O governo do Brasil e os governos paralelos

O governo do Brasil e os governos paralelos

O objetivo é sabotar o governo e permitir que a esquerda retorne ao poder para implementar a insólita agenda globalista da ONU no Brasil.

Não há possibilidade do Brasil progredir, a não ser que apenas o governo oficial assuma as rédeas com pulso firme, cumprindo o que prometeu. Ou seja, desfazendo as depravadas obras demoníacas da tirania petista.

Como sabemos perfeitamente, o Brasil não é para amadores. Aqui nada é tão simples como parece ser. A natureza hostil e naturalmente beligerante da política exige atenção constante a todos os desdobramentos do estado. Por um lado, o presidente mostrou estar realmente comprometido com o desenvolvimento da nação. Dentro do possível, ele compra as brigas certas e faz o que deve ser feito. Mas o congresso e o establishment completamente aparelhados pela esquerda política estão fazendo o possível e o impossível para que o presidente não governe. Em pouco tempo, testemunhamos a ascensão de inúmeros governos paralelos, muitos dos quais tem mais poder do que o governo federal; e que passaram a ditar regras arbitrárias para a população sem ter a menor consideração por suas consequências.

Durante a histeria do coronavírus, isso ficou muito evidente. O STF tirou a autoridade do presidente e praticamente outorgou poderes plenipotenciários aos governadores. Estes, governaram seus estados como verdadeiros tiranos. Bolsonaro, no entanto, durante todo o tempo alertou como medidas totalmente arbitrárias como o lockdown e a quarentena seriam impreterivelmente catastróficas para a economia. O importante para os ditadores do STF, do congresso e dos governos locais e regionais é contrariar Bolsonaro. Isso porque todo o establishment – incluindo os militares positivistas – estão contra o governo de Bolsonaro, contra o Brasil e contra o povo. O objetivo dessas elites oligárquicas é sabotar o governo, fazer ele parecer instável e ineficiente, permitir que a esquerda retorne ao poder; e assim eles tenham recursos para implementar a insólita agenda globalista da ONU no Brasil.

As rachaduras deste governo começaram cedo, pouco depois de Bolsonaro assumir a presidência, visto que inimigos e traidores começaram a aparecer por todos os lados. Quando implementou medidas para flexibilizar o porte de armas lá foi a esquerda, mais especificamente PT e PSOL, para sabotar a iniciativa. E em pouco tempo, o governo se esfacelou no atrito entre duas alas – a dos olavistas e militares – que por inúmeras razões tornaram-se antagonistas. Os dois grupos possuem posturas e convicções tão distintas, que discórdias e discussões entre ambos tornaram-se recorrentes. Os militares – acima de tudo, os positivistas – tornaram-se demasiadamente subservientes às resoluções da ONU. Parecem estar comprometidos a implementá-la no Brasil, o que seria um deplorável atentado contra a soberania nacional.

O estabelecimento discricionário de diversos governos paralelos – e de um STF plenipotenciário, cuja juristocracia suprema se coloca acima da constituição – faz o Brasil ficar em rota de colisão contra ele mesmo; no pior dos cenários, se os militares positivistas usurparem as competências presidenciais, o que parecem estar fazendo, a situação pode se degradar para uma guerra civil, visto que as demandas populares que o presidente tenta atender, como prometeu aos seus eleitores, são constantemente sabotadas pelo STF, pelo congresso, por militares positivistas, pela oposição e por oportunistas que se promoveram usando Bolsonaro, mas posteriormente se voltaram contra ele, quando enxergaram alguma vantagem de ganho político em passar para o outro lado.

Ou seja, nesse cenário de sabotagens múltiplas, fica impossível no Brasil, um governo no perfil Bolsonaro governar. Quem perde com isso, evidentemente, é a sociedade. Na eterna disputa de poder onde digladiam-se facções políticas opostas, reformas urgentes nunca são executadas, e o cenário político se transforma em uma enfadonha novela. Em outras palavras, incapaz de produzir resultados concretos que atendam as demandas da população.

Com tantos governos paralelos atuando simultaneamente – e com agendas completamente distintas –, é viável para os globalistas aproveitarem-se do caos para usar o governo de Bolsonaro como uma cortina de fumaça, para os eleitores do presidente pensarem que a sua vontade está sendo feita, enquanto aos poucos eles usurpam o governo, permitindo que o Deep State abra as portas do país para a ONU e para os globalistas. Isso não é mera especulação, está acontecendo. Mas como não nos chegam informações coesas e consistentes sobre o que acontece nos bastidores, só nos resta especular de que maneira os opositores estão agindo, e até que ponto suas ações no estado oculto influenciam o estado visível.

Desde o princípio, vimos que o governo estava saturado de víboras oportunistas que buscavam vantagens e benefícios pessoais no exercício do poder, além de uma profusão de quadrilhas paralelas envolvidas em projetos de poder, que buscam ganhar proeminência. Com o tempo, em oposição a Bolsonaro, cresceu e se expandiu ostensivamente a ditadura judiciária do STF, que passou a governar discricionariamente determinados aspectos da nação – para legislar sobre regulamentos, pautas e medidas que nunca foram solicitadas por legítimos representantes da sociedade civil, tampouco atendem aos anseios da maioria, como aborto e criminalização da homofobia –, em um irrefreável processo de judicialização da sociedade brasileira, que na prática nada mais é do que um desdobramento orgânico das pautas do Deep State em estágio avançado, implementadas deliberadamente para fraturar e dividir a sociedade, em um plano que se adapta vagarosamente às disposições plenipotenciárias dos globalistas.

Nesse estágio dos acontecimentos, é fácil perceber que os ataques vem de todos os lados; e não são apenas internos, mas também externos. O Brasil é um alvo preferencial das elites globalistas em função de suas vastas riquezas naturais. Não é segredo para ninguém que os globalistas há muito tempo querem dominar completamente a Amazônia. Há algum tempo, o presidente da França, Emmanuel Macron – ele próprio um fantoche dos globalistas – e o ditador da Rússia, Vladimir Putin, reuniram-se para discutir a possível formação de um exército global. Um exército formado, basicamente, pela união de todos os exércitos de todas as nações do mundo, algo que a ONU já promove em uma escala menor nas suas “missões de paz”.

É possível que o exército brasileiro esteja sendo integrado gradualmente, sem o conhecimento da população. Isso explicaria porque algumas alas militares são tão subservientes e tão condescendentes com as pautas da ONU, e porque estão dispostas a diluir a soberania nacional em nome de um projeto supranacional de poder.

A menos que todos esses deploráveis e ilegítimos governos paralelos que estão legislando, decidindo, implementando e determinando a portas fechadas parem de governar o país de acordo com suas as próprias agendas autocráticas e unilaterais, e tornem-se subordinados ao único governo que deveria governar o Brasil, o que dificilmente aconteceria, visto que todos eles possuem suas próprias agendas e projetos de poder com objetivos distintos, sem dúvida nenhuma o progresso continuará sendo uma impossibilidade para o Brasil. Com tantos governos paralelos autoritários em atividade – a maioria deles submissos a ONU e ao Deep State – a única certeza que temos é a do total colapso, que possivelmente será seguido pela implementação da mais sórdida tirania global que o mundo já viu.

Por Wagner Hertzog

 

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