Qual adjetivo define melhor o governo Dilma?

A campanha a reeleição de Dilma Rousseff, foi uma das mais mentirosas que o país já assistiu. Embora altamente deseducador, antiético e imoral, tal campanha não foi nada surpreendente, pois a própria Dilma confessara que fariam o diabo para vencer o pleito. Quem votou nela, apesar das mentiras, merece o governo que tem. Quem votou nela, sendo enganado pelas mentiras, está pagando um preço alto, assim como aqueles que não votaram.

Passada as eleições e enxergando que o diabo, mesmo muito antes das eleições já estava feito e grassando país afora, a presidente poderia ter se convertido, mediante um simples ato de humildade: Pedido de desculpas e mudança de rumo na condução política e econômica do país. Ao invés disso, Dilma Rousseff deu forças ao “tinhoso” e não conhecendo a “figura”, achou que poderia sair-se bem na foto, governando gostosa e soberanamente em meio ao caos. Não está acontecendo e tudo indica que nem ela, nem seus pseudos ministros notaram que a população está mais que saturada com tanta falta de escrúpulos e mentiras.

A chacota da vez é o ajuste fiscal. Joaquim Levy quer porque quer que o Congresso aprove o tal ajuste, em especial a volta da CPMF. Daqui a pouco, o ex-ministro em atividade dirá que a culpa por tudo isso é nossa e não do governo ao qual ele serve. Duvidam? Leiam essa reportagem do O Globo.

Por Ana Paula Ribeiro, Ronaldo D’Ercole, Ana Paula Machado, Danilo Fariello e Glauce Cavalcanti

SÃO PAULO, BRASÍLIA e RIO – A volta da CPMF vai representar para o bolso do brasileiro muito mais do que os “dois milésimos” do valor das compras citados pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao anunciar a medida. Como tem efeito em cascata e incide sobre toda a cadeia de produção, o tributo é inflacionário e trará novo aumento da carga tributária, preveem analistas. Os R$ 32 bilhões que o governo prevê arrecadar com a alíquota de 0,2% de CPMF equivalem a 0,57% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2014. No ano passado, o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) estimou a carga tributária em 35,47% do PIB. Com a volta da CPMF, o percentual deve chegar a 36,2%.

Em entrevista ao canal oficial do governo NBR, Levy minimizou o impacto no bolso dos brasileiros. Ele disse que o tributo é “justo”, por atingir todas as classes sociais e operações financeiras, além de não “bater na inflação” e “é um imposto pequenininho, de dois milésimos”.

— Todo mundo diz que é muito horrível, os políticos não gostam, mas na verdade é um imposto pequenininho, de dois milésimos. Não é algo que vai alterar a economia. Mas como você paga sobre tudo, isso acaba trazendo dinheiro suficiente para a gente garantir o pagamento das aposentadorias e outros gastos. É um imposto que todo mundo paga, todas as empresas pagam, quem tem caixa dois tem que pagar. É muito justo esse imposto, e é mais fácil de cobrar.

Voltamos

Para Levy, a CPMF é um imposto justo. Santo Deus! E ainda dizem que ele foi formado na Escola de Chicago. Começo a suspeitar que sua formação tenha seguido o mesmo caminho da pós-graduação de sua chefe, Dilma Rousseff e do seu colega, Aloísio Mercadante.

Há algum IM-POS-TO justo? Como que uma IM-PO-SI-ÇÃO pode ser justa, “ministro”?

É isso!

Pensei em alguma palavra para o titulo desse post: “Governo mentiroso“; “O cinismo do governo“; “Governo escarnece“, etc. Sinceramente, qualquer uma delas é perfeitamente merecida e adequada a esse governo e o que me restou foi essa grande dúvida sobre qual, dentre essas e tantas outras palavras, melhor definem o governo Dilma.

 

Por Jakson Miranda

 

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