O pobre de direita e o capitalista sem capital

ser um pobre de direita e um capitalista sem capital é motivo de grande orgulho para qualquer um que tenha o mínimo de inteligência, capacidade de raciocínio e iniciativa.

Com certa frequência escutamos a esquerda falar alguns termos e expressões de cunho pejorativo, criadas deliberadamente pelos militantes na tentativa de ofender pessoas que tem posicionamentos políticos diferentes daqueles apregoados pelo establishment progressista. Assim, entre essas expressões, “pobre de direita” e “capitalista sem capital” provavelmente estão entre as mais empregadas pela militância.

Logo, o que a esquerda não entende é que essas duas expressões são grandes elogios para quem as recebe. “Pobre de direita” retrata um indivíduo ativo e dinâmico, que não pretende depender do estado para ter o seu sustento; e nem acredita na fábula do burocrata sacrossanto e bonzinho, que ingenuamente crê que deus-estado e papai-governo resolverão todos os seus problemas.

Da mesma forma, capitalista sem capital significa um indivíduo de mentalidade empreendedora. Pois, prefere ter o seu próprio negócio do que depender de qualquer benefício assistencialista estatal. Com posicionamentos éticos e princípios morais que — ao contrário da plataforma defendida pela esquerda progressista, expressa convicções coerentes e defensáveis —; um indivíduo de direita sabe que o estado nada produz, e que é incorreto o estado tomar a força os frutos do trabalho de alguém para dá-lo a outra pessoa. Afinal, muito pior do que capitalista sem capital, é ser socialista com o dinheiro dos outros.

O orgulho de ser “pobre de direita” ou “capitalista sem capital”

É muito difícil — para não dizer quase impossível — dissipar a estadolatria de um esquerdista; militantes normalmente enxergam o estado como um deus soberano e onipotente, e exigem que todos dependam do estado, e demonstrem o mesmo nível de louvor e devoção pelo Leviatã que eles, os esquerdistas. Não há nada que ofenda mais os esquerdistas do que indivíduos autônomos e independentes, que não precisam do estado para absolutamente nada. Essa é uma das razões pelas quais a esquerda também persiste em sabotar o armamento civil. O objetivo é fazer todas as pessoas serem dependentes do estado na questão da segurança. Isso é criminoso, pois além de sequestrar arbitrariamente a autonomia dos indivíduos, os deixa reféns de uma condição de vulnerabilidade perante criminosos e o totalitarismo de estado.

Portanto, ser um pobre de direita e um capitalista sem capital é motivo de grande orgulho para qualquer um que tenha o mínimo de inteligência, capacidade de raciocínio e iniciativa. De fato, não devemos depender do estado de nenhuma forma, maneira ou circunstância. Devemos fazer tudo o que for possível para mantermos valores indispensáveis ao indivíduo, como autonomia e independência.

Não quero depender do estado, faço questão de ter autonomia e independência em todos os aspectos da minha vida. Se a tirania progressista tentar sequestrar esses elementos tão fundamentais e indispensáveis à vida do indivíduo, não devemos permanecer indiferentes. Devemos sempre lutar pelo restabelecimento dos direitos naturais.

Por: Wagner Hertzog 

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