Primeira-dama do Rio e a ‘caixinha da propina’

Primeira-dama do Rio e a caixinha da propina

Governo Witzel tinha ‘caixinha da propina’, com repasse a governador via primeira-dama

Uma “caixinha de propina” abastecida por organizações Sociais (OSs) e seus fornecedores, aliada à cobrança de percentual sobre pagamentos de restos a pagar a empresas fornecedoras do estado do Rio de Janeiro, foi o principal mecanismo dos grupos criminosos alvos da Operação Tris in Idem, o esquema teria participação da Primeira-dama, Helena Witzel.

A ação policial foi deflagrada hoje (28) por ordem do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que afastou por 180 dias o governador Wilson Witzel (PSC), em desdobramento da Operação Placebo, que envolve pagamentos ilegais ao escritório da primeira-dama Helena Witzel.

A PGR trata como um dos fatos já suficientemente comprovados o caso de pagamentos efetuados por empresas ligadas ao empresário Mário Peixoto ao escritório de advocacia da primeira-dama fluminense Helena Witzel. Também é objeto da denúncia pagamentos feitos por empresa da família de Gothardo Lopes Netto ao escritório da primeira-dama.

Ao autorizar a operação de hoje, o STJ tomou como base a acusação da PGR de que a contratação do escritório de advocacia da primeira-dama Helena Witzel foi artifício para permitir a transferência indireta de valores de Mário Peixoto e Gothardo Lopes Netto para Wilson Witzel.

Fonte: Diário do Poder

Da Redação

 

 

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