Lei das fake news aprovada: Como devemos reagir?

os principais defensores da lei das fake news no Brasil são os políticos da esquerda, tanto no senado, quanto na câmara.

Na noite de ontem (30), o senado federal aprovou a lei das fake news, ou, o PL 2630. E embora seja possível que a Câmara modifique o projeto ou, como já sinalizou, Jair Bolsonaro vete a lei, a verdade é que a tramitação da proposta nos passa uma simples lição.

Antes de tudo, é especialmente relevante observarmos que os principais defensores da lei das fake news no Brasil são os políticos da esquerda, tanto no senado, quanto na câmara. Se no senado vimos o senador Paulo Paim do PT discursando em favor da lei, na câmara temos na deputada federal Tabata Amaral, do PDT,uma notória entusiasta da proposta.

Como resultado, não se poderia esperar da esquerda o combate a crimes cibernéticos, mas sim, uma enfática ameaça às liberdades individuais. Não à toa, gigantes como Facebook, Google e Twitter se levantaram contra a proposta. De nada adiantou!

Nesse sentido, correm listas com o nome daqueles que votaram a favor do PL 2630, como também, se levantam hashtags. De fato, são reações válidas, porém, devemos ter em mente que nem todos os senadores que votaram contra a referida lei podem ser vistos como anti-esquerdistas.

Enfim, ficamos agora na dependência de que na Câmara dos deputados sejam feitas alterações à Lei das fake news, quiçá que ela não avance. E se avançar, ficamos na dependência do veto presidencial. Ademais, o recado foi dado: a classe política não tem medo de reagir contra o cidadão.

Como reagir contra a lei das fake news? 

Finalmente, agora que já passou no senado, devemos tirar uma simples lição de todo esse contexto. Sim, devemos nos orgulhar de termos eleito o primeiro presidente conservador, porém, como estamos assistindo, forças poderosas se levantaram não apenas contra o presidente Jair Bolsonaro, mas, contra seus eleitores e apoiadores. Só não ver quem não quer. Portanto, não é exagero ou “teoria da conspiração” afirmar que estamos em guerra.

Logo, se trata de uma guerra espiritual, mas também política. E a mesma demorará a arrefecer. Se é que isto acontecerá algum dia. Consequentemente, ou manteremos Bolsonaro no poder, ou teremos a volta da esquerda, desta vez, ainda mais radical.

Por fim, como já sabemos, Jair Bolsonaro na presidência, por si só não conseguirá muita coisa. Ele precisa cada vez mais do nosso apoio. Por outro lado, contando que seja reeleito, ficará no posto até 2026. E depois?

É aqui que chegamos ao aprendizado da aprovação da lei das fake news e em como devemos reagir tanto a esses desmandos dos políticos eleitos como ao ativismo do judiciário. Acima de tudo, devemos continuar com o mesmo espírito que levou Bolsonaro à presidência, porém, agora, com o objetivo de elegermos o maior número de deputados e senadores plenamente alinhados à direita. Ou seja, não é suficiente que o candidato critique o PT, Lula, Ciro Gomes ou Dória. Já estamos vacinados. Devemos identificar e apoiar entusiasticamente, para câmara e senado, candidatos comprometidos com os princípios conservadores.

Apenas desta conseguiremos barrar e vencer a sanha autoritária, doutrinária e destrutiva da esquerda.

Por Jakson Miranda

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