Larry McDonald – O homem que desafiou a Nova Ordem Mundial

Larry McDonald - O homem que desafiou a Nova Ordem Mundial

Lawrence Patton McDonald — mais conhecido como Larry McDonald — foi um político conservador americano  associado ao paleoconservadorismo e a velha direita, que apesar de não ser muito conhecido hoje, tinha um conhecimento espetacular sobre o governo globalista que os Rockefeller e os Rothschild pretendem implementar no mundo.

Em certa ocasião, Larry McDonald proferiu a seguinte frase:

O objetivo dos Rockefellers e de seus associados é criar um governo mundial combinando o supercapitalismo e o comunismo sob a mesma esfera, ambos sob o seu controle. Estou me referindo a uma conspiração? Sim, sem dúvida. Estou convencido de que existe tal trama, cujo alcance é internacional, está há gerações sendo planejada e suas intenções são absolutamente malignas.”

Ingressando na política em 1974, Larry McDonald passou praticamente toda a sua carreira pública combatendo o chamado Estado Oculto. Anticomunista convicto, ele tinha um conhecimento formidável das pretensões, planos e interesses que compunham o Deep State, e se opunha de maneira árdua e fervorosa às tendências restritivas e controladoras do governo federal americano, que — com o passar das décadas, além de ter se expandido de forma estrondosa, indo muito além das atribuições inicialmente promulgadas, deliberadas e estabelecidas pelos Pais Fundadores — tornou-se obcecado em restringir o armamento civil e violar sistematicamente os direitos naturais dos cidadãos americanos.

Larry McDonald não apenas percebeu os interesses escusos que tomaram forma nos bastidores do governo federal americano, como compreendia perfeitamente suas implicações no curto, no médio e no longo prazo. Tanto que todas as suas predições — apesar de terem sido proferidas há quase quatro décadas —, infelizmente, tornaram-se realidade.

Larry McDonald passou praticamente toda a sua carreira política denunciando continuamente os sórdidos projetos das elites financeiras americanas, explicando como elas iriam inevitavelmente deflagrar uma Nova Ordem Mundial; ele afirmou que as elites do sistema financeiro não apenas haviam encontrado valor em subsidiar o comunismo, como planejavam conduzir toda a sociedade americana para a esquerda do espectro político, além de patrocinar ativamente a ascensão da ideologia progressista nos Estados Unidos e também no mundo.

Larry McDonald foi o segundo presidente da John Birch Society, uma organização que desde a década de 1950 anunciava para o público que o verdadeiro propósito da ONU era estabelecer o caminho para a criação de um governo global. A John Birch Society exerceu — como exerce até hoje — um papel crucial para o resgate do genuíno conservadorismo, dado que todos os governos republicanos desde Ronald Reagan foram capturados pela agenda neoconservadora, que de verdadeiramente conservadora, tem muito pouco ou quase nada. Indivíduos como Larry McDonald sabiam perfeitamente que a genuína liberdade só pode coexistir com um governo limitado, jamais com um governo em um processo de contínua expansão.

Constantemente ridicularizado por falar a verdade, Larry McDonald apareceu em inúmeros programas de televisão, onde falava abertamente sobre a porvindoura Nova Ordem Mundial. Uma dessas entrevistas aconteceu no programa Crossfire — notório programa político de entrevistas da televisão americana, que ficou no ar na CNN de 1982 a 2005, e novamente entre 2013 e 2014 —, onde Larry McDonald expôs todas as suas convicções de forma lúcida e clara, apenas quatro meses antes de morrer de forma trágica, por ter desafiado as poderosas oligarquias do sistema financeiro global.  Neste programa, McDonald foi entrevistado por Tom Braden — que o ridicularizou continuamente — e por Pat Buchanan, outro indivíduo notório associado ao paleoconservadorismo.

No programa, McDonald explicou nitidamente como e porquê as elites patrocinam subversões como o socialismo e o comunismo, e como elas adquirem estratégias políticas e econômicas favoráveis manipulando essas ideologias a seu favor. Citando o professor Carrol Quigley e seu famoso livro, Tragédia e Esperança, Larry McDonald explicou em detalhes que as elites trabalham há muito tempo para construir uma sociedade que possa ser inteiramente controlada por eles, através de sistemas de engenharia social, poder financeiro absoluto e total controle político sobre estado, governo e partidos. Uma citação de Carrol Quigley diz exatamente assim:

Existe, há uma geração, uma rede institucional anglófila que opera, até certo ponto, da maneira como a direita radical acredita que os comunistas agem. Na verdade, esta rede, que podemos identificar como os Grupos da Mesa Redonda, não tem aversão a cooperar com os comunistas, ou quaisquer outros grupos, e frequentemente o faz. Sei das operações dessa rede porque a estudei por vinte anos e tive permissão por dois anos no início dos anos 1960 para examinar seus papéis e registros secretos. Não tenho aversão a ele ou à maioria dos seus objetivos e, durante grande parte da minha vida, estive perto dele e de muitos de seus instrumentos. Fiz objeções, tanto no passado quanto recentemente, a algumas de suas políticas, mas em geral minha principal diferença de opinião é que deseja permanecer desconhecido, e acredito que seu papel na história é significativo o suficiente para ser conhecido.

