João Doria é um tirano totalitário?

João Doria é um tirano totalitário?

A vacinação obrigatória prova que João Doria é um tirano totalitário? 

Me trevo a chamar João Doria de ditador e tirano, pois, o governador de SP insiste em querer tornar compulsória a vacina contra o coronavírus. Agora, ele ameaça com severas restrições e penalidades quem se recusar a tomar a vacina.

Afirma que a secretaria de estado está acompanhando de perto o resultado dos testes com a coronavac, com o objetivo de disponibilizá-la o mais rápido possível para a população. Outros políticos, como Kim Kataguiri, defendem igualmente a obrigatoriedade da vacina.

É fundamental salientar, no entanto, que a eficácia da vacina e sua segurança estão longe de terem sido 100% garantidas, muito menos de terem sido sumariamente comprovadas. Esse cenário no mínimo bizarro nos coloca diante de duas questões muito importantes, que devem ser levantadas — em primeiro lugar, por que a pressa? Vacinas levam anos para serem devidamente testadas, aprovadas e produzidas. A taxa de letalidade da covid, de aproximadamente 1%, é baixíssima, e não justifica de forma nenhuma uma produção de vacinas em massa, através de um processo terrivelmente descoordenado — que está sendo conduzido às pressas, e desconsiderando protocolos médicos e científicos.

Em segundo lugar, por que razão as autoridades públicas querem tornar a vacina obrigatória para todas as pessoas? Se for de fato uma vacina eficiente, quem tomar a vacina ficará imunizado e não pegará a doença, mesmo que entre em contato com pessoas que não tenham tomado a vacina. Essa medida irracional atenta completamente contra a lógica, contra a medicina e contra todos os princípios éticos de prevenção imunológica. A obrigatoriedade da vacina é uma medida terrivelmente arbitrária, que despreza não apenas as liberdades individuais, como se aproxima do mais impensável e pernicioso totalitarismo político, o que é algo absolutamente incompatível com os princípios democráticos.

Todas estas informações técnicas, no entanto, não são importantes, visto que o que importa agora é analisar o contexto político no qual estamos inseridos, e quais são os interesses que movem esse contexto. Dito isso, é fundamental entender que João Doria não trabalha para o povo brasileiro — mais especificamente, nesse caso, os habitantes do estado de São Paulo —, mas para o Partido Comunista Chinês, que hoje governa discretamente São Paulo, a mais importante e influente metrópole de todo o hemisfério sul. Essa tática de ocupação silenciosa parte de uma estratégia que foi calculada deliberadamente. Os dirigentes do Partido Comunista Chinês sabem perfeitamente que conquistando São Paulo, dominarão com extrema facilidade o restante do Brasil.

A disseminação do autoritarismo e a total desconsideração pelas liberdades individuais estão entre as primeiras coisas que desaparecem com todos aqueles que decidem fazer negócios com os chineses. Como marionete do Partido Comunista Chinês que é, João Doria pretende garantir que os interesses da China totalitária socialista no Brasil sejam todos devidamente concretizados, ele não irá ceder de forma alguma em seu nefasto e deplorável propósito. Inclinar o estado tangencialmente ao autoritarismo e subjugar toda a população às medidas verticais e discricionárias de uma governo tirânico e opressivo são medidas essenciais para garantir a tomada de poder do imperialismo chinês em território brasileiro. João Doria foi colocado no lugar em que está justamente para facilitar a tomada de poder do Brasil pelos chineses. Ao invés de proteger e resguardar a população brasileira, portanto, políticos vendidos estão facilitando a conquista chinesa do Brasil.

Muitos paulistas e paulistanos, no entanto, não estão dispostos a ceder à malévola tirania que gradualmente se instaura diante deles. Recentemente, o deputado Douglas Garcia convocou os habitantes do estado e participarem de uma manifestação contra a vacinação obrigatória. A desobediência civil — além de ser um recurso legítimo para a população enfrentar a tirania política e resistir ao totalitarismo de estado — é uma medida totalmente necessária no contexto que estamos vivendo.

As despóticas e autoritárias inclinações do governo e de seu líder máximo — o tirano João Doria —, indicam portanto, sem dúvida nenhuma, que a vacinação será obrigatória. Possivelmente, não será apenas em São Paulo; o efeito dominó comum na política provavelmente fará com que a obrigatoriedade seja instituída em todos os estados, até abranger o país inteiro.

A ditadura sanitária do coronavírus está sendo gradualmente implementada em todo o território nacional, com a conivência, a complacência e a condescendência das autoridades públicas. À população, não restará nenhuma alternativa, a não ser resistir.

Enfim, você que leu esse artigo, concorda com o articulista em dizer que João Doria é um tirano totalitário?

Por Wagner Hertzog

 

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