ONU – organização criminosa a serviço dos globalistas

ONU - organização criminosa a serviço dos globalistas

A ONU – Organização das Nações Unidas – não cansa de revelar seus planos diabólicos e seus métodos nefastos, sendo que atualmente nem faz mais questão de ocultá-los

É hilariante ingenuidade da nossa parte pensarmos que a ONU é uma organização que existe para “ajudar” a humanidade ou “resolver” os problemas dos países-membros. Esse nunca foi o real objetivo da Organização das Nações Unidas, muito pelo contrário.

A ONU frequentemente age — e de fato é — uma organização criminosa, e para qualquer um que observe de perto o cenário geopolítico internacional, isso é bastante evidente e há muito mais tempo do que imaginávamos.

Na década de 1950, a John Birch Society já afirmava que o objetivo da organização era erradicar fronteiras nacionais, suplantar nacionalismos e pavimentar o caminho para a implementação de um governo totalitário global. Inicialmente encarados com ceticismo pelo grande público e vistos como paranoicos teóricos da conspiração, a verdade é que seus integrantes estavam certos desde o princípio sobre tudo aquilo que a ONU é e tudo aquilo que ela não é.

A ONU é uma organização criminosa globalista, que apoia ditaduras, a invasão islâmica da Europa e teocracias totalitárias árabes, estando à frente de todo o tipo de pautas degradantes, como aborto, supressão do conservadorismo social e cultural, supressão da autonomia de governos locais e regionais, centralização política absoluta, criação de um exército mundial, erradicação de todas as religiões — especialmente do cristianismo — e aquecimento global, entre muitas outras propostas igualmente nefastas, sórdidas, perversas e autoritárias.

De fato, a ONU aplica estratégias que a saudosa e inteligentíssima Margaret Thatcher chamou de “implantação do socialismo pela porta dos fundos”, um plano que foi concebido e eficazmente aplicado pela União Europeia, organização supranacional que hoje é uma das maiores e mais tirânicas máfias socialistas do mundo.

Em função de uma deplorável sucessão de arbitrariedades, até mesmo os Estados Unidos se retirou do conselho de direitos humanos da ONU, por perceber claramente que a organização é uma coalizão de governos criminosos, autocracias militaristas e tiranias oligárquicas, interessadas em concentração de poder, influência política discricionária e irrestrita, monopólio da violência, difusão de ideologias globalistas radicais e captura de corporações e instituições com objetivos escusos. Entre outras palavras, o que existe de fato na ONU é um plano ardiloso, maquiavélico e ambicioso de regimes totalitários que pretendem formar uma coalizão global para governar o mundo, através da implantação sutil e sorrateira de subversivas e depravadas políticas gradualistas.

Nikki Haley — a embaixadora americana que integrava uma comissão da ONU —, classificou a organização como um “esgoto político” e complementou: “Por muito tempo, o conselho tem sido um protetor de violadores de direitos humanos.” De fato, o histórico de corrupção, crimes e atrocidades da ONU é vasto; contém contravenções que deixariam o próprio Diabo perplexo.

Confirmando o que Haley declarou, a ONU realmente não cansa de revelar seus planos diabólicos e seus métodos nefastos, sendo que atualmente nem faz mais questão de ocultá-los.

Em 2019, a Venezuela foi eleita para integrar o conselho de direitos humanos da organização, e esse ano a China recebeu esta mesma nomeação. Não poderia existir situação mais absurda; de fato, algo que só mesmo a ONU poderia conceber. Duas tirânicas ditaduras socialistas totalitárias — que assassinam os seus próprios cidadãos diariamente pelos motivos mais torpes e violam direitos humanos de forma recorrente e sistemática — foram eleitas para integrar o comitê de direitos humanos da organização. Isso diz tudo o que precisamos saber sobre a ONU, uma nefasta, sórdida e deplorável organização criminosa, que deve ser tratada como tal e sob circunstância alguma merece qualquer tipo de consideração ou credibilidade.

Para citar apenas um dos inúmeros crimes da ONU, há mais de vinte anos, a policial americana Kathryn Bolkovac — depois de se tornar funcionária da organização na Bósnia — desbaratou uma enorme rede de escravidão sexual, envolvendo jovens garotas que eram imigrantes oriundas de diversos países da Europa. Essas moças eram sequestradas, forçadas a se prostituir e eram mantidas em cativeiro em condições deploráveis. Os responsáveis pelo tráfico e pela escravidão sexual das garotas eram todos funcionários da ONU. O esquema era totalmente protegido e resguardado por funcionários da alta cúpula da organização.

