Correu o mundo a notícia de arrastões perpetrados por potencias estupradores na Alemanha, mais precisamente em Colônia, uma das maiores e mais importantes cidades daquele país.

O arrastão sexual se deu na noite de 31 de dezembro, nas comemorações do ano novo. Segundo a imprensa, muitas mulheres procuraram a polícia local levando a mesma notícia-crime: umas foram importunadas, outras bulinadas e algumas até apalpadas. Os agentes foram homens.

Entre os suspeitos, estão vários refugiados oriundos da Síria e de outras regiões conflagradas.

Esses fatos reacenderam a chama da fogueira dos que se opõem à Política de recepção de refugiados da Chanceler Ângela Merkel – abertura quase que irrestrita aos que migram, muitos deles radicais militantes do Islã.

A Alemanha tem taxa de natalidade baixíssima e precisa repor mão-de-obra, sob pena de o país não ter a economia funcionando a contento. Isso é verdade e não se aplica só à terra da cerveja; outros nações na Europa padecem do mesmo mal.

O problema é o preço a ser pago por isso: perda da identidade cristã, confronto a valores hebraicos milenares, “invasão islâmica” e, talvez o mais cortante, a chamada jihad silenciosa. É a revolução demográfica islâmica – pouco cristão nasce, muito muçulmano nasce; nesse quesito, o seguidor do “Profeta” é observante do “crescei e multiplicai”; já a sociedade secular européia não está lá muito interessada nisso.           “Ter filhos custa caro.” E não tê-los, custará quanto?

Que venha a jihad demográfica, então!

Que fazer, Alemanha?

Que fazer, Europa?

Acho que já virou lugar comum dizer que a brecha que as filosofias contemporâneas na Europa – niilismo, existencialismo ateu, marxismo, etc – abriram no casco do navio chamado Cristianismo está sendo preenchida pela fé islâmica. Sai Cristo, entra Maomé.

E as mulheres como ficam nessa história? Os arrastões sexuais prosseguirão?

Que fazer, Alemanha?

Que fazer, Europa?

 

Por Pr. Marcos Paulo

 

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2 thoughts on “Que fazer, Alemanha? Que fazer, Europa?

  1. Uma outra variável que não podemos nos esquecer é a hipnose hedonista que invadiu nossa sociedade. “Pruveitá a vida!”. As mulheres, através de referências na mídia, são convidadas a fazerem uma faculdade, pós-graduação, construírem uma carreira profissional, e então se casarem. Ou não… Mas antes devem visitar as Ilhas Gregas, terem um monte de “relacionamentos”, e curtirem a vida. E a PUBLICIDADE ajuda bastante na divulgação deste modelo de projeto de vida.

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