Mesmo sendo vergonhosamente desmascarados, a grande imprensa no Brasil não cansa de papagaiar e seguir a versão esquerdopata dos fatos. Fingindo-se de isentos, não titubeiam em atacar esta ou aquela personalidade que não cai em seu agrado.

Mais uma vez, o deputado Jair Bolsonaro é o alvo predileto da turma. Desta vez, por ter citado o Coronel Brilhante Ustra. Mais uma vez, Reinaldo Azevedo segue a “onda” anti-Bolsonaro e malhou o deputado federal. Já está claro com qual objetivo Azevedopinta” Bolsonaro como se este fosse a personificação do capeta.

É evidente que no lugar de Jair Bolsonaro, minhas palavras ditas antes do SIM pelo impeachment teriam sido outras. Nesse sentido, estou em pleno acordo com o que escreveu Rodrigo Constantino, quando pontua que Bolsonaro perdeu a chance de fazer um discurso maduro, para uma platéia mais ampla.

Bem, agora toda a imprensa e os ditos “intelectuais” se posicionam contra Bolsonaro por ter citado o nome de um torturador, não obstante, e as vozes com sonoras criticas a deputado que cita terroristas?

Ainda não vi nem ouvi vozes indignadas contra o deputado federal Glauber Braga pela sua “homenagem” ao TERRORISTA e ASSASSINO Carlos Marighella.

Carlos Marighella foi fundador do grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, grupo este responsável por seqüestros, assaltos e assassinatos.

Para o terrorista comunista brasileiro, as ações de seu grupo deveriam ser pautadas por essas nobres ações:

“O terrorismo é uma arma a que jamais o revolucionário pode renunciar”

“Ser assaltante ou terrorista é uma condição que enobrece qualquer homem honrado”

E ainda

“Execução é matar um espião norte-americano, um agente da ditadura, um torturador da policia ou uma personalidade fascista no governo que está envolvido em crimes e perseguições contra os patriotas, ou de um “dedo-duro”, informante, agente policial, um provocador da policia.
Aqueles que vão à polícia por sua própria vontade fazer denúncias e acusações, aqueles que suprem a polícia com pistas e informações e apontam a gente, também devem ser executados quando são pegos pela guerrilha”.

“A execução é uma ação secreta na qual um número pequeno de pessoas da guerrilha se encontram envolvidos. Em muitos casos, a execução pode ser realizada por um franco atirador, paciente, sozinho e desconhecido, e operando absolutamente secreto e a sangue frio”.

Tudo isso consta no livro mini manual do guerrilheiro urbano. Que democrata!

Pois é… Para o tal deputado, esse tipo de individuo merece ser homenageado. Tudo bem! A imprensa muito ciosa de isenção se cala para tamanho absurdo, pois está muitíssimo preocupada em combater o grande mal e perigo da política, Jair Bolsonaro.

Se isto não é pura e simples perseguição, é o que?

 

Por Jakson Miranda

 

 

4 thoughts on “Perseguição a Jair Bolsonaro?

  1. Medo! Deve ser medo do potencial de crescimento eleitoral do Bolsonaro. Cada dia eu me decepciono mais com nossa imprensa. Antes achava ser só ‘vendida’, agora acho que é burra também.

    1. Sua redução demonstra que você não se atenta aos fatos, apenas expurga opiniões e, crendo-se douto, espera que os fatos se reportem a você.

      É a forma mais arrogante de se ser tolo.

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