Hélio Schwartsman torce pela morte de Lula?

para Hélio Schwartsman, não é isso que Lula representa

Hélio Schwartsman  torce pela morte de Bolsonaro, mas, o que ele pensa sobre o Lula? 

O colunista da Folha de São Paulo, Hélio Schwartsman, está sendo um dos nomes mais comentados no twitter no dia de hoje (7), isto porque, o “jornalista” em texto, afirmou torcer pela morte do presidente Jair Bolsonaro. Mas, será que este verdadeiro ódio do bem de Hélio Schwartsman seria direcionado a Lula?

Não. Não é forçar a barra mencionar o ex-presidente petista em um contexto envolvendo o atual presidente da República. Ademais, poderíamos usar os nomes dos ex-presidentes FHC e Dilma. Ocorre que nenhum desses dois foi condenado pela justiça. Vou além, nem FHC, nem mesmo Dilma, fizeram tanto mal ao Brasil quanto o senhor Luis Inácio Lula da Silva.

De fato, Lula sintetiza o que há de pior na política e por extensão, no espirito humano. Pois, quem manipula inescrupulosamente as pessoas, valendo-se da boa-fé destas com objetivos escusos, não merece ser analisado de uma forma mais benevolente.

Todavia, para Hélio Schwartsman, não é isso que Lula representa. Para o colunista da Folha, Lula não merece nem mesmo a prisão.

Não creio, porém, que a restrição da liberdade seja a pena adequada para casos de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência ou qualquer outro crime cuja execução não envolva o uso ou a ameaça de violência”. Defende o petista Hélio Schwartsman.

Obviamente que ele descarta a possibilidade da corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência serem por si só, atos de violência, sem considerar ainda, as vidas perdidas que poderiam ter sido evitadas com o uso dos bilhões de verbas que escorrem pelos raros da corrupção.

A benéfica morte de Bolsonaro  

Não obstante, é contra Bolsonaro que Schwartsman concentra todo o seu ódio. Mas, em seu desejo pela morte do atual presidente, o “jornalista” nos traz uma benevolente causa: seria um alerta global para aqueles que negam a gravidade do coronavírus.

Dá para argumentar que a morte, por Covid-19, do mais destacado líder mundial a negar a gravidade da pandemia serviria como um ‘cautionary tale’ (história de alerta em tradução livre) de alcance global. Ficaria muito mais difícil para outros governantes irresponsáveis imitarem seu discurso e atitudes, o que presumivelmente pouparia vidas em todo o planeta. Bolsonaro prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida“.

O que vai acima revela não apenas sobre quem é Hélio Schwartsman. Também vocaliza toda a extrema esquerda. Por outro lado, não queremos que Hélio Schwartsman torça pela morte de Lula. Ambos já têm peso demais em suas consciências.

Da nossa parte, não trilhamos esse caminho. O estado de saúde de alguém, bem como a morte, não são sinônimos de justiça.

Por fim, é melhor que as coisas sejam assim e que fiquem às claras. São nesses momentos que se escancaram as distinções entre quem defende a família e acredita em Deus e aqueles outros, nutridos pela descrença e pelo ódio,  tendo como único valor para defender, a morte de quem eles não apreciam.

Por Jakson Miranda

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