péssimos até pra isso). A grande maioria deles não tem o mínimo de conhecimento político histórico (vivido). Apenas, repetem o que ouvem baseado em muitas mentiras deturpando a verdade! Permitam que nossos filhos sejam educados na vida política e religiosa de acordo com nossos princípios, sabedoria e maturidade! Até porque essa questão tem gerado discórdias em família, visto que os pais não tem a mesma mentalidade doutrinária em que o filho é obrigado a respeitar na escola! Deixem as famílias em paz pelo amor de Deus!

  2. A direita tem medo do que? De alunos críticos e capazes de pensar sobre a realidade do país? Sobre a exploração a que estão submetidos? Não adianta criarem leis para amordaçar os professores, pois eles jamais aceitarão leis que os amordacem. A verdadeira Educação é livre e transformadora. Para os infernos com suas leis imbecis!

    1. Amiga, no dia em que tivermos medo de buchas como você, deixaremos de escrever. De tão amordaçada que você está não percebe… Já se acostumou com a mordaça. De qual educação livre e transformadora você está falando? Qual a transformação que isso está causando nos índices avaliativos?

      Alunos saem do ensino médio sem saber ler e compreender um simples texto. Entram em faculdades sem saber o que é uma simples equação. Isso é céu ou inferno?

      Uma dica: Vá estudar… Não!!! Vá ler um livro!

    2. Você está tão entorpecida que não percebe que o projeto visa exatamente fornecer a, hoje inexistente, oportunidade dos alunos adquirirem capacidade crítica a partir de um ensino isento. Hoje, o que você chama de “educação livre e transformadora”, é apenas a visão esquerdista dos fatos.

      Nós sim lutamos por uma educação livre e transformadora, que não esteja submetida a amarras ideológicas.

      Ah, e, aliás, sou professor.
      Os professores que entendem seu papel e sabem que não são propagandistas ideológicos, apoiam à medida

  3. SOU A FAVOR DA ESCOLA SEM PARTIDO NOSSOS FILHOS PRECISAM SER ALFABETIZADO E NÃO ORIENTADO DE ACORDO COM O QUE OS PROFESSORES TEM EM VOSSAS CABEÇAS OS PROFESSORES QUE ENSINEM A LER E ESCREVER QUE SOBRE O QUE ELES TENDE A FAZER DA VIDA DELES; NÓS OS PAIS SABEMOS ORIENTA-LOS SEGUINDO A TRADIÇÃO DA FAMILHA; EU QUERO QUE MEUS FILHOS E NETOS SIGAM NOSSOS COSTUMES A NOSSA EDUCAÇÃO O RESPEITO QUE SEMPRE CONSERVAMOS NO RELACIONAMENTO DE NOSSAS FAMILHAS ESCOLAS NÃO TEM NADA HAVER COM POLITICA ISSO É COISA DE PARTIDOS POLITICOS QUE ESTÃO PENSANDO EM DEIXAR O TERRENO PREPARADO PRA UMA EVENTUALIDADE DE UMA ELEIÇÃO ONDE CERTOS CANDIDATOS SE BENEFICIARIA COM ISSO NOSSOS FILHOS SEGUIRÃO NOSSOS COSTUMES; JAMAIS ACEITAREMOS EU E MINHA FAMILHA QUE SEJAM DOUTRINADO MANIPULADOS POR QUEM QUER QUE SEJA

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