Além de fazer citações verossímeis que corroboravam suas convicções, Larry McDonald falou abertamente no referido programa que o projeto global financiado pelas elites — além de ser conhecido pelos grupos sociais e pelas elites financeiras estrategicamente envolvidas nesse plano — pretende mudar de forma dramática a sociedade humana através da subversão cultural e política; citando Arthur Schlesinger Jr, Larry McDonald falou que ele “escreveu em 1947, ‘sim, esta é a política oculta da América, mas não podemos dizer ao público americano porque eles não são suficientemente sofisticados para ver o valor daquilo que está sendo realizado'”.

Explicando como as elites criaram vastas, complexas e intrincadas redes políticas que se conectam através de instituições cujos interesses são globalmente convergentes, McDonald falou sobre várias instituições — todas globalistas —, como o FMI, afirmando que “o Fundo Monetário Internacional certamente foi criado com o propósito de facilitar essa transferência de soberania e transferência de riquezas.” Quase todas as organizações supranacionais que existem foram criadas pelos globalistas com a intenção de viabilizar uma rede de instituições totalmente conectadas, que por sua vez facilitariam a eclosão de um governo global.

Larry McDonald sabia perfeitamente que o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial estava sendo meticulosamente engendrada nos bastidores da política americana com o auxílio de organizações supranacionais — como a Comissão Trilateral e a OTAN —, que seriam respaldadas por organizações globalistas como o Movimento Federalista Mundial, que serviriam todos como catalisadores de uma despótica e ditatorial autocracia global.

Larry McDonald sabia perfeitamente que a Nova Ordem Mundial já vinha sendo orquestrada há décadas, e esse sórdido projeto político está sendo colocado em ação atualmente, sendo executado através de fases muito distintas. A atual pandemia da Covid-19 é uma dessas etapas, visto que fornece prerrogativas para a implementação de medidas de controle individual como o crédito social — que já é aplicado na China — que por sua vez cria prerrogativas para a implantação de restrições, como as carteiras de vacinação.

Para quem acha que isso tudo não passa de teoria da conspiração, é bom salientar que no próximo Fórum Econômico Mundial, vão discutir o chamado Grande Reset — ou Grande Reinício, o reset do sistema financeiro internacional, que servirá de pretexto para a erradicação do dinheiro físico e a implementação de uma moeda única, que será eletrônica e digital — e como se isso fosse pouco, no segundo trimestre desse ano, diversos juristas italianos se uniram para deliberar sobre a criação de uma constituição mundial, alegando que “problemas mundiais” exigem soluções globais conectadas. Ou seja, para os globalistas, a pandemia criou um excelente pretexto para erradicar fronteiras, assim como criou prerrogativas assombrosas para conectar toda a humanidade a um único governo, uma única liderança política. A essa altura dos acontecimentos, quem ainda pensa que isso tudo é “teoria da conspiração” está precisando urgentemente se informar melhor.

A atuação política de Larry McDonald contra as elites que controlam o sistema político americano foi sistemática, técnica, dinâmica e persistente. Larry McDonald sem dúvida nenhuma foi um indivíduo corajoso, que enfrentou um inimigo muito mais poderoso do que ele poderia supor. Ele ativamente buscava desfazer tudo aquilo que as oligarquias globalistas implementavam como lei federal nos Estados Unidos. Entusiasta ferrenho de armamentos, Larry McDonald tinha centenas de armas de fogo em sua residência e fazia parte de quase setenta associações relacionadas ao porte e a posse de armas de fogo, além da prática de tiro esportivo. Ele defendia de forma incondicional o direito dos cidadãos americanos portarem armas, pois sabia como isso era fundamental para a manutenção da liberdade e de um sistema mais próximo da ordem natural, dado que a posse de armas viabiliza a resistência da população contra prospectivos governos despóticos e totalitários.

