Militantes de esquerda são coléricos e infelizes

Militantes de esquerda são coléricos e infelizes

A grande maioria dos militantes de esquerda são pessoas muito jovens. Não possuem inteligência, tampouco sensatez

Se tem uma coisa que podemos afirmar à respeito da esquerda sem hesitação é que a militância é constituída basicamente de pessoas extremamente infelizes. Militantes de esquerda estão sempre reclamando, berrando,
chorando, esperneando e perturbando a paz alheia, justamente por serem um bando de pessoas infelizes e inúteis.

Ou seja, são pessoas que não fazem nada de relevante da própria vida — a não ser participar de eventos políticos, a única coisa que se prestam a fazer — e que, sempre prepotentes e arrogantes, acham que estão certas em tudo, são as proprietárias da verdade absoluta, o que lhes dá passe livre para chamarem de fascistas, de opressores e de burgueses todas as pessoas que ousam pensarem por si próprias, e que contestam as imposições totalitárias da esquerda política.

Logo, como já afirmamos, esquerdistas são, majoritariamente, pessoas extremamente infelizes, vazias e insatisfeitas. Pessoas felizes, realizadas e contentes não sentirão necessidade de agredir ninguém.

Via de regra, não vamos encontrar absolutamente nenhum indivíduo na esquerda política que seja de fato uma pessoa feliz. Até porque a esmagadora maioria dos militantes são universitários burgueses e elitistas de famílias da alta aristocracia, que não precisam trabalhar, tampouco se sustentar. Ganham tudo de seus pais.

Isso faz com que tenham bastante tempo livre para ler todo o tipo de coisas fúteis e irrelevantes, como o Manifesto do Partido Comunista. São pessoas que, em sua grande maioria, não fazem absolutamente nada que seja efetivamente construtivo, salutar e edificante.

Nossa mente é tão preciosa quanto qualquer outra parte do corpo. Você certamente não comeria lixo, tampouco alimentos mofados ou estragados. Da mesma maneira, não é correto envenenar o intelecto com porcarias que não vão acrescentar absolutamente nada à nossa formação moral e intelectual.

Infelizmente, jovens são imaturos e impulsivos e não costumam dar atenção a esse tipo de conselho. São impulsivos, e justamente por essa razão acabam sendo presas fáceis para a esquerda política, que aproveita a falta de conhecimento e experiência de vida dos jovens para recrutá-los e seduzi-los com a sua doutrina sanguinária, irascível, irracional e destrutiva e assim, torná-los militantes.

É por esse motivo que a grande maioria dos militantes de esquerda são pessoas muito jovens. São um público fácil de aliciar e seduzir. Não possuem inteligência, tampouco sensatez ou sagacidade para avaliar o conteúdo e as consequências de tudo o que está relacionado à esquerda política. Como são naturalmente impulsivos e apaixonados, não possuem um grau de racionalidade efetivo e pragmático para raciocinar à respeito do que estão aprendendo; como são igualmente ignorantes, jamais estudaram história. Portanto, não conhecem o mortífero e sanguinolento rastro de destruição que a esquerda deixou nos inúmeros países que ela dominou e escravizou através de ditaduras socialistas.

A fúria juvenil constrói muito facilmente temperamentos coléricos cheios de ímpeto, ressentimento e insatisfação, já que é natural sentirmos na juventude um desejo profundo de querer mudar o mundo. Essa gente participa de manifestações, ocupam agremiações estudantis e saem por aí vociferando à respeito de coisas que não conhecem
e não entendem. Também pudera, são jovens demais para entender qualquer coisa à respeito da vida, do mundo e especialmente da política.

Portanto, jovens são doutrinados à expressar de maneira desmesurada — sem restrições — toda a sua cólera contra o sistema capitalista, que paradoxalmente lhes dá todos os componentes da existência privilegiada de luxo e conforto da qual usufruem. Sem capacidade para valorizar e mostrar gratidão pelo esforço dos próprios pais, que trabalham muito para dar aos filhos tudo aquilo que eles próprios nunca puderam usufruir na infância e na adolescência, o militante participa ativamente de manifestações, sempre proferindo um oceano de clichês esquerdistas, jamais analisando a verdadeira causa dos problemas contra os quais ele superficialmente luta.

Sem saber, faz o que centenas de milhares de milhões de jovens de gerações anteriores já fizeram, décadas antes. É a
repetição de uma novela que não termina nunca, porque a esquerda política está sempre aliciando as novas gerações a medida que estas vão nascendo. Alguns esquerdistas abandonam a ideologia quando se tornam mais velhos e adquirem algum grau de conhecimento e maturidade.

Todavia, uma expressiva parte deles continua ao longo da vida atuando como idiotas úteis de projetos de poder, sempre infelizes, proferindo impropérios e ofensas contra todos aqueles que ousam pensar diferentes deles, além de amaldiçoarem o mundo pelo simples fato da realidade ser ostensivamente diferente da utopia que eles tanto adoram.

Esquerdistas — de uma forma geral — não conseguem compreender as complexidades da realidade. Estão sempre coléricos, vociferando contra quem pensa diferente, combatendo o fascismo imaginário que tanto os assusta, berrando em manifestações inúteis para pedir cuidados ao papai-estado, e esperneando de insatisfação porque o mundo é da maneira que é, ao invés de ser a utopia comunista que eles tanto gostariam que fosse. De uma certa maneira, manifestações políticas acabam sendo um veículo perfeito para que essas pessoas expressem todas as suas
infelicidades e frustrações. Uma pessoa extremamente infeliz é o componente fundamental para converter alguém em um militante de esquerda.

De fato, essa gente não entende que, além de vivermos em um mundo incrivelmente complexo — que não aceita as fórmulas prontas de ideologias mundanas e deficientes —, a natureza humana é demasiado imperfeita para que a sua utopia de estimação funcione. O militante de esquerda não entende que apenas o trabalho edificante é capaz de construir. Enfim, eles não usam a lógica e a racionalidade. São excessivamente utópicos e idealistas, jamais céticos ou realistas.

O militante de esquerda é um pobre infeliz que tem muito a aprender sobre o mundo, a vida, a realidade e a natureza humana. Infelizmente, muitos deles realmente acreditam cegamente que o mundo pode se transformar no seu conto de fadas ideológico, se as políticas “certas” forem implementadas. Devemos torcer para que estas pessoas amadureçam e mudem, embora eu não acredite muito nisso.

Como disse o filósofo P.J.O’Rourke, “no âmago do esquerdismo está uma criança mimada, infeliz, como todas as crianças mimadas. Insatisfeita, exigente, indisciplinada, despótica e inútil. O esquerdismo é uma filosofia de pirralhos chorões.”

Por: Wagner Hertzog

 

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