Plantação de maconha na UNB

A UNB – Universidade de Brasília – é considerada no meio acadêmico como uma das mais privilegiadas do Brasil. Entrar na UNB e concluir o curso é sinônimo de uma carreira profissional virtuosa. Bem, era esse o quadro nas décadas de 80 e 90. De lá para cá, não só a UNB, mas praticamente todas as universidades públicas e privadas Brasil afora, foram invadidas pelos bárbaros.

O site O Antagonista divulgou na tarde de ontem uma nota informando que a Policia Civil do Distrito Federal encontrou uma pequena plantação de maconha em terreno da UNB.

Dois estudantes de engenharia e um ex-aluno de administração foram autuados por “tráfico privilegiado de droga” e cultivo para consumo próprio.

Há poucos dias, em Comissão da Educação do senado federal, o ministro Abraham Weintraub ao discorrer sobre a autonomia nas universidades observou que não se deve confundir autonomia com soberania e que é necessário combater o consumo de drogas no Campi.

De fato, em estudo realizado ainda em 2010 já se constatava o elevado percentual de jovens universitários que consomem drogas. Segundo os dados,

o percentual de jovens universitários que consomem drogas tende a ser até duas vezes maior que o daqueles que não são universitários. A pesquisa aponta que 48,7% dos estudantes universitários usaram drogas ilícita na vida (52,8% entre os homens), enquanto, na população brasileira, o índice é de 22,8%, segundo levantamento geral realizado em 2005.

De 2010 para cá esses números podem ter aumentado e infelizmente, pouca coisa tem sido feito. Reitores covardes e coniventes, professores cúmplices e pais impotentes tem sido a regra. Enquanto isso, o país se aprofunda no caos e na ignorância.

Por falar em ignorância, é oportuna a leitura do nosso artigo O método Paulo Freire é uma balbúrdia

Por Jakson Miranda

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