Ministério da Defesa esclarece fake news da Folha de São Paulo

Ministério da Defesa esclarece fake news da Folha de São Paulo

"06/10/2019 Cerimônia comemorativa aos 20 anos de criação do Ministério da Defesa e imposição da Ordem do Mérito da Defesa" é licenciada sob pelo Palácio do Planalto CC BY 2.0

Folha de São Paulo publica fake news e Ministério da Defesa emite nota de esclarecimento 

O jornal Folha de São Paulo não esconde seu viés político. Aliás, o viés predominante na Folha é a desonestidade. Assim, no último dia 6/4, o jornal publicou reportagem na qual acusa a existência de hospitais ociosos nas Forças Armadas. Ou seja, segundo a Folha, havia leitos vagos em tais hospitais, porém, as Forças Armadas ou o Ministério da Defesa, não disponibilizava à sociedade civil.

Certamente que alguém que lesse a matéria e tivesse um familiar a espera de leito, ficaria revoltado. De fato, esse era o objetivo do jornal. Não apenas isso. Já que uma matéria com esse teor, seria mais um desgaste para o governo e ainda mais para o novo ministro Braga Netto.

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Não obstante, em nota, o Ministério da Defesa desmontou ponto a ponto na fake news da Folha de São Paulo.

O Ministério da Defesa (MD) informa que a matéria “Hospitais das Forças Armadas reservam vagas para militares e deixam até 85% de leitos ociosos sem atender civis”, publicada em 6 de abril, no portal da Folha de S. Paulo, contém graves manipulações, incorreções, omissões e inverdades, que levam o leitor à completa desinformação

Pois, segundo o Ministério,

Ao contrário do que induz o título da matéria, a grande maioria dos hospitais militares está com quase todos os leitos de UTI ocupados. Na realidade, muitos hospitais militares têm frequentemente removido pacientes para outras regiões para evitar o colapso. Assim como os hospitais civis, a situação varia de acordo com cada região. Os números são críticos e evoluem diariamente.

 A reportagem deliberadamente usou dados de hospitais pequenos, com poucos leitos, recursos limitados e de alguns que sequer possuem UTI.

Conclusão

Por fim, a nota do Ministério pontua que,

Apesar de os dados do HFA e dos hospitais militares estarem disponíveis para acesso público na internet, a matéria insinua que há falta de transparência. Mesmo após a pasta ter respondido a todas as informações solicitadas dentro do prazo acordado, a reportagem ignorou que os leitos dos hospitais são operacionais e de alta rotatividade. Logo, ocupados tanto por pacientes com Covid-19, quanto por pacientes oncológicos e em pós-operatório.

Este Ministério sempre se colocou à disposição para informar e responder prontamente a todos os questionamentos demandados por esse veículo no que tange ao combate à Covid-19. Entretanto, a reportagem optou por buscar um viés claramente negativo em um assunto de tamanha relevância para a sociedade brasileira neste momento em que todos os esforços estão concentrados no combate ao novo coronavírus.

O MD lamenta que assunto de tamanha gravidade seja objeto de matéria que induz a sociedade brasileira à desinformação.

Em suma, a Folha mais uma vez, se prestou a propagar fake news. E foi mais uma vez, rebatida com a verdade.

Por Jakson Miranda

 

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