PSOL sai em defesa dos criminosos mortos em Jacarezinho

PSOL sai em defesa dos criminosos mortos em Jacarezinho

"Talíria Petrone - PSOL" é licenciada sob por midianinja CC BY-NC-SA 2.0

PSOL partido da extrema-esquerda alega que a operação policial em Jacarezinho assassinou pessoas negras e faveladas

A operação policial em Jacarezinho, Rio de Janeiro, deixou um saldo de 25 mortos. Desses, 1 era policial. No entanto, até onde sabemos, nenhum partido político lamentou a morte do policial André Leonardo de Mello Frias. Em contrapartida, o PSOL, partido da extrema-esquerda, já se manifestou sobre o ocorrido em Jacarezinho e criminalizou a ação da policia.

Assim, ainda na noite de ontem (6/05), o PSOL anunciou que pedirá a criação de um comitê na Câmara dos Deputados que investigue rigorosamente os assassinatos. Com efeito, a líder do PSOL na Câmara dos Deputados, Talíria Petrone (RJ), demonstrou indignação com a ação policial.

Dessa forma, a deputada de extrema-esquerda disse que “não é possível que pessoas negras e faveladas continuem sendo alvo dessa política genocida“. Entretanto, ninguém do PSOL comentou a apreensão das armas e munições.

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De acordo com a corporação do Rio de Janeiro, na operação ao Jacarezinho, foram apreendidas muitas armas e até munição antitanque. Entre os armamentos recolhidos estão uma metralhadora, uma escopeta, 14 granadas, um revólver e 16 pistolas. Ou seja, armamento pesado. Estes, não estavam em pose de trabalhadores honestos. Mas, nas mãos de trabalhadores do crime organizado.

Enfim, sob o pretexto de defender pobres e moradores de favelas, o PSOL demonstra indignação pelos criminosos abatidos. Ou por outra, para o partido da extrema-esquerda, não importa que a maioria da população do Jacarezinho viva sob o jugo do crime.

Em conclusão, o PSOL não defende o trabalhador honesto do Jacarezinho mas sim, criminosos fortemente armados.

Por Jakson Miranda

 

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