Quem foi Carlo Acutis, cuja beatificação ocorre hoje?

Quem foi Carlo Acutis, cuja beatificação ocorre hoje?

"carlo acutis" por Rádio Alfa é licenciado sob CC BY-NC-SA 2.0

Hoje acontece a beatificação de Carlo Acutis, um jovem para os jovens

Hoje, o Voltemos à Direita abre espaço para falar sobre a beatificação de Carlo Acutis. Adianto que nosso blog recebe a visita de centenas de pessoas: evangélicos, católicos, espiritas, budistas, etc, etc. Respeitamos todos. Porém, não poderíamos deixar de mencionar a fascinante história de um jovem que morreu aos 15 anos de idade.

Dito isto, quem foi Carlo Acutis? 

Estar sempre junto com Jesus: este é o meu plano de vida”. Com estas poucas palavras, Carlo Acutis (1991-2006), o adolescente italiano que morreu de leucemia aos 15 anos de idade.

Assim, Carlo Acutis é um jovem como os outros dos nossos tempos: moderno, antenado, especialista em computação. Cheio de vida, ele era também cheio de fé e tinha uma inteligência acima da média. Logo, sua história tem despertado admiração profunda: rapidamente, ele se tornou popular e muito amado.

Mas o que o fez viver com alegria até o fim foi o relacionamento com Cristo Eucaristia, do qual ele se nutriu todos os dias, e a adoração eucarística, à qual ele dedicava longo tempo. Devoto, mas nunca fanático, ele recebeu a primeira comunhão aos 7 anos de idade, com autorização especial.

Câncer

De fato, no início de outubro de 2006, Carlo Acutis manifestou os sintomas do que, inicialmente, foi confundido com caxumba, mas diagnosticado, logo depois, como leucemia fulminante de tipo m3. A morte veio rápido, no dia 12 de outubro.

Carlo entendeu o que estava acontecendo e ofereceu seus sofrimentos pela Igreja e pelo papa”, conta Francesca Consolini, postuladora da causa de beatificação. “No hospital, ele se preocupava com os pais, agradecia aos enfermeiros e médicos. Ele viveu também a morte com plenitude, como tinha vivido a vida. ‘Viver bem o hoje, olhando para o essencial’: eu acho que esta é a mensagem mais forte que ele nos deixou”.

Assim um amigo fala da sua aproximação à fé depois da morte de Carlo Acutis:

no enterro, havia vários imigrantes, alguns muçulmanos e hinduístas. Eu acho que Carlo os tinha conhecido nos seus passeios de bicicleta pelo bairro, quando ele parava para conversar com os porteiros, quase todos estrangeiros. Perto da nossa casa havia um sem-teto. Carlo sempre levava comida para ele. Uma vez, ele deu um saco de dormir para um idoso que dormia numa caixa de papelão. Ele doava as suas mesadas para os frades capuchinhos”.

Enfim, escreveu Carlo: “Eu estou feliz de morrer, porque vivi a minha vida sem perder nenhum minuto em coisas que não agradam a Deus”.

Com informações do site Aleteia

Por Jakson Miranda

 

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