Grande mídia em sua espiral de calúnia psicótica

Superada a maré da “gravíssima interferência”, a grande mídia rapidamente pulou para o caso das fake news.

No meu último artigo, chamado “Patifarias da mídia contra Bolsonaroexpus a derrota acachapante sofrida pela grande mídia. Tal derrota se deu no caso do “bombástico e destruidor vídeo da reunião ministerial de Bolsonaro”. Diga-se de passagem, tratou-se de uma reunião que sequer foi convocada e pautada pelo presidente; mas sim pelo Ministro Braga Netto para tratar sobre o programa “Pró-Brasil”.

O término de mais esse capítulo terminou com o presidente sendo aplaudido pelo povo. Moro por sua vez, ficando como “ingênuo”e a bolsa de valores subindo, o dólar caindo e a mídia passando por mais um vexame.

Grande mídia é rápida em mudar de pauta

Superada a maré da “gravíssima interferência”, a mídia rapidamente pulou para o caso das fake news.

Falamos de um assunto antigo, mas que ganhou novo destaque graças a decisão do Ministro Alexandre de Moraes. Moraes, entendendo caber ao STF investigar, acusar e julgar, determinou, num inquérito instaurado pelo próprio STF, com base no seu regimento interno (!), busca e apreensão na residência de diversos ativistas e atuantes das mídias sociais, muitos deles apoiadores do governo Bolsonaro.

Friso que se trata de uma investigação contra uma suposta “rede de fake news”, que, até hoje, ninguém viu. Mas, parece que essa “rede de robôs divulgadores de fake news” é, em si, a própria fake news; e assim faz com que o inquérito, a investigação e demais ações do STF sejam uma fake news total. Porca miseria!

Portanto, sem adentrar no mérito jurídico, que ficará para outro texto, é importante observarmos o modus operandi midiático, que mal nocauteado, se levanta e parte para o contra-ataque ao defender a censura e o cerceamento da liberdade de expressão. Opa! É isso mesmo, caro leitor, a mídia comete até suicídio para derrubar o presidente.

Calúnia psicótica

O importante é caluniar e caluniar sempre, pois alguma coisa sempre acabará pegando. O custo disso é pago pelo Brasil, que, diuturnamente, vive entre intrigas e picuinhas, causadas pelas diárias, aí sim, fake news da mídia tradicional, que vela dia e noite no campo oposicionista-sensacionalista, em detrimento do dever de informar.

Já disse e repito: “não restam dúvidas de que a mídia oligárquica existente no Brasil é hoje a maior ameaça à estabilidade política e governabilidade nacional. Ela tornou-se uma ameaça à inteligência e à verdade”.

A mídia não percebe que essa forma de agir, cedo ou tarde, será usada contra ela e, claro, contra todos os brasileiros que prezam pela informação fidedigna e liberdade de expressão. Cabe até reformular o texto do teólogo Martin Niemöller: “primeiro, eles vieram pegar os bolsominions, mas eu não sou bolsominion, então eu não disse nada (até gostei, hehehe…). Depois eles vieram pegar os conservadores, evangélicos, etc., mas eu não sou nada disso, então eu não disse nada. Então, quando vieram me pegar, já não tinha mais ninguém para falar por mim…”.

Finalizando

Assim, será que vale sacrificarmos tanto por tão pouco? As liberdades individuais mais importantes estão sendo destruídas. Neste momento, metade da população brasileira encontra-se quieta em casa, esperando políticos decidirem sobre seu futuro. Uma minoria não concorda, mas não tem meios para reagir. O desemprego elevou-se absurdamente e a economia está naufragando. Sentimos uma rede se levantando sobre nossos pés, mas, ao mesmo tempo, nos sentimos impotentes. Acordem!

Nós, daqui de baixo, não temos condições de escolher armas e soldados. É preciso apoiarmos quem ainda fala em liberdade, neste país esquecido à margem da história, e essa pessoa é Jair Bolsonaro. Gostem ou não, vejo-o até em reuniões sigilosas defendendo a liberdade do povo brasileiro.

O fato é que nossas liberdades estão sendo absurdamente reprimidas com apoio da grande imprensa e de todo o establishment, e vamos ficar calados, com medo de sermos chamados de “bolsonaristas”, “bolsolavistas” ou “robôs” (seja lá o que isso signifique)?

Por fim, da minha parte, não serei pendurado no muro da vergonha e da covardia, não me silenciarei por medo de defender direitos básicos de qualquer ser humano. Se, hoje, é Jair Bolsonaro quem vem lutando contra isso, terá o meu apoio.

Por: Lucas Gandolfe

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