Fake News é desculpa para impor censura

Fake News é desculpa para impor censura

A chamada “Lei das Fake News”, é apenas um exemplo de como querem impor a censura 

Com a censura, sob o disfarce de combate a  fake news, ficando cada vez maior em plataformas progressistas como Facebook, YouTube e Google, a criminalização do pensamento político de direita vai gradualmente tomando formas cada vez mais drásticas e severas. Além das corporações progressistas que incorporaram a ideologia politicamente correta e monitoram ativamente o ambiente virtual para deletar de suas respectivas plataformas todos aqueles que divergem da esquerda política, o congresso da mesma maneira tenta ativamente censurar as redes sociais, em uma tentativa de inibir tudo aquilo que possa comprometer a sua desvairada obsessão pelo poder absoluto. Hoje, a direita política luta ativamente contra o estado autoritário e a censura das grandes corporações. Em síntese, Essa é a nossa realidade atual.

Projetos famigerados para censurar as redes sociais — como a PL2630 — são apenas o princípio de uma série de tentativas que o establishment se propõe a realizar para silenciar o cidadão comum. O “problema” das redes sociais é que elas dão voz à população, permitem ao cidadão comum que expresse o seu pensamento e questione o sistema. Isso é tudo o que as oligarquias políticas que efetivamente controlam o estado não querem.

Portanto, a PL2630, a chamada “Lei das Fake News“, apelidada de Lei da Censura, é apenas um exemplo nessa questão. Na prática, não passa de uma descarada e cínica tentativa do establishment de censurar os internautas. Ao contrário do que a classe política pensa, nós entendemos perfeitamente o que está acontecendo.

Nós sabemos que nossos “honrados”, “íntegros” e “benevolentes” gestores governamentais não estão nem um pouco preocupados com a disseminação da mentira. Antes o contrário — o que realmente os preocupa é a disseminação da verdade.

Por isso, eles estão desesperados em institucionalizar a censura, usando nomes bonitinhos como “Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet“. Ou seja, fazem isso para que as coisas não pareçam ser o que realmente são. A verdade é que a classe política pretende silenciar a população para continuar com a sua cleptocracia sórdida, depravada e autoritária, sem ter que se preocupar em serem denunciados, descobertos ou publicamente questionados. A classe política, sempre sórdida e saturada de interesses escusos, odeia ter que suportar os questionamentos e a fiscalização dos cidadãos.

Dito isto, a bem da verdade é que ao contrário dos Estados Unidos, não possuímos uma democracia sólida, plenamente funcional, dinâmica e coesa. Ao contrário. Aqui, o estado é propriedade da esquerda política. Portanto, é fundamental compreender que a eleição de Bolsonaro foi uma anomalia, um ponto fora da curva. O projeto de poder das oligarquias globalistas que financiam a tirania progressista tem por objetivo tirar Bolsonaro — e também o povo brasileiro — do seu caminho para fazer tudo aquilo que faziam quando o PT estava no poder. Querem continuar roubando, prevaricando, extorquindo, fazendo concessões e trocas de favores no permanente jogo de poder que é a arena política nacional. A eleição de alguém comprometido com o país e com a população é um verdadeiro anátema para os oligarcas do sistema político.

Por isso, as oligarquias políticas que controlam o estado brasileiro estão tão desesperadas em censurar as redes sociais. Elas acreditam que Bolsonaro se elegeu graças as elas, e que colocando uma mordaça em seus apoiadores, será possível evitar sua reeleição. O que essa gente pretende, acima de tudo, é retomar o monopólio da narrativa político-partidária-ideológica, que foi desmantelada com a descentralização de informações propiciada pelas redes sociais. Assim, censurando de forma plena o conservadorismo e a direita política — extremamente ativas e atuantes nas redes —, as oligarquias progressistas poderão ativamente retomar o monopólio da narrativa. A esquerda tem a pretensão de ser a única criadora e disseminadora de conteúdos — como foi até pouco tempo atrás, antes da ascensão das redes sociais e da difusão descentralizada de informações permitida por elas.

Por isso, institucionalizar medidas despóticas e restritivas é tão importante para essa gente. O que esse projeto de lei pretende instaurar é a censura — não há nenhuma pretensão efetiva em um projeto dessa natureza em combater Fake News. Assim, se trata de uma expressão usada pela esquerda para atacar todas e quaisquer informações, opiniões ou pontos de vista veiculados pela direita que divergem da ideologia progressista. Como é uma força política despótica e totalitária, a esquerda pretende silenciar todos os seus opositores. Quer adquirir poder para decidir o que é verdade ou não. É isso o que está por trás de um projeto de lei como a PL2630. Seu objetivo é fazer com que todas as informações publicadas, difundidas e veiculadas pela direita sejam classificadas como Fake News ou discurso de ódio. O objetivo pleno de medidas como essa é criminalizar o pensamento político de direita no Brasil.

Por enquanto, podemos recorrer a redes sociais mais livres e independentes, como Parler, Telegram, Mind e Gabs. Afinal, a rendição não é uma alternativa. Não podemos e não vamos parar. Mas se não agirmos, o estado autoritário progressista — que ainda está no poder, e ativamente tenta impedir Bolsonaro de governar — será persistente em suas tentativas para nos silenciar.

Por Wagner Hertzog

 

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