O Socialismo é um sistema maligno e assassino

O Socialismo é um sistema maligno e assassino

Por TECHO.org CC BY 2.0

Não restam dúvidas de que o socialismo é um sistema pernicioso, maligno, tirânico e assassino

O socialismo é um sistema que, por qualquer ângulo que se analise, é uma fantasia despótica e irracional. Consiste, antes de tudo, na crença ingênua de que um grupo de burocratas são capazes de organizar perfeitamente toda a sociedade humana.

Logo, acreditar nisso requer, necessariamente, um grau elevado de excessiva e monumental ingenuidade. É necessário ser muito ingênuo para acreditar que os burocratas desejarão o melhor para a população. Trabalhando incansavelmente para o êxito e o sucesso da sociedade. O estado sempre foi e sempre será um ambiente saturado de interesses escusos, intrigas e disputas pelo poder, e — pela própria maneira como o seu organograma irradia a autoridade, ou seja, através da tirania e da ditadura pessoal — todas as ingerências governamentais inerentes à estrutura da burocracia estatal, no socialismo, irão invariavelmente potencializar a brutalidade política do regime.

No socialismo, os poderes do estado são expandidos ao extremo, e invariavelmente a sociedade acaba sendo saturada por uma quantidade absurda de regulações, que acabam paralisando, e por fim desmantelando completamente a atividade produtiva, até a economia entrar em colapso. Outro problema é que, reservando-se o direito absoluto de tutelar a sociedade em praticamente todas as esferas da vida, o regime socialista irá deliberadamente asfixiar o indivíduo até ele desaparecer completamente no ambiente coletivista.

Invariavelmente, o estado monolítico se reservará o direito supremo de proferir constantemente ordenamentos e decretos tirânicos à sociedade, ditando normas, regras, regulamentos e convenções a serem seguidas — em caráter vertical —, que deverão ser sumariamente obedecidas e jamais questionadas. A sociedade deve simplesmente acatar as diretivas ditatoriais do estado, jamais ousando contestá-las, para o seu próprio bem.

É assim a vida em uma ditadura socialista como a Coréia do Norte.Um país onde o indivíduo foi completamente suplantado pela sociedade coletivista que domina a nação. Ao indivíduo, cabe apenas obedecer, seguir de forma plena — sem contestar — todas as diretrizes unilateralmente impostas pelo estado.

Ao defender o socialismo, os militantes de esquerda parecem completamente incapazes de compreender que este sistema exige, necessariamente, um estado agressivo, despótico e violento. Consequentemente, o governo totalitário se reservará o direito de definir um portentoso emaranhado de diretrizes a serem seguidas por todos os cidadãos, em um ostensivamente rígido, controlado e amplamente vigiado ambiente autoritário, onde não haverá espaço para a individualidade e a inciativa pessoal, tampouco para a discordância legítima.

Muitos se enganam ao achar que o Brasil não é um país socialista. Ao menos na economia, o Brasil é um país socialista há muito tempo. Não somos um país onde existe liberdade econômica, não somos uma economia de livre mercado. O Brasil é um país saturado de monopólios, oligopólios, regulações, reservas de mercado, empresas estatais e intervenções recorrentes e implacáveis do estado na economia. Nunca praticamos o capitalismo liberal de países como Estados Unidos, Austrália, Suíça ou Nova Zelândia.

Como o estado brasileiro absorveu em sua matriz estatal princípios progressivamente centralizadores e autoritários, o positivismo legalista da burocracia governamental gradualmente converteu a nação em uma autocracia; é digno de nota, no entanto, que poucas pessoas reconhecem esse fato. Portanto, o socialismo nacional — que tem sua origem no fascismo vertical de matriz varguista — foi uma construção política gradual, arregimentada por décadas de centralismo burocrático em expansão permanente.

Ou seja, foi a difusa, porém constante assimilação desse elemento orgânico e inerente à esfera governamental de nosso país, que conduziu o Brasil a um socialismo de matriz relativamente maleável — a diferença entre o socialismo “carnívoro” e o socialismo “vegetariano”, como escreveu Rodrigo Constantino —, porém não menos nocivo e perigoso. Os ciclos contínuos de fascismo estatal das políticas adotadas pelos sucessivos governos positivistas da república, subverteram totalmente a economia nacional. Assim, a deixaram cada vez mais inclinada ao socialismo, em virtude das sucessivas e constantes intervenções regulares do estado na economia. No entanto, não nos tornamos uma ditadura socialista de facto uma vez que expurgamos do poder aqueles que conduziriam o país por esse caminho.

A verdade é que, não importa o tipo de socialismo, sua natureza inerentemente agressiva faz do socialismo um sistema demasiadamente destrutivo, mortífero, sanguinário e perigoso. Para existir, é necessário que trave uma guerra contra tudo aquilo que procede da ordem natural, para que o diagrama autoritário, unilateral e vertical do estado socialista possa se impor sobre tudo e sobre todos. Outrossim, é completamente válido afirmar que defender o socialismo é – por definição e associação –, defender a agressão e o terrorismo estatal contra cidadãos inocentes. O socialismo sempre estará invariável e inextricavelmente associado a um expressivo grau de brutalidade e violência, sem o qual não poderia existir.

Fato é que todas as experiências socialistas foram verdadeiros horrores. Não á toa, seu legado são as atrocidades praticadas contra pessoas vulneráveis e indefesas. O socialismo é a institucionalização da agressão estatal contra pessoas pacíficas; estas, são brutalmente oprimidas, pois somente assim, um estado totalitário e centralizador é capaz de existir. E —ainda que o estado seja brutalmente opressivo — convém lembrar que a grande maioria das pessoas, em regimes socialistas, é exterminada pela inanição.

O socialismo nunca pretendeu anular ou mitigar os problemas da sociedade humana, mas antes potencializá-los. Até hoje, no entanto, uma parcela expressiva da população não é capaz de compreender a real natureza do socialismo, que é, de fato – como todos os eventos históricos vinculados podem apontar –, um sistema verdadeiramente cruel, opressivo, ditatorial e homicida, que tem por objetivo escravizar e dizimar seres humanos. O socialismo nunca pretendeu fazer absolutamente nada além disso.

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