Depois que Kathryn Bolkovac corajosamente denunciou os crimes de tráfico e exploração sexual, membros da alta hierarquia da ONU fizeram o possível para encobrir suas contravenções e atividades ilícitas, e esconder o que realmente ocorria nos sórdidos bastidores da organização. Bolkovac posteriormente passou a receber ameaças, sofreu com campanhas difamatórias orquestradas por pessoas influentes que desejavam prejudicá-la — como retaliação contra o seu heroico ato de busca por justiça e luta contra a corrupção — e ela nunca mais conseguiu trabalho em organizações da comunidade internacional, que estão todas sob a esfera de influência da ONU. Sua história chegou a virar um filme, produzido em 2010 sob o título de A Informante, onde ela foi interpretada pela atriz britânica Rachel Weisz.

A ONU é uma organização criminosa altamente burocrática, mafiosa e elitista, que não está nenhum pouco preocupada com a humanidade, muito pelo contrário. Lá não ocorrem benévolos ou caritativos atos de amor e generosidade para com o próximo: na verdade, toda a sorte de crimes sórdidos, hediondos e grotescos, de interesses escusos, de atrocidades assassinas e impensáveis, são as verdadeiras vísceras que movimentam o sádico jogo político da organização criminosa, que financia até mesmo terrorismo e genocídio em países da África.

O notório e perigoso antissemitismo da instituição é outra de suas características mais deploráveis. A ONU está sempre procurando pretextos para atacar e sabotar Israel. Nada de sanções contra autoritárias teocracias muçulmanas, como a Arábia Saudita — que executa cristãos pelo simples fato de possuírem uma Bíblia — ou que matam jornalistas extrajudicialmente por criticarem o governo do seu país, como aconteceu com Jamal Khashoggi, correspondente do The Washington Post, que foi brutalmente assassinado e posteriormente desmembrado na embaixada saudita de Istambul, na Turquia, em outubro de 2018, por ordens do príncipe Mohammad bin Salman.

De fato, ações e sanções contra regimes nefastos e tirânicos — como a ditadura bolivariana da Venezuela — nunca sequer foram cogitadas, o que por si só evidencia a natureza inerentemente maléfica e sinistra da organização, preocupada em defender regimes totalitários, custe o que custar, e impor toda a sorte de restrições em democracias consolidadas como Israel. Ou seja, os objetivos da organização são muito sinistros, e sua conduta, bem como sua forma de atuação, não deixam dúvidas quando o assunto são suas reais motivações.

É necessário compreender que a ONU, como instituição, foi completamente capturada por autocracias despóticas e tirânicas — como China, Rússia e Arábia Saudita —, nações que tem profunda aversão a valores como democracia, liberdade e soberania dos povos. Evidentemente, eles jamais defenderão aquilo que tanto desprezam. O que esta aterradora coalizão de tiranos pretende é deflagrar sobre a humanidade um grande projeto de escravidão global, do qual ninguém poderá escapar. Hoje, a ONU é meramente um veículo político de ditaduras ansiosas por consolidar sua hegemonia política em caráter global, com pretensões tecnocratas e expansionistas. Para tanto, precisam da legitimidade de um órgão supranacional como a ONU para impor sua nefasta agenda sobre o resto do mundo.

A ONU é uma organização maléfica, depravada, criminosa e genocida, cujo verdadeiro objetivo é implantar uma tirania global. Não existe absolutamente nada de altruísta, benévolo ou humanitário em suas ações e projetos. Ela é totalmente conduzida por nações cujos governos estão envolvidos em toda a sorte de crimes contra a humanidade, que vão de campanhas de limpeza étnica a expurgos, genocídios, assassinatos extrajudiciais, fraudes supranacionais, crimes financeiros e transferência ilegal de ativos, entre muitas outras atrocidades e contravenções. Na ONU, tudo foi e continua sendo meticulosamente arquitetado para possibilitar — agora a médio prazo — a submissão e a escravidão de toda a humanidade.

Expor a nefasta e degradante organização criminosa que a ONU realmente é e representa, bem como o que ela pretende fazer com a humanidade, agora é mais fundamental do que nunca. Não há — como nunca houve e jamais haverá — absolutamente nada de bom, correto ou moralmente salutar na Organização das Nações Unidas. Essa deplorável organização criminosa supranacional foi deliberadamente arregimentada para viabilizar a escravidão de toda a humanidade e sujeitá-la a uma tirânica e despótica tecnocracia global.

Por Wagner Hertzog

 

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