Quarentenas e lockdowns são nefastos

o custo humano das quarentenas e lockdowns foi demasiadamente elevado

A imagem é licenciada sob Senado Federal CC BY 2.0

Depois de um ano de total paralisação da economia, o custo humano das quarentenas e lockdowns foi demasiadamente elevado

Ao redor do mundo, aproximadamente cem milhões de pessoas acabaram na extrema pobreza, vítimas das restritivas políticas autoritárias, leia-se quarentenas e lockdowns, que foram implementadas por dirigentes governamentais tirânicos.

Estamos falando de autoridades públicas que não tiveram a menor consideração por todos aqueles que acabaram sendo negativamente afetados pelas irracionais e ineficientes medidas de emergência sanitária, implantadas sob pretexto de conter a disseminação do vírus.

Todo esse deplorável desastre humanitário foi executado para “salvar” a população com um vírus cuja taxa de letalidade é inferior a 1%.

Fica evidente, portanto, que esse foi o típico caso em que a cura se mostrou infinitamente pior do que a doença. Da mesma forma, é latente a percepção de que — desde o princípio da crise — o domínio total e absoluto da população pelo estado sempre foi o principal objetivo do sistema. Nunca foi sobre a doença, mas sobre controle.

O mais estarrecedor de toda essa situação, no entanto, foi observar como uma expressiva parcela da população mundial simplesmente entregou as suas liberdades individuais e todos os seus direitos à classe política, em atos de sujeição extrema e absoluta, sem fazer qualquer tipo contestação ou questionamento. É basicamente assim que a coisa passou a funcionar — os políticos ordenam, a Gestapo cumpre as ordens e a população subserviente simplesmente as obedece. Assim começou a ditadura do coronavírus e lamentavelmente permanecemos nessa situação até agora.

Diante destas condições, é necessário questionar: como foi possível condicionar seres humanos adultos — que tecnicamente deveriam estar no pleno controle e no franco exercício de suas faculdades mentais — a uma doutrinação tão severa?

A lavagem cerebral de determinadas doutrinas e ideologias políticas que defendem poder irrestrito para o estado foi tão exacerbada — e aplicada sobre a população geral de forma tão absurdamente intensa — que as pessoas realmente passaram a acreditar que não há problema algum se o governo decidir exercer poderes plenipotenciários e tirânicos sobre a população, restringindo as liberdades civis e proibindo os cidadãos de exercerem seus direitos inalienáveis de ir e vir, de trabalhar, de sustentar suas respectivas famílias e de ganhar a vida. O coronazismo é tão totalitário que criminalizou até mesmo o trabalho e a ação humana. E mesmo assim, a grande maioria das pessoas aceitou a tirania, sem oferecer qualquer resistência.

As pessoas continuaram complacentes mesmo depois que diversos cientistas — como Anders Tegnell e Michael Levitt — afirmaram categoricamente que medidas insanas e criminalmente restritivas como o Lockdown são completamente destituídas de base científica.

Depois dos primeiros meses de quarentena, 700 mil empresas faliram e 9 milhões de pessoas ficaram desempregadas no Brasil. Infelizmente, esse número fica maior a cada dia, visto que restrições progressivamente mais cruéis, opressivas e nefastas são implementadas diuturnamente pelos ditadores estaduais sobre a população.

É deplorável observar como seres humanos adultos — completamente destituídos de suas faculdades mentais e intelectuais — absorveram de forma contumaz e irreversível o pânico, a histeria e o medo disseminados pela mídia e pela classe política. É muito mais triste, no entanto, que essas pessoas não tenham discernimento algum para compreender quais são os reais interesses, tanto por parte da classe política quanto aqueles ligados ao corporativismo da indústria farmacêutica, que movem um plano tão nefasto e sórdido como o coronazismo.

Como cordeirinhos dóceis e subservientes, as pessoas dominadas pela ditadura do coronavírus simplesmente obedecem à classe política e aos “especialistas” de plantão sem nenhuma consideração pelas consequências dramáticas da maior destruição econômica da história. E o pior, o populacho alienado parece ser completamente incapaz de perceber o plano nefasto e maligno que existe por trás deste cenário de combate a uma suposta pandemia, além de ignorarem deliberadamente o nível colossal de devastadora destruição causado pelas quarentenas e lockdowns desumanos, que foram diretamente responsáveis pela trágica mortandade de centenas de milhares de pessoas.

Em sua incomensurável ingenuidade, as pessoas dominadas pelo establishment globalista coronazista — que em sua maioria apoiam todas as abomináveis medidas restritivas que foram implantadas — continuam achando que isso tudo “vai passar” e o mundo voltará a ser o que era antes depois que todos forem vacinados. Quando na verdade, em sua brutal ignorância sobre o que realmente está acontecendo, as massas alienadas da humanidade são completamente incapazes de perceber que o pesadelo de um governo mundial está apenas começando.

Por fim, nem tudo está perdido. Neste domingo (14/03), milhares de pessoas saíram às ruas em protesto contra o lockdown! Que mais pessoas acordem e reajam contra esse estado caótico.

Por Wagner Hertzog

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *