Gilmar Mendes ataca Bolsonaro e Exército

Gilmar Mendes, em uma suposta analise sobre a pandemia, ataca tanto o presidente da República Jair Bolsonaro como também o Exército

O ministro Gilmar Mendes em “debate” com Mandetta, ataca não só Bolsonaro, como também o Exército

O ministro do STF participou hoje de um “debate” virtual com o ex-ministro Henrique Mandetta e o médico Dráuzio Varella e na ocasião, Gilmar Mendes, em uma suposta analise sobre a pandemia, ataca tanto o presidente da República Jair Bolsonaro como também o Exército.

Não podemos mais tolerar essa situação que se passa no Ministério da Saúde. Não é aceitável que se tenha esse vazio. Pode até se dizer: a estratégia é tirar o protagonismo do governo federal, é atribuir a responsabilidade a estados e municípios. Se for essa a intenção é preciso se fazer alguma coisa. Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso“.

O mais estarrecedor é que Gilmar Mendes ataca Bolsonaro e por extensão o Exército, colocando-os como genocidas. Ou seja, para Gilmar Mendes, há um genocídio em curso no Brasil e apreendendo as entrelinhas da sua fala, a conclusão é óbvia: para Mendes, Bolsonaro é um genocida.

Em primeiro lugar, trata-se de um ataque grosseiro, gratuito e mentiroso. É inadmissível que um ministro do Supremo faça comentários com esse teor. Se o ministro compreende o significado de genocídio, utiliza-o de má-fé. Se não conhece, revela-se um ignorante. Ademais, utiliza da mesma linguagem retórica que não sai do discurso da esquerda.

Há alguns dias, o falante Gilmar Mendes e o comandante do exército se encontraram. Noticiamos o fato aqui e alertamos sobre as intenções do ministro.

Todavia, pelo que se divulgou, o resultado do encontro não foi aquilo que Mendes desejava. Consta que o general Edson Leal Pujol deixou claro para Gilmar Mendes a percepção negativa que as Forças Armadas tem sobre a atuação do STF.

Encerro

Por fim, fica a indagação: o STF irá nomear alguém para o Ministério da Saúde?

Por Jakson Miranda

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