Os índios brasileiros e o “malvado” homem branco europeu

Os índios brasileiros e o "malvado" homem branco europeu

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No dia do índio, devemos lembrar que os índios brasileiros tiveram no homem branco de batina, um aliado

Neste 19 de abril, se comemora o dia do índio. Logo, que fique claro, a despeito dos militantes, os índios brasileiros, tiveram no homem branco colonizador um aliado.

Assim, quando estudamos a história de forma aprofundada, ou seja, sem ideologia, entendemos que as navegações marítimas iniciadas por Portugal e um pouco depois pela Espanha, possuíam objetivos claros. A saber: expandir a fé católica – cristã, expandir o reino de Portugal e controlar o comércio marítimo. No entanto, nos bancos escolares, deliberadamente negligenciam-se esses três eixos, de modo que se estuda a expansão marítima apenas e sobretudo pela ótica econômica.

Nesse sentido, se trata a expansão da fé como algo nocivo. Em outras palavras, os índios brasileiros foram explorados, aculturados e catequizados, perdendo sua identidade. Eis a lógica do discurso militante. Entretanto, os supostos ativistas e defensores dos índios brasileiros dos dias atuais, nada mais fazem do que condenar os povos nativos a um eterno passado. Isto é, ao reivindicar-lhes certos “direitos“, tiram-lhes a oportunidade de uma efetiva inserção na sociedade. Portanto, algo bem diverso do que fizeram os portugueses, em especial, os jesuítas.

Por mais que abusos tenham ocorrido e isso não é uma exclusividade do homem branco europeu, o fato é que na catequização dos índios brasileiros, como em todo processo de conversão à fé cristã, os povos são levados a adentrarem no seio da comunidade cristã, ou, enxergam no outro um irmão.

De fato, o trabalho dos jesuítas visava a conversão dos nativos e por extensão, o fim dos conflitos entre as diferentes tribos. Da mesma forma, apresentava-se aos índios brasileiros um novo olhar sobre a vida. Para usarmos um termo caro aos esquerdistas de hoje: todas as vidas importam.

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Hoje, o dia do índio nada mais é do que um chamado à resistência. Com efeito, os índios brasileiros hoje, são vitimas da ideologia marxista. Esta, por meio da luta de classes, tudo destrói e nada constrói. Em síntese, grande parte dos supostos defensores dos índios da atualidade, nunca colocaram os pés numa tribo.

Em contrapartida, as ações do Padre José de Anchieta é quase que ignorada em uma data que supostamente celebra o índio. Por certo que o homem branco europeu de batina, fez mais pelos índios do que o remelento que estuda Ciências Humanas na USP. E isso a turma não admite!

Assim, a fim de evangelizar, o padre José de Anchieta não apenas aprendeu o Tupi-Guarani. Mas também, cuidou de promover a paz, construiu colégios e hospitais.

Em conclusão, estamos falando de uma época onde o canibalismo e a antropofagia era a norma. Práticas que hoje os adeptos do multiculturalismo fingem ignorar. Portanto, a ação dos jesuítas, antes de atender a interesses econômicos do reino, tinha por objetivo atender aos interesses do reino de Deus. Ou seja, salvar almas. Ademais, tais objetivos continuam nos dias atuais, tanto por católicos quanto por evangélicos.

Viva àqueles que deram e dão a vida a fim de salvar as inúmeras almas desses povos nativos. Enfim, viva o índio brasileiro!

Por Jakson Miranda

 

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