O marxismo é a religião do mal – Saiba porque

O marxismo é a religião do mal

"Karl Marx por Robert Diedrichs, 1970 é licenciada sob by Royal Opera House Covent Garden CC BY 2.0

É fato que o marxismo é uma religião do mal, logo, nem comunismo nem socialismo podem ser bons 

O marxismo é uma religião política, assim como suas progênies – o socialismo e o comunismo – também são. Não obstante, no marxismo, o deus a ser venerado é o estado. E suas principais divindades são seus criadores, Karl Marx e Friedrich Engels. O marxismo não busca a verdade, mas a imposição de uma doutrina totalitária sobre toda a sociedade. Políticos que levaram o marxismo a sério e aplicaram-o em seus governos tornaram seus regimes nas piores tiranias da história.

Uma das crenças básicas do marxismo é o estado onipotente. O estado “redentor” que dirige e conduz a sociedade, protegendo-a das supostas torpezas e contrastes do capitalismo. Esse “direito” mostra que o estado marxista é, em essência, um estado onipotente, que comanda os cidadãos de forma absoluta e vertical e não tolera dissidentes. O marxismo, portanto, propõe um modelo de sociedade coletivista, onde o indivíduo não existe, mas é absorvido pelas massas, sendo uma simples engrenagem impessoal de um sistema.

A ideologia de Hugo Chávez

Em função da sua defesa de um estado onipotente, o marxismo – enquanto ideologia política – sempre atraiu um grande número de demagogos populistas obcecados por poder absoluto. Com discursos onde afirmam defender os interesses do povo, eles na verdade buscavam apoio popular para os seus projetos pessoais de poder. Foi isso o que fez Hugo Chávez, quando declarou em um discurso que o socialismo – ao contrário do capitalismo – buscava implementar o paraíso na Terra.

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Não obstante, Hugo Chávez não passava de um psicopata desesperado pelo poder político. Em 1992, ele tentou tomar o poder à força através de um golpe de estado, mas fracassou. Então, ele teve a ideia de tentar conquistar o poder através da democracia. Afinal – através de eleições – sua ideologia usufruiria de uma fachada “democrática”, e tanto sua presidência quanto o seu projeto de poder pareceriam legítimos, visto que foram chancelados pelo voto popular.

Com essa estratégia, Hugo Chávez foi capaz de conquistar o poder, tornando-se presidente da Venezuela em 1999. Como todo marxista, no entanto, depois de conquistar o poder, ele não mais o deixaria. Chávez se perpetuou no poder até morrer de câncer, em 2013. Mentiroso patológico – como a grande maioria dos marxistas –, Chávez falou em uma entrevista pouco depois de assumir a presidência que ele deixaria o cargo em dois anos, se não tivesse executado tudo aquilo a que se propôs. Como a história e sua trajetória de vida mostraram, no entanto, apenas a morte conseguiria fazer com que Chávez deixasse o poder. Marxistas amam o poder e o poder é tudo aquilo que eles almejam.

O marxismo no século XX

No decorrer do século 20, o marxismo foi muito utilizado por demagogos dissolutos e psicopatas desesperados por poder político para conquistarem as suas ambições. A retórica de lutar pelo povo é muito persuasiva e tem um apelo popular considerável. Uma vez que um candidato adote essa ideologia, ele passa a ser adorado pelos seus conterrâneos. As pessoas não questionarão suas motivações, tampouco seus objetivos. Os eleitores ingenuamente acreditam que o candidato que possui um discurso “popular” está sendo sincero e deseja verdadeiramente lutar pelo bem do povo.

Na verdade, o marxismo nunca passou de uma formidável e oportuna ferramenta ideológica que demagogos usam como plataforma para o poder político. O famoso economista americano Thomas Sowell escreveu:  “O que Marx realizou foi produzir uma visão tão abrangente, dramática e fascinante que poderia resistir a inúmeras contradições empíricas, refutações lógicas e repulsa moral aos seus efeitos”.

Manipular para se manter no poder

A visão marxista pegou a complexidade avassaladora do mundo real e fez as partes se encaixarem, de uma forma que foi intelectualmente estimulante e conferiu tal senso de superioridade moral que os oponentes poderiam ser simplesmente rotulados e descartados como leprosos morais ou reacionários cegos. O marxismo foi – e continua sendo – um poderoso instrumento para a aquisição e manutenção do poder político.”

Além do mais, muitas pessoas esquecem que o marxismo está intimamente ligado ao satanismo, por sua rejeição categórica de tudo aquilo que é divino e transcendental. Em função do materialismo dialético, o marxismo nega tudo o que está relacionado ao Reino Espiritual de Deus, pois afirma que essa existência é tudo o que existe.

Na verdade, a utopia marxista é um reflexo da redenção bíblica da humanidade com uma perspectiva invertida , que busca o paraíso terrestre que Adão e Eva perderam, depois de rejeitarem o Criador. A doutrina marxista, por sua vez, acredita no paraíso, mas defende sua implementação através de um sistema político.

Conclusão

O materialismo dialético faz com que a ideologia de Karl Marx seja inerentemente hostil às religiões, especialmente ao cristianismo. Por ser uma ideologia inerentemente totalitária, o marxismo não tolera competição. E por ser uma religião secular, o marxismo não tolera religiões espirituais como o cristianismo atuando como doutrinas concorrentes. Por isso o marxismo busca ativamente eliminar todas as religiões espirituais.

Como consequência natural do materialismo dialético, o marxismo nega tudo o que está relacionado ao Reino Espiritual de Deus, pois afirma que essa existência é tudo o que existe. Por isso, o marxismo tenta a todo custo construir um “paraíso” terreno através de um sistema político, pois nega categoricamente tudo o que está relacionado ao glorioso Reino Celestial de Deus e a espiritualidade humana. A supressão das religiões, da teologia e de ensinamentos espirituais, no entanto, é inevitável para o marxismo, porque enquanto sistema totalitário a ideologia de Karl Marx não deseja ter doutrinas concorrentes disputando o coração e a mente das pessoas.

É impossível, no entanto, que os seres humanos construam “paraísos” em virtude de sua condição imperfeita. Ademais, não importa se esse objetivo estará ou não alicerçado em uma ideologia política. A verdade é que no decorrer da sua existência, tudo o que marxismo fez foi estabelecer as ditaduras mais opressivas e genocidas da história. Do verdadeiro paraíso, o marxismo nunca conseguiu se aproximar. O que faz com que seja lastimável que esse terrível embuste continue enganando tantas pessoas atualmente.

Por Wagner Hertzog

 

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