Por que o povo é conservador e a maioria dos políticos brasileiros, não.

Pesquisa após pesquisa mostra que o povo brasileiro é conservador. Em contrapartida, elege-se ano a ano, políticos que na sua maioria, enxergam no conservadorismo uma “doença”. A explicação para tal fenômeno pode ser dada pelo tipo de leitura que predomina entre os políticos, leiam:

Pelo oitavo ano consecutivo, a Folha manteve a preferência entre deputados federais como principal fonte de informação entre os jornais.

Levantamento da FSB Pesquisa mostra que, ao serem solicitados a indicar até três jornais de sua preferência, 74% dos parlamentares ouvidos escolheram aFolha. Em 2014, eram 73%.

A sondagem registra ainda os jornais “O Globo” (35%), “O Estado de S. Paulo” (32%), “Valor Econômico” (13%) e “Correio Braziliense” (12%).

Além de ser o jornal favorito, a Folha também é o que apresenta o maior índice de leitura entre os congressistas. A pesquisa questionou se o entrevistado lia os principais jornais do país (Folha, “O Globo”, “Estado”, “Correio Braziliense”, “Valor Econômico” e “Brasil Econômico” –que deixou de circular). A Folha recebeu 91% de resposta afirmativa, seguida por “O Globo” (73%).

Voltamos

Isso explica muita coisa, não é mesmo? É bem verdade que com raríssimas exceções, as redações dos principais jornais do país estão tomadas por “progressistas”. Quantos editoriais que não flertem com a esquerda são publicados no espaço de um mês na Folha, no O Globo e mesmo no Estadão? São tantos, que provavelmente o leitor não se lembrará de nenhum.

Tal estado de coisas já foi denunciado por Olavo de Carvalho, quando em artigo, fez a seguinte reflexão:

A afetação de neutralidade superior, especialmente quando se quer impingir à platéia opiniões arriscadas e mentiras cínicas, é a essência mesma do “estilo jornalístico”. Os “grandes jornais” deste país praticam-no com destreza tal que a maior parte de seus leitores, tomando a forma pelo conteúdo, acredita seguir a razão e o equilíbrio no instante mesmo em que vai se acomodando, pouco a pouco, anestesicamente, às propostas mais dementes, às modas mais escandalosas, às idéias mais estapafúrdias.

Quando a Folha, quase vinte anos atrás, começou a promover discretamente o gayzismo sob a inócua desculpa mercadológica de que os gays eram também parte do público consumidor, quem, entre os leitores, poderia imaginar que com o decurso do tempo essa gentil atenção concedida a uma faixa do mercado se converteria numa estratégia global de imposição do homossexualismo como conduta superior, inatacável, sacrossanta, só rejeitada por fanáticos e criminosos? Quem, aliás, tem a paciência e os meios intelectuais de examinar as mudanças progressivas e sutis da linguagem de um jornal ao longo de vinte anos? No começo, o processo é invisível porque seus primeiros passos são discretos e aparentemente inofensivos. No fim, é invisível porque sua história se apagou da memória popular. A lentidão perseverante é a fórmula mágica das revoluções culturais.

Não á toa, a revolução cultural faz parte da ordem do dia dos principais jornais. Aborto, gayzismo, legalização das drogas, educação integral, etc,etc.

Enquanto os nobres parlamentares continuarem a consumir, predominantemente, esse tipo de informação, tornam-se agentes diretos e indiretos, de profundas mudanças em nossa sociedade, que longe se oferecerem avanços, oferecem o caos, a ignorância e divisões cuja única conseqüência é deixar-nos em uma ditadura de opinião; a outra, a do Estado, não é impossível e não está muito longe.

 

Por Jakson Miranda

 

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