Afinal, se um governo ditatorial se instalar no poder, cidadãos armados poderão se agrupar em milícias para derrubar o governo tirânico. Essa é uma das razões pelas quais a constituição americana garante aos cidadãos o direito de portar armas de fogo, e de se reunir em milícias para combater a tirania governamental. Foi exatamente isso o que os cidadãos do estado americano da Virgínia fizeram no início deste ano, quando o governador Ralph Northam emitiu um decreto onde declarava que iria confiscar as armas da população. Vários indivíduos se agruparam em milícias, vários condados viraram “santuários da 2ª emenda” e um condado até mesmo chegou a aprovar uma resolução de milícia. Ou seja, ao verem claramente suas liberdades sendo ameaçadas por um governo determinado a implementar medidas tirânicas e inconstitucionais, cidadãos americanos armados se uniram para resistir e lutar a favor da liberdade.

Por ser ter sido um ardoroso entusiasta da liberdade, as restrições cada vez mais discricionárias e draconianas que o governo federal impunha gradualmente aos cidadãos americanos com relação ao porte e a posse de armas sempre preocuparam enormemente Larry McDonald. Como integrante da Câmara dos Representantes, McDonald lutou ativamente para revogar a lei de regulação e restrição de armamentos implementada em 1968, que impunha uma série de restrições ao armamento civil e a livre comercialização de armas.

Infelizmente, Larry McDonald cometeu o erro de subestimar os seus inimigos, que por fim decidiram que era hora de eliminá-lo. Em 1º de setembro de 1983, Larry McDonald morreu em circunstâncias dramáticas. Ele estava no voo civil 007 da Korean Airlines, em direção a Seul, na Coreia do Sul, quando o avião foi abatido por um interceptador russo pouco depois de entrar em espaço aéreo soviético. Todas as 269 pessoas que estavam à bordo do avião morreram. Em um pronunciamento oficial sobre a tragédia, Ronald Reagan — que era então o presidente dos Estados Unidos — classificou a fatalidade como um massacre e um crime contra a humanidade.

Existem fortes indícios — que evidentemente nunca puderam ser comprovados — de que o voo foi abatido por ordem das elites com a intenção de eliminar Larry McDonald. Posteriormente, Connie Chung, repórter da CBS, descobriu que o ex-presidente Richard Nixon deveria acompanhar Larry McDonald no voo; não obstante, agentes da Cia alertaram-no para que ele não embarcasse no avião.

A verdade é que Larry McDonald arriscou a própria vida para que as pessoas soubessem a verdade iminente sobre a Nova Ordem Mundial, o governo global totalitário que atualmente está nos últimos estágios de sua implantação. Larry McDonald sofreu as consequências de sua bravura, que jamais será esquecida ou negligenciada pelos amantes da liberdade. Graças a ele, sabemos dos interesses insólitos que governam os bastidores do mundo político, bem como quais são os grupos que atualmente se alinham para viabilizar a convergência de um governo global.

Gradualmente, todas as etapas relacionadas ao nefasto projeto das elites globalistas que estão gradualmente implementando uma Nova Ordem Mundial nos bastidores do mundo político vão sendo executadas, enquanto a grande maioria das pessoas infelizmente permanece alienada, ignorando a real situação do diagrama geopolítico que configura o mundo em uma distopia terrivelmente insólita, iníqua e perniciosa.

Como a fraudemia demonstrou enfaticamente, uma expressiva parcela da população irá se submeter à tirania com total subserviência, o que já ocorre com a complacência irracional das massas em questões como o uso de máscaras, distanciamento social e a quarentena que nunca termina. Infelizmente, isso é apenas uma primeira etapa da tirania globalista. Outras medidas dramáticas serão tomadas posteriormente, com a eclosão de problemas muito piores, que se agravarão com o passar do tempo, e possivelmente estão sendo orquestrados nesse exato momento.

Um dos objetivos do governo globalista que está em processo de implementação nos bastidores do mundo político é justamente criar problemas, para depois oferecer soluções. O objetivo das elites é deixar o mundo em condições tão críticas, lastimáveis e terríveis, que as pessoas, desesperadas, irão implorar por esse governo global “benévolo”, “generoso” e “gracioso”, cujo real propósito é escravizar a humanidade.

Que a coragem e a bravura de Larry McDonald nos sirvam de exemplo. Este bravo herói deu a sua vida para que soubéssemos a verdade. Para atravessarmos a Nova Ordem Mundial incólumes, vamos precisar muito de virtudes como audácia, sagacidade, persistência e perseverança, qualidades todas que Larry McDonald demonstrou ter em abundância durante sua breve, porém gloriosa existência.

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