NOSSAS INSTITUIÇÕES CONTRA O LULOPETISMO

Em ato para os militontos petistas, o chefe do lulopetismo, ou, o comandante máximo do esquema, Lula, fez o desafio: “Provem uma corrupção minha que irei a pé para ser preso“. Trata-se, evidentemente, de balela! Uma vez aceita a denúncia, uma vez condenado, o senhor Lula irá para a papuda no camburão da PF.

A denúncia contra Lula nada tem de política, nada tem de perseguição das “elites”. O que se tem, concretamente, é a reação das instituições do país contra o lulopetismo, ou seja, contra uma organização criminosa que tomou o poder de assalto e que agora, pelas vias legais, está sendo apeado do poder.

Sobre essa questão, é oportuno o editorial do O Globo, do qual destacamos os trechos mais relevantes.

Virada a página de Eduardo Cunha, neste longo capítulo sobre como a corrupção serve de método de exercício do poder no Brasil, cresce no enredo a figura do ex-presidente Lula, denunciado na quarta-feira, com a mulher, Marisa Letícia, pela Operação Lava-Jato, por corrupção, passiva e ativa, e lavagem de dinheiro.

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Acompanham o casal, na denúncia feita no caso do tríplex do Guarujá, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto; Léo Pinheiro, da empreiteira OAS, acusado de ceder o imóvel como propina em troca de contratos; e mais quatro executivos da empreiteira (Paulo Gordilho, Agenor Medeiros, Fábio Yonamine e Roberto Ferreira).

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O tríplex do Guarujá — cuja existência foi revelada pelo GLOBO — e gastos da OAS com a guarda do acervo presidencial de Lula não esgotam o conjunto dos benefícios ilícitos que teriam sido destinados ao líder petista. Deve-se considerar que continuam as investigações sobre o pagamento generoso por palestras dadas por Lula a convite de empresas, dentro e fora do país, bem como vasculham-se as finanças do seu próprio instituto.

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É mesmo fato que provas consistentes precisam ser apresentadas. O juiz Sérgio Moro, também sob fogo lulopetista, precisa de argumentos sólidos, por óbvio, para converter Lula e demais denunciados em réus, neste e nos demais processos.

Não há dúvida é que se vive uma etapa importante da reação das instituições republicanas brasileiras ao projeto de poder autoritário que o lulopetismo tentou executar, infiltrando-se nos aparelhos de Estado para subjugá-los.

Encerramos

Criticar o avanço da Lava-Jato sobre uma verdadeira horda de corruptos disfarçados, outrora, de salvadores da pátria, é abrir mão da esperança e luta por um Brasil decente.

Quem opõe-se a investigação e eventual condenação (uma vez provados os ilícitos) deste ou daquele politico unicamente por afinidades ideológicas deixa de ser um mero idiota útil, avançando alguns degraus na escala do mau-caratismo, da imoralidade e da bandidagem intelectual.

Felizmente, esses são minorias, o “exército” não passa de alguns esbirros. A despeito do mimimi desses, a justiça avança, doa a quem doer.

Por Jakson Miranda

 

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