Feminismo é um aparato progressista de imoralidade

feminismo é basicamente uma seita de ódio aos homens brancos

Criador: Matt Cardy Crédito: Getty Images Direitos autorais: 2017 Getty Images

O feminismo propaga a falácia de lutar pelos “direitos das mulheres”, porém, a verdade passa longe disso

O feminismo é formado por militantes terrivelmente histéricas e insuportáveis, que afirmam constantemente lutar pelos “direitos das mulheres” e contra os privilégios de uma sociedade supostamente “patriarcal” e “machista”.

Ironicamente, as militantes feministas só podem fazer isso em países progressistas como o Brasil, onde o liberalismo social e cultural da era pós-moderna permite que as mulheres sejam livres e desempenhem na sociedade papéis tão relevantes e expressivos quanto os homens.

Mulheres não são oprimidas em sociedades liberais pós-modernas. Isso é uma delirante fantasia apregoada pela doutrina progressista. Muito pelo contrário, em praticamente todo o ocidente as mulheres são livres para agirem da forma que desejarem.

Podem até mesmo agir como prostitutas sórdidas, promíscuas, abusivas, irracionais e beligerantes — muitas fêmeas frequentemente agem dessa forma — trocando ostensivamente de parceiros sexuais, e se um homem se atreve a criticar esse tipo de conduta, ele pode ser considerado misógino e intolerante.

Em países como Omã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Iraque, por outro lado, a inexistência de movimentos culturais progressistas e feministas permite que essas sociedades continuem sendo primariamente masculinas e patriarcais; essas nações, portanto, são guiadas, dirigidas, conduzidas e lideradas unicamente por homens. E essa é uma das razões que permite que essas sociedades sejam muito mais organizadas, prósperas e civilizadas. Na história da civilização, o equinócio da prosperidade e da estabilidade foi alcançado justamente porque as sociedades mais avançadas jamais abdicaram de princípios patriarcais e tradicionalistas, que sempre foram o baluarte de suas raízes culturais.

Por alguma razão muito conveniente, as feministas do ocidente nunca se interessaram em levar as doutrinas do progressismo e do liberalismo social aos países do Oriente Médio.

Questiono qual seria a razão para essa displicência da parte delas. Será que esses países não seriam receptivos a esse tipo de ideologia? Ou elas compreendem que sociedades patriarcais como as citadas acima seriam ostensivamente hostis à liberalização da mulher — que serve apenas para converter as fêmeas da espécie humana em criaturas promíscuas, histéricas e degradantes —, mas não se atrevem a criticar os países do Oriente Médio por que a ditadura cultural politicamente correta da esquerda progressista não permite?

De qualquer maneira, isso mostra de forma enfática e contundente a hipocrisia sórdida e vil do movimento feminista, sempre sorrateiro, evasivo e determinado a fazer apenas aquilo que é conveniente.

Ora, quem diria, mas é demasiadamente fácil constatar que o feminismo só pode existir em países onde a excessiva e degradante tolerância do liberalismo prospera. Ou seja, em lugares onde as mulheres são livres para agir da maneira que desejarem; consequentemente, é natural que o feminismo consiga proliferar com extrema facilidade justamente aonde ele é mais descartável e desnecessário.

Não que exista algum lugar no mundo onde o feminismo seja necessário. Ele não é necessário em lugar algum. O paradoxo está no fato de que o feminismo floresce justamente aonde as mulheres são livres. E mulheres livres não precisam do feminismo. Feministas, no entanto — que são um produto da degradação ocidental progressista pós-moderna e sintoma da decadência cultural inerente ao liberalismo —, reclamam que são oprimidas. Logo elas, que vivem justamente nos países mais livres do mundo.

Em países como o Brasil, as mulheres são excessivamente livres para agir da maneira que quiserem. Elas podem ser até mesmo feministas histéricas, coléricas e indolentes, e não sofrerão nenhuma represália por conta disso. Não, as mulheres não são oprimidas no ocidente. Escrevi isso acima, mas repito — tal afirmação é uma delirante fantasia da ideologia progressista.

No ocidente, as mulheres podem ingressar na política, podem votar, administrar o próprio negócio, se casar com quem elas quiserem, se divorciar, usar roupas curtas que mostram o corpo e as curvas sensuais, e até mesmo participar de orgias com muitos homens e com outras mulheres. E elas nem mesmo serão apedrejadas por conta disso, nem a brigada de costumes exigirá uma prestação de contas da parte delas. Portanto, é extremamente irracional, irrealista e falacioso afirmar que as mulheres no ocidente são oprimidas. Essa é uma das maiores ficções do mundo contemporâneo.

As feministas ocidentais deveriam ser mais sinceras consigo mesmas e mais honestas com a sociedade e confessar que, na verdade, elas sofrem de uma amarga e pungente solidão crônica. Feministas, realisticamente, sofrem de uma aguda e patológica síndrome de ausência de atenção masculina. Atenção masculina é o que elas mais anseiam, mas não suportam admitir isso nem mesmo para elas próprias. Consequentemente, a ausência dessa atenção gera um vazio angustiante — uma carência permanente que nunca é devidamente saciada e atendida —, que eventualmente se transforma em uma grave patologia, justamente por não ser devidamente tratada.

Normalmente, feministas são mulheres que sofreram na infância pela ausência da figura paterna. Naturalmente, essa ausência serviu como propulsão para uma coletiva aversão histérica aos homens, que se tornou patológica na fase adulta.

Consequentemente, as feministas ocidentais se lançaram em uma virulenta cruzada contra o homem branco, que é supostamente “privilegiado” por uma cultura considerada “patriarcal” e “machista”, no mundo de ficção no qual elas habitam.

Mas repare que a luta delas é apenas contra o homem branco, jamais contra o homem negro, pois — de acordo com a doutrina progressista politicamente correta — o negro também é uma “vítima oprimida” do sistema. Portanto, ele é “incapaz” de fazer mal às mulheres, sendo por natureza tão inofensivo e gentil quanto um dócil camundongo.

No movimento pós-moderno histérico e degradante que é o feminismo, não existe absolutamente nada de consistente ou verdadeiro. Tudo não passa de uma grotesca e insidiosa farsa, um espetáculo protagonizado por mulheres histéricas desesperadas por atenção. Não há nem jamais haverá feministas no Oriente Médio, porque o feminismo é um movimento hipócrita de mulheres histéricas alucinadas que buscam privilégios. Não há qualquer genuína preocupação com o bem-estar geral das mulheres, apenas um desejo patológico de chamar a atenção.

No Oriente Médio, feministas seriam violentamente expurgadas se pregassem abertamente as heresias satânicas de sua seita. De qualquer maneira, é muito bom saber que existem sociedades que estão devidamente blindadas e protegidas da corrosão moral deflagrada por degradantes e deploráveis ideologias satânicas pós-modernas.

O feminismo, que é basicamente uma seita de ódio aos homens brancos — que são supostamente privilegiados por serem homens e serem brancos — não passa de mais uma repulsiva, perversa e maledicente histeria coletiva pós-moderna. Assim como o progressismo, essa deplorável e nefasta ideologia eventualmente deixará de existir, para entrar no esquecimento e ser completamente obliterada da civilização.

Por Wagner Hertzog

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *