Lidar com militantes progressistas é como lidar com criancinhas

Lidar com militantes progressistas é como lidar com criancinhas

Militantes progressistas não passam de criancinhas histéricas e hipócritas que só servem para espernear, choramingar, berrar, xingar e reclamar de tudo o tempo inteiro

Convenhamos! Militantes progressistas são criaturas histéricas, prepotentes, arrogantes, imaturas, irracionais, hostis, beligerantes, petulantes, histriônicas, afetadas, presunçosas, autoritárias, insolentes, indolentes, narcisistas, abusivas, descaradas, torpes, perversas, ignóbeis, fúteis, desarrazoadas, grosseiras, imprudentes, impertinentes, ignorantes, indecentes, cáusticas, manhosas, exigentes e lamurientas, para dizer o mínimo. Não tenho a menor dúvida de que mais algumas dezenas de adjetivos nada lisonjeiros poderiam ser acrescentados à militância, mas você entendeu a ideia.

Lidar com militantes progressistas é, basicamente, ter que aturar criancinhas manhosas, choronas e inescrupulosas, que reclamam convulsivamente de tudo, o tempo inteiro. Sonham com a sua utopia de estimação favorita, mas enquanto essa utopia não chega, eles tem passe livre para reclamar de absolutamente tudo. Afinal, eles são pessoas “sensíveis” que ficam “desconcertadas” com as injustiças do mundo, embora não façam absolutamente nada para repará-las, a não ser reclamar, chorar e espernear o tempo inteiro. Quando protestam, suplicam para que o estado tenha mais poder, isso quando não decidem partir para o vandalismo pleno e absoluto, como se alguma coisa boa, produtiva ou positiva pudesse vir de ações ou atitudes destrutivas e inerentemente maléficas e degradantes.

É bem verdade que essas pessoas não estão querendo construir algo positivo, ou melhorar o mundo. Querem é ficar de bem com a militância e mostrar como eles são “rebeldes” anti-establishment; o que essas pessoas verdadeiramente anseiam, no entanto, é que seus políticos de estimação cheguem ao poder. Afinal, a grande aspiração da militância é ser servida pelo deus-estado e pelo papai-governo através da concessão de um grande número de privilégios e benefícios assistencialistas. A grande meta de vida da militância é passar o resto da vida no colinho do seu político favorito para assim viver uma vida destituída de responsabilidades e obrigações.

Quando reclama do capitalismo “opressor”, a militância na verdade está reclamando do “fardo” que é ter que trabalhar para viver. Eles desejam é ser servidos pelo estado-babá, querem receber comidinha na boquinha pelo resto das suas vidinhas simplórias e medíocres. O ativismo dessa gente nunca é para ajudar os pobres, os destituídos, os desfavorecidos, os desamparados, como hipocritamente afirmam, mas é motivado porque eles próprios desejam ser contemplados com um grande número de privilégios e benefícios do estado. Militantes querem receber coisas gratuitas do estado. O tal “público, gratuito e de qualidade”, que nunca é gratuito — afinal, políticos cobram pedágio — e nunca é de qualidade, pois todos sabemos que tudo aquilo que é estatal é inerentemente precário e ineficiente.

Militantes, tecnicamente, são “adultos”, porém são adultos histéricos e mimados que estão sempre reclamando de tudo. Possuem um medo patológico da vida e de responsabilidades e exigem que deus-estado e papai-governo tome conta de praticamente todos os aspectos de suas vidas, e que toda a sociedade se submeta sem questionar à autoridade suprema do estado. Em sua histriônica perversão coletivista, essa gente odeia de forma absurda e irracional o indivíduo e a individualidade, e anseia por um estado onipotente capaz de homogeneizar tudo e todos à força, para criar o tão sonhado e utópico igualitarismo, que é um dos principais fetiches da militância.

Infelizmente, militantes são criancinhas histéricas e beligerantes, que estão sempre reclamando de tudo o tempo todo, especialmente nas redes sociais. Isso não nos surpreende. É a única coisa que os militantes sabem fazer. Na verdade, essa gente não quer tornar o mundo um lugar melhor. O que elas querem são motivos para reclamar, espernear, choramingar e xingar, o tempo inteiro.

A verdade é que militantes progressistas não fazem falta nenhuma para o mundo. Não contribuem de forma alguma para tornar o mundo um lugar mais justo, correto, próspero e salutar. Se assim fosse, reclamariam menos, sendo mais construtivos, o que efetivamente contribuiria para a construção de um mundo melhor — que eles tanto afirmam desejar, mas tão pouco se esforçam em construir.

Nós jamais veremos militantes progressistas que reclamam da pobreza vendendo todas as suas propriedades e distribuindo o seu dinheiro ou os seus bens aos pobres; tampouco veremos algum dia qualquer um deles indo até a África para servir como voluntário em algum país distante, desolado e miserável — como a Mauritânia ou o Quênia, por exemplo —, com o objetivo de levar alimentos, água e vestuário para pessoas paupérrimas que vivem abaixo da linha de pobreza. Jamais veremos algum dia essas pessoas levarem uma vida de abnegado altruísmo e devoção aos mais pobres, com o real objetivo de mitigar o sofrimento dessas pessoas e assim lutar efetivamente por um mundo mais justo, benévolo e generoso, ao invés de suplicar histericamente para que políticos façam isso.

Voluntários aguerridos e altruístas sempre serão necessários em um mundo tão carente e injusto, mas militantes progressistas são o completo oposto de tudo aquilo que é moralmente justo, correto, construtivo e salutar. São pessoas completamente inúteis, que não contribuem em absolutamente nada para a construção de um mundo melhor. Em síntese, só servem para propagar o veneno de sua ideologia nefasta.

Militantes progressistas não passam de criancinhas histéricas e hipócritas que só servem para espernear, choramingar, berrar, xingar e reclamar de tudo o tempo inteiro. Precisamos tratá-los exatamente como tratamos criancinhas e bebês recém-nascidos. Com muita paciência e — acima de tudo — com muitas fraldas, chupetas e mamadeiras.

Por: Wagner Hertzog

 

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