Pedido de impeachment de Bolsonaro anima PT

O PT, Partido dos Trabalhadores, usou as mortes provocadas pelo coronavírus para sugerir que entrará com pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

O PT, Partido dos Trabalhadores, usou as mortes provocadas pelo coronavírus para sugerir que entrará com pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a sigla não estabeleceu uma data para protocolar tal pedido, preferindo antes, por meio de mensagens, pedir assinaturas de apoio ao processo. Logo, os petistas culpam o governo federal pelas 50 mil mortes provocadas pelo coronavírus.

Não obstante, mostraremos aqui a estranha artimanha usada pelo partido de José Dirceu, Lula e Gleisi Hoffmann.

Rodrigo Maia é quem vai decidir sobre pedidos de impeachment de Bolsonaro

Em momento acirrado entre os três poderes, caberá a Rodrigo Maia, presidente da Câmara, decidir se pauta ou não os 30 pedidos de impeachment protocolados contra o presidente do Executivo. Portanto, para Maia, AINDA não é o momento de discutir qualquer pedido de impeachment de Bolsonaro.

A gente não pode colocar mais lenha na fogueira. Uma decisão política de impeachment precisa ser muito bem avaliada, para que a gente não gere mais conflitos, mais desarmonia e mais crise política no Brasil“.

E o que espera Maia? Sim, trata-se de uma pergunta retórica, pois todos nós sabemos o que deseja Rodrigo Maia.

Uma dobradinha entre Maia e o  PT?  

É verdade que Rodrigo Maia tem hoje um protagonismo que poucos tiveram na presidência da Câmara. Tanto é verdade, que muitos falam abertamente em “parlamentarismo branco“. Ou seja, um parlamentarismo informal. Mas, o que isso tem a ver com o pedido de impeachment de Bolsonaro? Lembra que falamos de uma artimanha do PT? Pois bem, Quem assume se Bolsonaro sofrer impeachment? Na hipótese do presidente ser impichado, quem assume é o vice. Todavia, se ambos perderem seus mandatos, quem assume é o presidente da câmara dos deputados!

Dito isto, vejam a mensagem propagada pelo PT:

Cinquenta mil mortes. Em apenas 3 meses, uma perda igual ao número de soldados brasileiros na Guerra do Paraguai, que durou 6 anos. […] Cinquenta mil vidas sacrificadas em uma guerra cruel e letal. Uma guerra sem comando, sem generais, sem presidente. Basta de sabotagem, basta de covardia, de quem nega o Brasil. Fora, Bolsonaro. Fora, Mourão e seu governo. Impeachment já“. 

É ou não é uma oferta bastante tentadora para Maia ou para qualquer outro que vier assumir a presidência da Câmara?

Por Jakson Miranda

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