Jesus não nasceu em 25 de dezembro. O que isso quer dizer?

Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Então, qual o sentido de comemorar essa data?

Estamos em dias festivos. As pessoas desejam paz, harmonia, saúde, força e fé. Realizam ceias, trocam presentes e se abraçam. As diferenças e divergências são momentaneamente esquecidas.

Por outro lado, já não é tão raro, por esses dias, esquecer-se do verdadeiro motivo da comemoração. “Saúde”, “paz”, “força”, “fé”, ceias, presentes, etc… Tudo isso em nome de quem?

Os nãos cristãos também fazem isso e comemoram o natal. Como justificativa muitos argumentam que Jesus não nasceu no natal, que na verdade, o 25 de dezembro já era uma data festiva para os povos pagãos, logo, dizem, foram os cristãos que passou por um equivocado processo de adotar datas e festividades alheias ao cristianismo.

Há exatos três anos, escrevemos aqui no blog o post Nasceu na terra o menino Jesus nele, escrevemos o seguinte:

Jesus não nasceu em dezembro, bradam os contumazes críticos do cristianismo, como crianças birrentas que não vão além da superficialidade e histeria de frases feitas, sem atentar-se de que não estamos falando de datas.

De fato, pouco importa o dia e mês. Eis o verdadeiro sentido do natal:

Refletirmos sobre a centralidade de Cristo em nossas vidas. Você é cristão? Trata-se de um imperativo que você deve colocar em prática todos os dias de sua vida. Você não é cristão? Eis a oportunidade, 25 de dezembro, de você sair da sua zona de conforto oferecida por papai Noel e ponderar seriamente que não se trata apenas de uma data festiva.

O que queremos deixar registrado neste presente texto, além de desejar a todos os nossos leitores e amigos um feliz natal, é oferecer outro ponto de vista sobre o 25 de dezembro.

Não foram os cristãos que adotaram datas e festividades pagãs, mas sim, os cristãos, pela força do Evangelho, CRISTIANIZARAM COSTUMES E CULTURAS ATÉ ENTÃO PAGÃS.

Dito isto e trazendo o que vai acima para os nossos dias, podemos dizer que é urgente olharmos o mundo com a necessidade de cristianizá-lo novamente. Novos hábitos pagãos estão por toda parte. Ademais, devemos buscar cada vez mais nos tornamos melhores cristãos e assim, também cristianizarmos a política e a economia, entendendo que os poderes políticos e econômicos, devem ser colocados debaixo da autoridade de Cristo.

Enfim, devemos ter como modelo a cidade de Deus a fim de cristianizarmos a pagã cidade dos homens.

Um feliz natal a todos!

Por Jakson Miranda

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