Protesto em Olinda pede renda básica durante a pandemia

Protesto em Olinda pede renda básica durante a pandemia

"Vista Aérea de Olinda" da Prefeitura de Olinda é licenciado no CC BY 2.0

Grupo de autônomos realiza protesto em Olinda cobrando ações da prefeitura contra crise econômica  

Um grupo de manifestantes, principalmente de autônomos, realizou na manhã de hoje (14/4), um protesto na cidade de Olinda, PE. Já que, conforme alegam, não receberam auxilio prometido pela prefeitura.

De acordo com Cristiano Silva, um dos representantes da manifestação, a reivindicação é por um auxílio da prefeitura.

Estamos cobrando uma política de renda básica em Olinda e o auxílio emergencial anunciado aqui na cidade. Foi anunciado com R$ 200, mas está beneficiando pouquíssimas categorias. A maioria dos comerciantes informais de Olinda não está recebendo, não recebeu cestas básicas, nem outro tipo de auxílio“, disse.

De fato, no fim de março, a prefeitura de Olinda anunciou um auxílio de R$ 600, em três parcelas de R$ 200. Segundo a gestão municipal, o benefício deve atender diversos setores, como tapioqueiras, artesãos, barraqueiros da praia, condutores escolares e guias turísticos.

Leia também:

CPI da Covid não poderá investigar prefeitos e governadores

Governador patife? Difícil saber qual deles é o maior – Deixe seu voto!

Não obstante, os manifestantes também levaram cartazes para pedir cestas básicas e auxílio financeiro para as pessoas afetadas pelas medidas restritivas impostas para conter o contágio pela Covid-19.

Por meio de nota, a prefeitura de Olinda não respondeu às reivindicações de que o auxílio municipal não seria abrangente o suficiente, e afirmou que os beneficiários “já constam no banco de dados da prefeitura e estão sendo convocados para apresentação dos documentos para ter direito ao benefício“.

A gestão disse, ainda, que “as categorias não incluídas no auxílio devem procurar o Centro de Referência da Assistência Social mais próximo de sua residência“, para ingressar no Cadastro Único (Cadúnico) e passar a constar na base de dados para receber auxílios governamentais, como Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e cestas básicas.

Em conclusão, o protesto em Olinda é mais um exemplo daquilo que ocorre na maioria das cidades brasileiras. Com efeito, em São Paulo a “quebradeira” é geral.

Por Jakson Miranda

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *