Quem propaga fake news é a mídia convencional

Quem propaga fake news é a mídia convencional

Não há dúvidas de que a mídia convencional é a maior responsável por difundir e divulgar Fake News

A mídia tradicional vive fazendo campanhas hipócritas, superficiais, vulgares e redundantes contra Fake News. Mesmo assim, é a maior responsável por produzi-las, publicá-las e divulgá-las. Exemplos não faltam.

Deste modo, quando o assunto é esquerda, socialismo, ou progressismo, a profusão de Fake News na mídia é simplesmente estarrecedora. Sua massiva produção torna impossível desmentir tantas matérias falaciosas na proporção que produzem.

A deplorável imprensa aposta alto em todo o tipo de propaganda para tentar melhorar a imagem da Venezuela com a opinião pública. Acima de tudo, tenta salvar a imagem da ideologia socialista, responsável por desmantelar completamente o país.

Nesse sentido, o site da Exame publicou um artigo intitulado “Caracas é o paraíso: a nova onda migratória na capital da Venezuela“. O artigo se supera como um irremediável festival de falácias e mentiras inescrupulosas. Ou seja, impensáveis dentro do contexto de um jornalismo ético.

Infelizmente, matérias dessa natureza provam que o jornalismo morreu. Ele não existe mais. O que temos é uma imprensa totalmente comprometido com a difusão de uma ideologia política.

A matéria panfletária ideológica afirma que o executivo de um grande banco teria afirmado que “Caracas é o paraíso“. Ora, o artigo compara Caracas e seu majestoso (para alguns) padrão de vida ao resto do país.

Mas o artigo se supera, tanto na inversão de valores quanto na propaganda ideológica. Pois, tenta ativamente passar uma imagem virtuosa do totalitário e cruel governo bolivariano.

Assim, no texto, frases do tipo “Caracas tem se permitido uma existência privilegiada graças ao governo”, distorcem plenamente a realidade. Na verdade, o governo está cuidando muito bem de si próprio. Enquanto permite que o resto da população morra de inanição e passe toda a sorte de necessidades.

Evidentemente, o artigo omite os sequestros, assaltos e assassinatos em larga escala que afligem o país. É fato que a decadência e a degradação causadas pelo socialismo transformaram a Venezuela no segundo país mais violento do mundo. Nesse contexto, Caracas, a capital do país, é a segunda cidade mais violenta do mundo.

De acordo com a matéria, no entanto, tudo está fantástico no “paraíso” chavista; afinal, “no edifício de escritórios onde [o executivo] trabalha (…) até as escadas rolantes funcionavam“.

Por outro lado, tenta culpar Juan Guaidó, líder da oposição, por toda a instabilidade política e pela dramática crise econômica que a Venezuela enfrenta. Em síntese, o tendencioso artigo retrata Maduro como um patriótico e herói que ama o seu povo; contra o “maléfico” líder da oposição Juan Guaidó. Tudo não passa de pura propaganda política e ideológica.

A verdade é que a imprensa vermelha está precisando ser urgentemente boicotada. Além das gravíssimas distorções promovidas por um sádico e cínico discurso ideológico, as falácias tripudiam na desgraça do povo venezuelano, jamais apontando o verdadeiro culpado pela tragédia brutal que destroçou o país: o socialismo.

Caracas é uma das cidades mais violentas do mundo. Também uma das mais corruptas. Para fazer qualquer coisa na capital é necessário subornar alguém. Se ainda existe algo de “paradisíaco” na Venezuela, podemos dizer que ficou nas belíssimas paisagens do norte do país, que ocupam uma parcela expressiva da região do Caribe. Lá, no entanto, também é muito perigoso.

Sendo a Venezuela um dos países mais violentos do mundo, o número de turistas assassinados aumenta vertiginosamente a cada ano. Hoje, com as severas incertezas que basicamente institucionalizaram o desespero, os criminosos primeiro matam para depois roubar suas vítimas.

Portanto, a situação está tão grave que governos do mundo inteiro alertam seus cidadãos para não praticarem turismo na degradante república bolivariana. Assassinatos, infelizmente, tornaram-se uma ocorrência ostensivamente comum. 98% dos homicídios nem chegam a virar inquéritos policiais, portanto não são investigados. A polícia é tão corrupta e trabalha em condições tão precárias, que as partes interessadas devem estar dispostas a subornar as autoridades.

Logo, a desonesta imprensa nacional não tem escrúpulos ou princípios. Tampouco obedece a padrões éticos e morais. Ela literalmente representa a decadência de um establishment oligárquico e maledicente. Deste modo, se associa a uma agenda política criminosa e assassina. Tal agenda, por aqui, era a engrenagem de um governo sórdido e depravado.

Assim, essa condição decadente da mídia nacional é consequência inextrincável do fato de que toda ela foi subornada e cooptada pelos corruptos governos petistas, que escancaradamente corrompeu os principais órgãos de imprensa formadores da opinião pública do país.

Hoje, tanto a imprensa vermelha quanto a classe artística estão carentes de patrocínio. Essas castas outrora privilegiadas consideram-se ameaçadas porque o governo atual não se dispõe a sustentá-las com repasse de verbas. Essas classes sonham com um eventual retorno do PT ao poder. Ou seja, desejam voltar a serem subsidiadas pelo Estado.

Graças à direita política, a elite progressista perdeu efetivamente o monopólio da verdade, das virtudes e do controle da informação. Por isso essa gente tenta desesperadamente limpar e salvaguardar sua venerada ideologia de estimação. Logo, chamar uma opressiva tirania totalitária de “paraíso” está longe de ser o pior que essa gente completamente destituída de escrúpulos e princípios faz.

A apologia do socialismo e a difusão descarada de mentiras e falácias é parte de uma estratégia muito mais feroz e depravada. Construída deliberadamente para distorcer fatos. Não importa quantas pessoas o socialismo mate, quantas vidas oprima, quantos países essa perversão satânica tenha destruído, o poder absoluto é o combustível por trás de tudo o que a esquerda política faz. Sempre para atingir os mesmos fins, que terminam invariavelmente com a escravidão total da população.

O modus operandi dessa gente não muda jamais. Quando o plano é atingido, aí começa a verdadeira farra: capitalismo de luxo e distribuição de riquezas entre a classe política e os corporativistas amigos do regime. Socialismo e miséria para o restante da população.

Não importam quantas mentiras a imprensa vermelha se empenhe em produzir e difundir. O socialismo sempre produziu os mesmos resultados, aonde quer que tenha sido implantado. Portanto, apenas as inúmeras legiões de idiotas úteis seduzidos pela esquerda política são incapazes de perceber isso.

O resultado final nunca é o “paraíso socialista”, como apregoado pela falaciosa reportagem da Época. Mas uma atroz e tirânica corporificação do inferno, que mata os cidadãos através da fome, da precariedade e doenças. Isso é o socialismo. A desgraça humanitária que a mídia convencional recusa-se a mostrar.

A imprensa vermelha atualmente está desesperada por patrocínio estatal. Afinal, acostumou-se a receber verbas polpudas durante a gestão petista, sendo paga para difundir mentiras e falácias. A esperança agora é a de todos esses veículos irem a falência; afinal — longe de ser um meio de comunicação íntegro e ético de informação e verificação dos fatos —, a imprensa mainstream foi convertida em uma máquina de enganação política e terrorismo ideológico. Não serve a verdade, antes, o contrário.

Por fim, o compromisso absoluto da mídia é com a mentira, ou seja, fake news e com o sensacionalismo vazio de matérias histéricas e viciadas, cujo objetivo é saciar um público ideologicamente desesperado e desconectado da realidade.

Por Wagner Hertzog

 

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