Progressismo — a ideologia da choradeira

o progressismo é a ideologia da choradeira e da vagabundagem institucionalizada.

O progressismo gera, sem dúvida nenhuma, criaturas histéricas e choronas que estão sempre reclamando de tudo

O progressismo alimenta adeptos que como criancinhas utópicas que são, estão sempre esperando que o estado resolva todos os seus problemas. Acham que o estado é o seu papai e o governo é a sua mamãe. O ativismo infantil da militância consiste basicamente em exigir coisas do estado e acreditar que o estado irá consertar tudo, organizar a sociedade de acordo com a sua preciosa ideologia, e então transformar o mundo na sua maravilhosa utopia.

Progressistas são crianças histéricas, mimadas, utópicas e histriônicas, terrivelmente infantilizadas por uma ideologia fútil e imprestável. A única coisa que militantes sabem fazer é reclamar indefinidamente à respeito de tudo, enquanto esperam que o estado lhes dê comidinha na boquinha, e os proteja das “agruras” do capitalismo, enquanto implementa o maravilhoso e tão sonhado paraíso igualitário da esquerda, onde ninguém faz absolutamente nada, e todos são abastecidos e sustentados pelo estado provedor.

Suas ações mostram que o progressismo é a ideologia da choradeira e da vagabundagem institucionalizada. O progressismo institucionalizou a choradeira, a histeria e a intransigência infantil dentro do debate político. Por isso, essa degradante ideologia se transformou em um antro de pirralhos mimados, que precisam de um líder que os guie, os oriente e os alimente. Progressistas consideram o estado como se fosse Deus. Na verdade, substituíram Deus pelo estado, e por isso tratam-no como uma sacrossanta, poderosa e onipotente divindade.

A retórica infantil do progressismo, por influência do marxismo, dividiu os seres humanos em duas categorias, os opressores e os oprimidos. Os oprimidos — gays, negros (se forem de esquerda), feministas, minorias e outros mascotes — tem o suposto direito de exigir “reparação histórica” — na verdade, privilégios adquiridos — porque sua preciosa ideologia de estimação afirma que militantes são criaturas “especiais”, que tem reivindicações a fazer perante a sociedade, porque elas são supostamente “oprimidas”. O progressismo, portanto, tornou-se a ideologia perfeita para quem não quer produzir e anseia viver simplesmente parasitando os setores produtivos da sociedade.

Toda a sua retórica superficial — de ociosidade institucionalizada — chancelou oficialmente a síndrome narcisista do coitadismo de fracos hipersensíveis, que comportam-se como bebezinhos histéricos, arrogantes e beligerantes, que se julgam no direito de ser o centro das atenções, e exigir tratamento especial do estado e da sociedade. Agora, essa gente megalomaníaca e disfuncional tem uma ideologia política onde pode respaldar o seu comportamento insano e irracional, com um coletivo de aberrações que estão dispostos a normalizar politicamente todas as bestialidades da seita progressista.

Essa gente — bem como sua progênie bestial, a ditadura politicamente correta — tenta violentamente suprimir a liberdade de expressão, na tentativa de estabelecer uma hegemonia cultural, para se tornarem soberanos supremos e absolutos através do monopólio da narrativa política oficial, o que lhes dá prerrogativas formidáveis para eliminar sumariamente toda e qualquer dissidência.

Como as criaturas histéricas, choronas, bestiais e totalitárias que são, militantes lutam para que seus líderes e ditadores de estimação assumam o controle do estado, para implantar a sua ditadura. De maneira a não parecerem os animais autoritários e irascíveis que são, essa gente está disposta a tudo para reprimir opiniões e posicionamentos contrários aos seus, com o objetivo de reclamar privilégios e regalias do sistema — às quais ninguém pode ter acesso, a não ser os iluminados grupos eleitos —, que tem “direito” a tudo porque em algum momento foram “reprimidos” pelos malvados grupos “opressores”, como apregoa a famigerada ideologia progressista.

Na prática, o progressismo não passa tão somente de mais um degenerado e degradante filhote do coletivismo, uma ideologia depravada e radical, que é completamente incapaz de enxergar indivíduos, e está sempre disposta a criminalizar grupos e movimentos que são contrários à sua seita. Por ser inerentemente impessoal e coletivista — tendo verdadeira ojeriza ao indivíduo —, o progressismo jamais hesita em criminalizar opiniões, posicionamentos e ideias, quando estas entram em conflito com os seus autoritários dogmas doutrinários. Como uma seita de caráter totalitário, o progressismo tem um caráter fundamentalista muito bem definido, sendo extremamente intolerante com quem ousa divergir dos seus preceitos.

O progressismo, no entanto, difere das demais ideologias coletivistas em sua empedernida obsessão absurda em estratificar toda a sociedade, dividindo e categorizando seus componentes em uma miríade infinita de grupos distintos, como negros, gays, travestis, pansexuais, ciganos, albinos, feministas, muçulmanos, imigrantes, deficientes físicos, e assim por diante. Isso tudo é executado deliberadamente com o objetivo de angariar capital político, e consequentemente arregimentar um número maior de grupos para jogar contra o homem branco, cristão, tradicionalista e conservador, que é considerado o “grande mal” da sociedade humana pela seita progressista.

Enquanto não conseguir atingir o seu objetivo, podemos ter a certeza absoluta de que os militantes progressistas continuarão chorando histericamente — com todo o apoio dos seus líderes e mentores —, exigindo que o estado arrume a sociedade, e a deixe exatamente de acordo com a sua preciosa ideologia de estimação.

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