Protestar sem violência: Tudo o que a Dilma não fez

Protestar sem violência: Tudo o que a Dilma não fez

(Foto: Rute Pina" pela Brasil de Fato é licenciado pela CC BY-NC-SA 2.0

A sociedade tem o direito de protestar, porém, o protesto não pode descambar para violência

Quando um governante não atende aos anseios da sociedade, é dever desta sociedade protestar, no entanto, sem violência, sob o risco de tal manifestação perder legitimidade e surtir efeito contrário: fortalecer o governo.

Pelas declarações das autoridades do governo, inclusive da presidente, os protestos marcados para o próximo domingo tendem a mobilizar um número grande de pessoas. Assim, desde seu anuncio, o governo monitora as convocações para o evento em favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Desse modo, falando a respeito, a presidente falou o óbvio ululante: Não tem interesse em restringir as manifestações. E poderia? Se alguém em algum momento lhe sugeriu tal ideia a demissão deveria ocorrer imediatamente. Nesse sentido, comentando a respeito, em entrevista a jornalistas do Acre, Dilma saiu-se com essa:

“Já falei para vocês que sou uma pessoa mais velha e sou de uma época em que não era possível se manifestar. As pessoas que se manifestavam iam direto para a cadeia ou eram chamadas de subversivas ou de nomes piores. Eu passei minha vida manifestando nas ruas, principalmente na minha juventude. Não tenho o menor, mas o menor interesse, o menor intuito nem tampouco o menor compromisso com qualquer processo de restrição a livre manifestação nesse país” AQUI

O passado de Dilma Rousseff

Com efeito, num primeiro momento, podemos concluir que a presidente teve um lapso de sensatez, dando vazão à voz da experiência. Quem melhor do que ela para pronunciar-se em favor das manifestações? Ops! Espero que nenhum daqueles que irão as ruas no domingo sigam o exemplo pregresso da nossa presidente.

Em outras palavras, quais eram os métodos empregados pelo grupo do qual Dilma “coração valente” fazia parte? Assaltos a Companhia de Policia, assalto ao Banco Aliança, que resultou na morte de uma pessoa, roubo de mais de 2 milhões do dólares do cofre de Adhemar de Bastos e muitos outros assaltos.

Concluímos que nem mesmo para agir contra o governo, Dilma pode ser um exemplo a seguir.

Como já deixei claro em outro post, parte da imprensa e mesmo políticos da oposição, tentam vender a tese de que pedir o impeachment é algo fora da realidade. Em editorial do Estadão ontem, usou-se a expressão “radicais”. Não é ser radical nem muito menos está fora da realidade manifestar-se favoravelmente a tal processo, todavia, quando leio declarações da presidente e do notório ministro Cardoso, fico preocupado. Por que?

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Pedir que os protestos sejam sem violência, é mesmo necessário e sim, cabe as autoridades tais pedidos. Noto porém, que esses mesmos pedidos não são feitos a pessoas ligadas ao MST, MPL e tantos outros grupelhos ligados ao PT. Lembro ainda, que não foram feitos tais pedidos aos protestos de junho de 2013, ao menos no inicio daquele movimento visto que a principio, o PT pretendia faturar o Estado de SP.

Conclusão

Conhecendo a natureza do PT, não me espantarei se surgirem pessoas estranhas em meio as manifestações com o único intuito de gerar atos de depredação e assim, marcar o protesto como protagonista de atos violentos.

Nesse contexto, amados leitores, todo cuidado é pouco. Devemos estar alertas e vigilantes em não permitir que vândalos se infiltrem em meio a quem está lá de forma pacifica.

Vamos mostrar para todos que lá estão, trabalhadores, estudantes, aposentados e jovens descentes e comprometidos com o bem do nosso país, que protestar sem violência também traz resultados.

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Por Jakson Miranda

 

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